O Refinanciamento/Rolagem é uma simples troca de títulos públicos velhos por novos ou representa um grande custo aos cofres públicos brasileiros?

Paulo Lindesay, da Assibge para a Auditoria Cidadã Antes de responder essa pergunta, precisamos explicar alguns conceitos básicos e esclarecer qual cenário e terreno minado o povo brasileiro está pisando. Sabemos que a dívida pública federal é um tema árido para a maioria dos cidadãos brasileiros, o que, muitas vezes, inviabiliza o Estado brasileiro eContinuar lendo “O Refinanciamento/Rolagem é uma simples troca de títulos públicos velhos por novos ou representa um grande custo aos cofres públicos brasileiros?”

Gasto com juro da dívida cresce 76% e bate recorde

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Com a taxa básica de juros (Selic) em patamar elevado, a 13,75% ao ano, os gastos com juros da dívida pública alcançaram R$ 592 bilhões no período acumulado em 12 meses até setembro, maior volume da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em dezembro de 2001. Os…

Petrobras deve muito menos do que a privataria diz

No açodo de vender ativos da maior empresa brasileira, certos arautos da entrega do patrimônio informaram a ainda estatal dever R$ 900 bilhões! Como comprovou o Dieese ao Monitor Mercantil, a dívida líquida da Petrobras atingiu um pico de cem milhões de dólares dos EUA em 2015, pouco menos de R$ 400 bilhões ao câmbioContinuar lendo “Petrobras deve muito menos do que a privataria diz”

Neoliberalismo – a troca da cidadania pela sujeição ao monopólio privado

Os doutores Zuccolotto, Suzart e Rocha já haviam tratado da primazia da gestão fiscal sobre o planejamento estatal e inspirado artigo nosso com A mágica do orçamento desequilibrado. Desta feita, publicaram no Estadão estudo sobre os efeitos dos paradigmas da governabilidade neoliberal. Após conceituar neoliberalismo – “modo de governo” que “tem na competição o seuContinuar lendo “Neoliberalismo – a troca da cidadania pela sujeição ao monopólio privado”

Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro

Os juros da dívida pública são a única rubrica das contas nacionais não sujeitas ao teto de gastos. O consumo extraordinário da inútil despesa faz o Orçamento da União, encaminhado ao Congresso no último dia 31 de Agosto, ser tratado na imprensa especializada e geral como “peça de ficção”. A Confederação dos Servidores Públicos FederaisContinuar lendo “Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro”

Elementos do setor externo da economia brasileira

Compulsando os portais do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central e o Tesouro Nacional Transparente, colecionamos um conjunto de dados que podem ser de utilidade ao analisar as relações econômicas do Brasil com o estrangeiro. Os investimentos externos são classificados em duas categorias principais: diretos, feitos por empresas localizadas fora do país paraContinuar lendo “Elementos do setor externo da economia brasileira”

Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada

Cerca de um ano atrás, o Bonifácio trazia Os cálculos de Paulo Guedes, da Resenha Estratégica nº 17 do volume 18 (maio/2021). Trata-se da avaliação de uma promessa de campanha, quantificada pelo Posto Ipiranga, de arrecadar R$ 1 trilhão com a alienação de ativos da União, ativiade pouco republicana popularmente chamada de queima de patrimônioContinuar lendo “Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada”

BC prevê juros a 12,25% este ano

Hora do Povo Se a inflação se prevê em 5,5% para 2022 e o juro médio, digamos, fique em 11% (9,35% após imposto exclusivo na fonte), nesse cenário o juro real não será menor que 3,65%. Sobre uma base superior a R$ 5,6 trilhões, a transferência de recursos públicos seria de R$ 204 bilhões acimaContinuar lendo “BC prevê juros a 12,25% este ano”

O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas

Do livro resultante do seminário internacional sobre auditoria da dívida pública já havíamos trazido a contribuição de Daniel Libreros, sobre como o endividamento tornou-se um dos mais lucrativos negócios privados. Agora resumimos a participação do historiador Olmos Gaona, que mostra às páginas 33-35 como a cabeça financeira do país globalmente hegemônico no final do séculoContinuar lendo “O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas”

A dívida pública como [um dos melhores] negócio privado

Quando da exposição que fizemos à RBA Litoral sobre as perspectivas do Brasil para 2022, a dívida pública e o dispêndio anual de juros sobre ela, mais relevante que a própria folha de salários da União, suscitou a questão trazida por um ouvinte, assinante também desta página: “por qual razão tivemos essa elevação da dívidaContinuar lendo “A dívida pública como [um dos melhores] negócio privado”