Família mal-agradecida?

Lauro Jardim apôs nota em O Globo sobre circulação monetária: Uma família de São Paulo acaba de enviar ao exterior a módica quantia de R$ 50 bilhões (são bilhões mesmo). Tudo legal e regular. Tanto que apenas de ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) pagou R$ 2 bilhões (sim, são bilhões mesmo). Deixemos ao contenciosoContinuar lendo “Família mal-agradecida?”

Indústria, desenvolvimento e trabalho

Os sete anos de regresso econômico do Brasil – segundo os economistas, foram três anos de recessão, três de estagnação e este de depressão – ficam evidentes quando o assunto é indústria. Os gráficos quadrigêmeos dos indicadores da Confederação Nacional da Indústria (edição relativa a junho de 2020) assim dizem: De 2014 a 2016 aContinuar lendo “Indústria, desenvolvimento e trabalho”

Schumpeter e o fim do capitalismo

Da pena de Margarita Rodríguez (BBC News Mundo) veio o artigo sobre a história e atualidade do austríaco Joseph Schumpeter, analista da evolução do capitalismo na primeira metade do século passado. Mestres de universidades estadunidense o citam como Freud e Darwin da Economia capitalista. Vários de seus colegas de hoje chegam a predizer os temposContinuar lendo “Schumpeter e o fim do capitalismo”

Mercado de Capitais hoje

Vimos que o mercado de capitais pode ser tanto um mecanismo de financiamento de novos empreendimentos como também mera fonte de especulação financeira. Como ele tem funcionado no Brasil de hoje? Segundo o presidente do Confecon, os investimentos estrangeiros configurariam como um dos pilares do desenvolvimento nacional. Como filosofava o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, seriaContinuar lendo “Mercado de Capitais hoje”

Juros mais altos na recessão – conclusão

No artigo introdutório, procuramos demonstrar que o dinheiro, a par de equivalente universal das mercadorias, é ele próprio objeto de intermediação mercantil. Nessa condição, o preço do dinheiro – a taxa de juros – deveria ser regulado pela famosa lei da oferta da procura do capitalismo. Assim, quanto menos dinheiro disponível, mais caro ele é.Continuar lendo “Juros mais altos na recessão – conclusão”