Hora do Povo Em apenas um ano, R$ 586,4 bilhões foram tirados da sociedade e transferidos para os bancos O Banco Central (BC) indicou, após reunião do Comitê Política Monetária (COPOM) realizada em setembro, que pretende manter a taxa básica da economia (Selic) em 13,75% por um período “suficientemente prolongado” para alcançar a convergência daContinuar lendo “BC anuncia juros extorsivos até junho de 2023”
Arquivos da categoria: Economia
Brasil cresce menos que o mundo no governo Bolsonaro
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
País repete desempenho de Dilma e Temer; dados contradizem avaliação do governo de que a economia está decolando
Os preços dos combustíveis e inflação: valores incompatíveis com o bolso dos brasileiros
Nesta entrevista com Tânia Maria, na Manhã RBA Litoral, discorremos sobre os preços dos combustíveis e a inflação no Brasil, além de registrar o custo do “remédio” monetarista para, segundo indicam as projeções do Banco Central, novamente não cumprir a meta estabelecida pelo governo. Resumimos aqui os conceitos apresentados. Relembramos a autossuficiência em petróleo alcançadaContinuar lendo “Os preços dos combustíveis e inflação: valores incompatíveis com o bolso dos brasileiros”
“Com 33 milhões passando fome, BC transferiu R$ 200 bi para os mais ricos em um ano”, critica Oreiro
Antonio Rosa, na Hora do Povo O maior programa de transferência de renda da história, de toda sociedade para o 1% mais rico do País Com os aumentos na taxa básica de juros da economia (Selic) realizados pelo Banco Central (BC), a transferência de renda da sociedade para o setor financeiro, por meio dos jurosContinuar lendo ““Com 33 milhões passando fome, BC transferiu R$ 200 bi para os mais ricos em um ano”, critica Oreiro”
A retomada da indústria
Com Rene, a luta é para valer! Rene Vicente (PCdoB/SP 65789) foi presidente do Sintaema (trabalhadores do saneamento público) e da CTB em São Paulo e apresenta seu nome à uma cadeira na Assembleia Legislativa paulista. Reuniu os trabalhadores para discutir a retomada da indústria, como vetor do desenvolvimento de São Paulo. Com moderação deContinuar lendo “A retomada da indústria”
Desglobalização, Inflação e Desfinanceirização
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
O noticiário do jornalismo econômico está anunciando uma transição para novo contexto internacional. A Organização Mundial do Comércio (OMC) aponta para uma estagnação no crescimento das exportações e importações nos próximos meses. Ela mostra tendência de queda nas exportações de produtos automotivos e componentes eletrônicos e no frete…
A supersafra e a fome
O IBGE noticiou a previsão de safra recorde no Brasil este ano, atingindo “263,4 milhões de toneladas, 4,0% maior em 2021 (253,2 milhões de toneladas), crescimento de 10,2 milhões de toneladas”. A Oxfam Brasil, a seu turno, publicou o novo mapa da fome brasileiro, indicando que “em 2022, 33,1 milhões de pessoas não têm o que comer”. AContinuar lendo “A supersafra e a fome”
PIB cresce 1,2% no 2º trimestre, mas previsão é de desaceleração no 3º e 4º
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Foto: Arquivo/ Agência Brasil De acordo com a Fiesp, “o 2º semestre não deverá repetir o mesmo dinamismo, em grande parte devido aos efeitos defasados do significativo aperto monetário” O resultado do Produto Interno Bruto no segundo trimestre deste ano de 1,2% na comparação com o trimestre anterior foi…
Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro
Os juros da dívida pública são a única rubrica das contas nacionais não sujeitas ao teto de gastos. O consumo extraordinário da inútil despesa faz o Orçamento da União, encaminhado ao Congresso no último dia 31 de Agosto, ser tratado na imprensa especializada e geral como “peça de ficção”. A Confederação dos Servidores Públicos FederaisContinuar lendo “Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro”
Alta do investimento restrita à do Setor Privado: necessária, mas insuficiente
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
O salto da taxa de investimentos no Brasil entre 2016 e 2021, de 15,5% para 19,2% do PIB, se deve integralmente ao aumento no setor privado, cuja taxa passou de 13,6% para 17,5% do PIB no período, enquanto os investimentos públicos recuaram de 1,93% para 1,64%, mesmo patamar…