Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Nas últimas semanas tenho escrito neste espaço e no blog do Corecon-DF (https://corecondf.org.br/a-misallocation-ou-alocacao-ineficiente-de-recursos-explica-o-desenvolvimento-desigual-algumas-consideracoes-a-partir-da-literatura-de-crescimento-e-desenvolvimento-economico/?doing_wp_cron=1650208246.2216649055480957031250 e https://corecondf.org.br/diferencas-na-taxa-de-poupanca-e-no-capital-humano-explicam-por-que-os-paises-ricos-sao-ricos-e-os-paises-pobres-continuam-pobres/?doing_wp_cron=1650208276.2210750579833984375000) artigos nos quais argumento que a assim chamada “teoria convencional” (leia-se teoria neoclássica) tem uma enorme dificuldade para explicar a magnitude das diferenças internacionais dos níveis de renda per-capita. A teoria convencional procura explicar…
Arquivos do autor:Iso Sendacz
O último apaga a luz do aeroporto!
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
A recente onda migratória de brasileiros que vão para os EUA não é composta apenas por trabalhadores menos qualificados. O número de vistos de trabalho para mão de obra mais especializada tem crescido nos últimos anos, em um processo que pode custar pelo menos US$ 15 mil (cerca…
Há 69 anos a engenharia mora em São Carlos
Com informações de Cerilo Braga, em Memória São-Carlense A implantação da USP em São Carlos começa no ano de 1948, com a criação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). No entanto, foram cinco os anos de “gestação” da escola, até a aula inaugural… Há 69 anos, no dia 18 de abril de 1953, SãoContinuar lendo “Há 69 anos a engenharia mora em São Carlos”
Lygia Fagundes Telles
Aos 103 anos completou a sua vida Lygia Fagundes Telles. Quantos contos, prêmios literários e traduções da obra dela para outros idiomas terá contabilizado a “grande dama da literatura nacional”? Além das informações biográficas, a Hora do Povo destaca uma frase do seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, em 1985: Imaginai umaContinuar lendo “Lygia Fagundes Telles”
O cotidiano operário de Santos sob as sombras
Após retratar os cenários e personagens operários santistas da primeira parte da obra de mestrado de Rodrigo Rodrigues Tavares, apresentamos agora o terceiro bloco de A “Moscouzinha” Brasileira, referente aos dez anos de fechamento político que se seguiram à Intentona, período que compreendeu o chamado “Estado Novo”. A relativamente rápida derrota militar da Intentona deContinuar lendo “O cotidiano operário de Santos sob as sombras”
A “Moscouzinha” brasileira – 1945 a 1954
Quando após muitos anos as urnas se abriram em Santos em 1945, o candidato a presidente lançado pelo Partido Comunista Iedo Fiuzza contava na cidade com 45% dos votos. A combinação da liberdade de organização partidária, a liderança de um sem-número de entidades populares e o prestígio da URSS, que recém hasteara sua bandeira sobreContinuar lendo “A “Moscouzinha” brasileira – 1945 a 1954″
Bom fim-de-semana da Páscoa e do Pessach
#VacinaSim Musica em tempo de festas do Pessach e da Páscoa, um caça-palavras anedótico e, dia 19, dois eventos alusivos ao Levante do Gueto de Varsóvia e o Dia do Índio. Edição anterior
O Pessach e os metalúrgicos de São Bernardo
O isolamento social, agora atenuado, nos levou a contar histórias da Passagem à Liberdade de milênios atrás por meio de mensagem nesta página. Aqui estão as de 2020 e a de 2021. 662 mil de nossos patrícios não sobreviveram ao vírus, a maior parte dessas vidas prematuramente encerradas poderia ter sido salva, e comemoraríamos comContinuar lendo “O Pessach e os metalúrgicos de São Bernardo”
O imbróglio do Banco Central
O doutor em Economia e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do governo federal Paulo Kliass levanta pertinentes considerações em seu mais recente artigo no Vermelho. Após preambular a possível troca de comando no Executivo brasileiro, relaciona alguns dos “temas sensíveis e urgentes” da pauta econômica, a saber: “No que se refere à maioriaContinuar lendo “O imbróglio do Banco Central”
Diferenças na taxa de poupança e no capital humano explicam por que os países ricos são ricos e os países pobres continuam pobres?
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
É frequente ler-se em artigos de opinião na grande mídia que as diferenças de renda per-capita entre os países ricos e os países pobres se devem aos seguintes conjuntos de causas primárias ou imediatas, a saber: (i) diferenças entre as taxas de poupança; (ii) diferenças no estoque de capital…