Se a situação é de calamidade pública, por que a PEC emergencial não mexe nos juros, mas corta serviços públicos?

Enquanto os países desenvolvidos trabalham com 120% de suas receitas para combater as crises sanitária e econômica, e mesmo os emergentes se acreditam de 105%, o Brasil vai na contramão buscando limitar seus gastos em 95%, permitindo ao governante acionar cortes desde os 90% dos impostos arrecadados. Cortes sobre os direitos sociais, mas não sobreContinuar lendo “Se a situação é de calamidade pública, por que a PEC emergencial não mexe nos juros, mas corta serviços públicos?”

Ciência contra o obscurantismo e as desigualdades

Em seus diálogos com a comunidade, o Observatório Judaico dos Direitos Humanos Henry Sobel escalou a historiadora Lucia Chermont para mediar conversa com três cientistas candidatos à Câmara Municipal de suas cidades: Carol Moreira (12051, em Porto Alegre), Gui Cohen (40100, no Rio de Janeiro) e Mariana Moura (65300, em São Paulo). A líder paulistanaContinuar lendo “Ciência contra o obscurantismo e as desigualdades”

Santos democrática, com gestão colaborativa, transparente e eficiente

Reduzir desigualdades levando a cidade para todos os santistas Extraído do Programa do Movimento 65 É próprio da democracia a aferição permanente da vontade dos munícipes quanto aos rumos do desenvolvimento da sua cidade. São eles próprios que, de acordo com sua capacidade contributiva, formam os fundos municipais e a eles cabe direcionar a AdministraçãoContinuar lendo “Santos democrática, com gestão colaborativa, transparente e eficiente”