Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada

Cerca de um ano atrás, o Bonifácio trazia Os cálculos de Paulo Guedes, da Resenha Estratégica nº 17 do volume 18 (maio/2021). Trata-se da avaliação de uma promessa de campanha, quantificada pelo Posto Ipiranga, de arrecadar R$ 1 trilhão com a alienação de ativos da União, ativiade pouco republicana popularmente chamada de queima de patrimônioContinuar lendo “Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada”

BC prevê juros a 12,25% este ano

Hora do Povo Se a inflação se prevê em 5,5% para 2022 e o juro médio, digamos, fique em 11% (9,35% após imposto exclusivo na fonte), nesse cenário o juro real não será menor que 3,65%. Sobre uma base superior a R$ 5,6 trilhões, a transferência de recursos públicos seria de R$ 204 bilhões acimaContinuar lendo “BC prevê juros a 12,25% este ano”

Economia de uma nota só

É bem conhecido o samba de uma nota só. Certos economistas parecem nele se inspirar para responder sempre com o mesmo argumento, qualquer que seja a contradição apresentada. Um desses exemplares expressa que qualquer insuficiência nas relações de produção brasileiras deriva do fato de o Estado pagar aposentadorias e mesmo salários aos que prestam, noContinuar lendo “Economia de uma nota só”

Qual é a verdadeira despesa primária?

Os manuais de contabilidade pública no Brasil são peremptórios quanto à definição de despesa primária. Na capital paulista, por exemplo, temos: “Também conhecida como despesa não-financeira, corresponde ao conjunto de gastos que possibilita a oferta de serviços públicos à sociedade, deduzidas às despesas financeiras.” Muitos acadêmicos afirmam que essa é a despesa primeira, própria doContinuar lendo “Qual é a verdadeira despesa primária?”