Os doutores Zuccolotto, Suzart e Rocha já haviam tratado da primazia da gestão fiscal sobre o planejamento estatal e inspirado artigo nosso com A mágica do orçamento desequilibrado. Desta feita, publicaram no Estadão estudo sobre os efeitos dos paradigmas da governabilidade neoliberal. Após conceituar neoliberalismo – “modo de governo” que “tem na competição o seuContinuar lendo “Neoliberalismo – a troca da cidadania pela sujeição ao monopólio privado”
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Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro
Os juros da dívida pública são a única rubrica das contas nacionais não sujeitas ao teto de gastos. O consumo extraordinário da inútil despesa faz o Orçamento da União, encaminhado ao Congresso no último dia 31 de Agosto, ser tratado na imprensa especializada e geral como “peça de ficção”. A Confederação dos Servidores Públicos FederaisContinuar lendo “Orçamento 2023 não sustenta promessas de Bolsonaro”
Elementos do setor externo da economia brasileira
Compulsando os portais do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central e o Tesouro Nacional Transparente, colecionamos um conjunto de dados que podem ser de utilidade ao analisar as relações econômicas do Brasil com o estrangeiro. Os investimentos externos são classificados em duas categorias principais: diretos, feitos por empresas localizadas fora do país paraContinuar lendo “Elementos do setor externo da economia brasileira”
Administração da Dívida Pública Brasileira
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Carlos Luque é professor da FEA- USP e presidente da Fipe Simão Silber é professor da FEA-USP. Francisco Vidal Luna é professor da FEA aposentado Roberto Zagha foi professor Assistente na FEA-USP nos anos 1970 e no Banco Mundial a partir de 1980, onde encerrou a carreira em…
Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada
Cerca de um ano atrás, o Bonifácio trazia Os cálculos de Paulo Guedes, da Resenha Estratégica nº 17 do volume 18 (maio/2021). Trata-se da avaliação de uma promessa de campanha, quantificada pelo Posto Ipiranga, de arrecadar R$ 1 trilhão com a alienação de ativos da União, ativiade pouco republicana popularmente chamada de queima de patrimônioContinuar lendo “Paulo Guedes, a entrega do patrimônio público e da receita arrecadada”
Cada 1 ponto na Selic, 32 bi vão para rentistas
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Hora do Povo??Publicado em 24 de março de 2022 Presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Foto: Marcello Casal Jr/Agencia-Brasil Após elevar os juros a 11,75%, BC promete que arrocho monetário continua com mais um aumento “de mesma magnitude” em maio Ao elevar a taxa básica de juros…
BC prevê juros a 12,25% este ano
Hora do Povo Se a inflação se prevê em 5,5% para 2022 e o juro médio, digamos, fique em 11% (9,35% após imposto exclusivo na fonte), nesse cenário o juro real não será menor que 3,65%. Sobre uma base superior a R$ 5,6 trilhões, a transferência de recursos públicos seria de R$ 204 bilhões acimaContinuar lendo “BC prevê juros a 12,25% este ano”
Maior Taxa de Juro Real no Mundo
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Obs.: em 3 anos, aplicar com maior risco em CDBs de banquetas em lugar de bancos, rende apenas R$ 57,33 a mais a cada R$ 1.000. Esse retorno a mais por 3 anos vale o risco de bancarrota? O investimento em CDB oferecido por grandes bancos é apresentado…
Medidas do BC não combatem inflação e só beneficiam rentistas
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Foto: Professor José Luis Oreiro. “Nenhum dos elementos que o Banco Central elencou como explicação para a inflação de 2021 pode ser atacado por intermédio de elevação da taxa de juros” O Banco Central (BC) “está aumentando os juros é para atender o interesse dos rentistas”, denunciou o economista…
O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas
Do livro resultante do seminário internacional sobre auditoria da dívida pública já havíamos trazido a contribuição de Daniel Libreros, sobre como o endividamento tornou-se um dos mais lucrativos negócios privados. Agora resumimos a participação do historiador Olmos Gaona, que mostra às páginas 33-35 como a cabeça financeira do país globalmente hegemônico no final do séculoContinuar lendo “O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas”