Se há uma “classe” a ser privilegiada, são as crianças

Ainda jovem, li uma declaração de um líder soviético de então que havia privilegiados na URSS: eram as crianças. Sempre que a vida se renova, nasce uma nova esperança. O Fundo de Desenvolvimento e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) foi aprovado por larga maioria em substitutivo ao projeto do governo. Isso significa que osContinuar lendo “Se há uma “classe” a ser privilegiada, são as crianças”

Nem corrupção, nem milícia

O, nesse caso, insuspeito Valor Econômico tabulou respostas de 600 brasileiros que, há dez dias, disseram que votariam em Bolsonaro se eleições estivessem ocorrendo no dia da pesquisa. A maioria declarou que está mais rica do que já esteve no passado Muito do que se sente ao ver imagens na imprensa foi confirmado. Querem maisContinuar lendo “Nem corrupção, nem milícia”

Todos pelos Correios

Quem é do século passado certamente lembrará que os Correios Brasileiros já dividiam com os Bombeiros o reconhecimento popular como instituição mais confiável do Brasil. Não é sem razão. 91% dos municípios brasileiros são atendidos pelos cem mil funcionários da estatal, dos quais 57 mil são carteiros. São mais de 11 mil agências e 25Continuar lendo “Todos pelos Correios”

Jetsons

A animação favorita da minha infância, nos 1960, certamente foi o desenho da Hanna Barbera: Os Jetsons. Quando visitei a Universal, no final do século passado, foi com Jorge que tirei uma foto, hoje perdida em algum canto do mundo do papel… Outras séries de TV como Nacional Kid, Flinstones e o nosso querido VigilanteContinuar lendo “Jetsons”

Fisioterapia, uma crônica sobre o trabalho consciente

Meu modesto contato com a fisioterapia resume-se a um antigo tratamento de reeducação postural global e a certeza da atuação inclusiva dos profissionais da especialidade quando alguma função motora não vai bem. Mesmo assim, escolhi aleatoriamente os fisioterapeutas como personagem da crônica de hoje, como um modelo de organização social e laboral que vale paraContinuar lendo “Fisioterapia, uma crônica sobre o trabalho consciente”

Trabalhador público, privado ou aposentado: quem ganha mais?

A Receita Federal publica anualmente os grandes números do Imposto de Renda da Pessoa Física. Os dados mais recentes referem-se ao ano-calendário 2018, declarados ano passado. Aqui estudamos as rendas de 28 milhões de brasileiros sujeitos ao tributo, excetuando-se dois milhões de microempreendedores individuais, pessoas sem natureza de ocupação definida e as declarações de espólioContinuar lendo “Trabalhador público, privado ou aposentado: quem ganha mais?”

Agenda de Guedes afundou o país e será um desastre no pós-pandemia, diz Oreiro

Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Professor Oreiro. Banco de Imagens da Câmara dos Deputados “Qual é o plano que Guedes tem para o pós-pandemia? Exatamente o mesmo que ele tinha antes da pandemia, ou seja, a agenda privatização-ajuste fiscal-abertura comercial. O problema é que essa agenda não estava dando certo antes da pandemia, por…

Como você imagina Santos daqui a 20 anos?

A Associação Comercial de Santos, em parceria com a Associação de Empresários da Construção Civil da Baixada Santista, trouxe o ex-prefeito de Maringá, Paraná, para estruturar o Conselho de Desenvolvimento de Santos. O Condesan, hoje hospedado da sede da ACS, promete ser um organismo com ampla participação da sociedade santista. O assessor Sílvio Barros apresentouContinuar lendo “Como você imagina Santos daqui a 20 anos?”

Ajuda imergencial

O ato ou efeito de imergir apresenta-se como o antônimo de emergência, daí a licença poética do título. Se o auxílio foi estabelecido pelo Congresso Nacional em R$ 600, menos que o salário mínimo, que razão há para retardar em 30 a 90 dias o saque em dinheiro da parcela? Nos tempos da gripezinha, eramContinuar lendo “Ajuda imergencial”

Colapso das finanças públicas?

Paulo Nogueira Batista Junior* A chave para superar as dificuldades fiscais está em buscar a retomada do crescimento econômico, lançando mão das políticas monetária e cambial, dos bancos públicos e da própria política fiscal para impulsionar a economia. Com a crise provocada pela pandemia, esperava-se deterioração marcada das contas públicas no Brasil. Mesmo assim, osContinuar lendo “Colapso das finanças públicas?”