Um novo dínamo para o desenvolvimento

João Furtado É pelo estágio que agendas de pesquisa podem ser enriquecidas e atualizadas numa escala que amplia de fato a importância da universidade A melhor contribuição que a universidade pode dar à sociedade e ao desenvolvimento do Brasil como um País soberano é a formação de pessoas altamente capacitadas, produtivas e engajadas ativamente naContinuar lendo “Um novo dínamo para o desenvolvimento”

A dualidade entre fixação e solidez

Liandro Souza Santos Em seu Pensando os conflitos entre o interesse público e privado, ele define o que são fixação e solidez e demonstra o que é hegemônico nas esferas pública e privada da convivência social humana. A fluidez evidencia o caráter transitório da vida, marcada por transformações contínuas e pela impossibilidade de permanência. NesseContinuar lendo “A dualidade entre fixação e solidez”

Tem início a Conferência da Soberania

Dia 25 de Fevereiro foi dada a largada para o que Marcelo Abreu, da AGE, qualificou de “Mutirão pela Soberania”: são doze temas em debate, com diversas atividades presenciais, remotas e híbridas espalhadas pelo território nacional, culminado com a Conferência da Soberania no mês de junho, em que a sociedade sintetizará os caminhos para oContinuar lendo “Tem início a Conferência da Soberania”

A reestruturação produtiva e o trabalho

Renato Rabelo Renato Rabelo completou a sua vida em 15.2.26, às vésperas do seu 84º aniversário, legando à Humanidade vasta produção teórica e prática para ajudar a libertar o Brasil e construir o socialismo. A Fundação Maurício Grabois, que foi por ele presidida, colecionou seus textos. Este é de 2019. Segundo Karl Marx, as RevoluçõesContinuar lendo “A reestruturação produtiva e o trabalho”

Arquitetos da mente

O Factotum Cultural reuniu seis fundadores da psicologia, com as seguintes contribuições: “Freud abriu feridas, Jung deu símbolos, Skinner deu controle,. Rogers deu acolhimento,. Beck deu método e Lacan deu vertigem.” A psicologia não nasceu pronta, mas foi construída pelos “arquitetos imperfeitos do invisível”. Assim, “talvez a maturidade psicológica não esteja em escolher uma escolaContinuar lendo “Arquitetos da mente”

Janeiro branco pela saúde mental

O Factotum Cultural explca que o Janeiro Branco é “um movimento social e cultural de alcance internacional, dedicado à mobilização da sociedade em torno da saúde mental”. Seus principais objetivos: As ações devem ser contínuas, com políticas públicas e campanhas empresariais permanentes que incentivem o cuidado com a saúde, promovendo uma melhor qualidade de vida. NaContinuar lendo “Janeiro branco pela saúde mental”

A hora dos predadores

O objetivo do novo livro de Giuliano Da Empoli é o de mostrar que existe uma nova elite dirigente mundial dividida em dois segmentos importantes, mostrando o o “novo cenário político global” e explorando “a convergência inquietante entre tecnologia, guerra e poder”. Para o autor, todo o campo diplomático construído no século XXI, em especialContinuar lendo “A hora dos predadores”

Literatura e filosofia: a ficção como espelho da condição humana

Farofa Fiolosófica traz anotações sobre três escritores filosóficos, ou três filósofos ficcionistas – Kafka, Dostoiévski e Clarice Lispector -, como exemplos de que “a literatura não é apenas arte: é também filosofia em forma de narrativa”.  Ao contar histórias, ela nos convida a encarar dilemas que a razão sozinha não resolve. Embora distintas em seusContinuar lendo “Literatura e filosofia: a ficção como espelho da condição humana”

A “câmara escura digital” e a consciência algoritmicamente modulada

Percival Henriques de Souza escreve para a Fundação Maurício Grabois sobre a moderna modulação da consciência pela inteligência artificial, destacando que o algoritmo de hoje difere da antiga fotografia, já que “não inverte a realidade para todos da mesma maneira”. Diante de pesquisa da Datafolha indicadora de que “34% dos brasileiros que se declaram petistasContinuar lendo “A “câmara escura digital” e a consciência algoritmicamente modulada”

A arte de escolher as batalhas certas

O líder da libertação vietnamita Ho Chi Minh ensinava que a boa luta pressupunha “muitos amigos, poucos inimigos e, de preferência, um de cada vez”. A escolher a batalha certa, “firme nos princípios, flexível na tática”. É sobre isso que trata a reflexão de Adriana, trazida no seu Expansão&Reflexão: casos em que “o sistema ouContinuar lendo “A arte de escolher as batalhas certas”