Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil

Embora o Índice de Gini tenha tenha permanecido estável entre 2022 e 2023, acima de 0,5 (mais próximo de 1, mais desigual), outros indicadores apontam uma melhora de até 10% na desigualdade de renda e riqueza no Brasil. É que mostram os Indicadores Sociais, em sua publicação mais recente. Como demonstrará em detalhes no artigoContinuar lendo “Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil”

Manchetes do dia – 17.12.2024

Julgamento é suspenso no TRE, mas já tem maioria para cassar Carla Zambelli Hora do Povo –  Acompanhado por outros magistrados, o relator ainda votou por tornar Carla Zambelli inelegível por oito anos por prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. “Não é demasiado se reconhecer que as condutasContinuar lendo “Manchetes do dia – 17.12.2024”

Manchetes do dia – 28.11.2024

Limitar ganho real do salário mínimo ao arcabouço fiscal agravará desigualdade, diz estudo da USP Hora do Povo –  O estudo do Made-USP simulou qual teria sido o efeito se essa política tivesse sido implementada desde 2000, assumindo o máximo de aumento anual (crescimento real de 2,5%) do salário mínimo. Guilherme Klein Martins, professor naContinuar lendo “Manchetes do dia – 28.11.2024”

Austeridade fiscal aprisiona o país no “círculo vicioso da pobreza e da desigualdade”

Paulo Kliass As relações econômicas e financeiras formais entre o Brasil e o Fundo Monetário Internacional (FMI) sempre foram marcadas por algum grau de conflito e tensão. Afinal, apesar da motivação das negociações ser o ingresso de recursos externos para auxiliar a situação do balanço de pagamentos de nosso País, em geral os governos apresentavamContinuar lendo “Austeridade fiscal aprisiona o país no “círculo vicioso da pobreza e da desigualdade””

Sobre a intermediação financeira

Em nosso livro O dinheiro, sua história e a acumulação financeira já havíamos apontado o rentismo, quer seja, a acumulação do dinheiro a partir de si mesmo e não da produção de novas mercadorias distintas do equivalente universal, como a fase terminal do desenvolvimento capitalista. O que Fernando Nogueira da Costa traz no artigo abaixoContinuar lendo “Sobre a intermediação financeira”

“É notável a estabilidade da concentração patrimonial ao longo do tempo”

Pedro Fandiño, Celia Kerstenetzky e Tais Simões, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostram no estudo abaixo comentado que, “apesar das mudanças profundas pela qual passou o Brasil desde o século XVII”, o tamanho da desigualdade no Brasil permanece razoavelmente estável, em dissonância com a tendência internacional de sua redução.

Uma outra Baixada Santista é possível

O Observatório das Metrópoles – núcleo Baixada Santista -, grupos de estudo da Unifesp e mais de duas dezenas de outras entidades reuniram-se em Fórum para ultimar uma carta de demandas que condense o desejo e os caminhos da melhoria da vida na região paulista. O objetivo do documento é municiar as Administrações e CâmarasContinuar lendo “Uma outra Baixada Santista é possível”

Há muito o que melhorar nas cidades brasileiras

Cidadania&Cultura traz análise de seu titular Fernando Nogueira da Costa sobre a avaliação global das mil melhores cidades para se viver, em que não se encontra nenhuma brasileira entre as duzentas mais bem colocadas. A pesquisa analisou 27 indicadores dessas mil cidades, que representavam 30% da população mundial e 60% do PIB do planeta no ano passado.Continuar lendo “Há muito o que melhorar nas cidades brasileiras”

Os banqueiros suiços seguem de olho na riqueza do Brasil

Quem não se lembra das famosas contas secretas na Suiça, extintas alguns anos atrás? Fernando Nogueira da Costa revela os planos de um antigo obsidiador suiço para crescer no Brasil sem comprar nada, apenas gestar fortunas próprias da desigualdade que impera no país.

Rendimento cresce, mas Brasil segue bastante desigual

Pesquisa do IBGE mostra o patamar mais alto de rendimento individual na série histórica brasileira, mas o Brasil segue sendo muito desigual. É o que destaca Fernando Nogueira da Costa em seu blogue: O 1% da população do país com maior rendimento domiciliar tinha um rendimento médio equivalente a 39,2 vezes o rendimento dos 40%Continuar lendo “Rendimento cresce, mas Brasil segue bastante desigual”