Português em Gotas e a literatura de cordel

O professor Roberto Ávila disponibiliza na rede mundial de computadores dezenas de aulas em página única, importantes para o domínio do idioma pátrio em seu Português em Gotas. Nas anotações de literatura, o cordel ocupa a página 8, com uma definição, uma atividade prática e a letra da iustrativa música de Francisco Diniz, gravada emContinuar lendo “Português em Gotas e a literatura de cordel”

A Semana de 1922, a literatura nacional e a revolução brasileira

Publicado originalmente em Blog do Renato:
Para Fábio Palácio e Adalberto Monteiro Existe uma sintomática inconsciência na Semana de Arte Moderna de 1922: o Brasil, como nação concreta – como nação que luta para se constituir enquanto tal – parece não existir, ou existir de forma muito tênue, para aqueles artistas e intelectuais que se…

Prá não dizer que não falei de flores

Na interpretação de Luiz Gonzaga, o Lua Geraldo Vandré Caminhando e cantando e seguindo a cançãoSomos todos iguais, braços dados ou nãoNas escolas, nas ruas, campos, construçõesCaminhando e cantando e seguindo a canção Vem, vamos embora, que esperar não é saberQuem sabe faz a hora, não espera acontecerVem, vamos embora, que esperar não é saberQuemContinuar lendo “Prá não dizer que não falei de flores”

O fantasma de Paquetá

Ilustração da Cartilha (Araújo) Quando o século 20 já despontava no horizonte santista, uma lenda tomou conta da cidade: o fantasma de Paquetá. O Novo Milênio trouxe a versão de Olavo Rodrigues, em sua Cartilha da História de Santos (1980). Julho de 1900. Afirmava-se que havia um fantasma no portão do Cemitério do Paquetá, na Rua Dr. Cócrane.Continuar lendo “O fantasma de Paquetá”

Luis Fernando Veríssimo

Luis Fernando Veríssimo é conhecido por sempre andar de mãos dadas com a mulher, do contrário “ela vai às compras”… O Cultura Genial traz, além de breve biografia, 8 histórias comentadas do escritor gaúcho. Ele iniciou sua carreira como escritor no final dos anos 60 no jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre. Foi quando começouContinuar lendo “Luis Fernando Veríssimo”

Lygia Fagundes Telles

Aos 103 anos completou a sua vida Lygia Fagundes Telles. Quantos contos, prêmios literários e traduções da obra dela para outros idiomas terá contabilizado a “grande dama da literatura nacional”? Além das informações biográficas, a Hora do Povo destaca uma frase do seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, em 1985: Imaginai umaContinuar lendo “Lygia Fagundes Telles”

Não sou doutor

Márcio Aurélio, no Jornal da Orla Um dos grandes “baratos” da vida é a capacidade de nos relacionarmos com outras pessoas. Para isso, basta nos tratarmos como iguais Não lembro de alguma vez ter me identificado espontaneamente por doutor. “Olá, sou o Dr Marcio Aurélio”. Quando isso ocorreu, foi circunstancial. Mas tenho amigos, que depoisContinuar lendo “Não sou doutor”

Manifesto

Paulo Mendes e Ronaldo Bertoletti Já conhecíamos o economista e servidor federal aposentado Paulo Mendes, em atividade líder dos funcionários das agências reguladoras, entre outros, por sua avaliação das elites brasileiras. O que se revela agora é a sua verve poética e musical autodidata. Outrora nos seus dezesseis anos, o candango nos legou a peçaContinuar lendo “Manifesto”

Thiago de Mello, dois poemas imortais

Um dos grandes nomes da poesia brasileira, Thiago de Mello, completou a sua obra nesta sexta-feira (14), em Manaus, aos 95 anos. Segundo amigos amazonenses, “o poeta partiu como um passarinho”.  (Ana Lucia, Hora do Povo) Madrugada Camponesa Madrugada camponesa, faz escuro ainda no chão, mas é preciso plantar. A noite já foi mais noite,Continuar lendo “Thiago de Mello, dois poemas imortais”

Dicas preparatórias para um ano realmente novo

#VacinaSim Que em 2022 o amor cante mais alto que o fuzil, a infantaria dance e resolvamos a criptocruzada da Paz. Também histórias de São Saruê e Itapira para ler e ouvir e um especial de Natal. Criptocruzada da Paz Paz, eirini, fred, heiwa, mir, pace, paix, pax, peace, pokoj, pyeonghwa, salam, shalom. Edição anterior