Problema econômico do mundo: prosperidade para todos

O World Inequality Lab (WIL) promoveu a sua terceira edição da Conferência mundial sobre desigualdade (World Inequality Conference – 2026), realizada na Escola parisiense de Economia (Paris School of Economics). A conferência contou com participantes de 58 nacionalidades diferentes e se concentrou na apresentação do Relatório global da justiça econômica (Global Justice Report).  No discurso de abertura, proferidoContinuar lendo “Problema econômico do mundo: prosperidade para todos”

Crescimento econômico brasileiro: indústria e/ou serviços?

Pedro Cafardo expressa suas dúvidas em coluna do Valor resumidas em duas perguntas: “será que o Brasil precisa necessariamente passar por uma industrialização pesada para enriquecer? O protagonismo dos serviços pode nos tirar do bloco da renda média?” Fernando Nogueira da Costa tece suas considerações a respeito: Ele analisa um ponto para o qual chamoContinuar lendo “Crescimento econômico brasileiro: indústria e/ou serviços?”

O Brasil posto de joelhos

O plano de “Tariflávio” Bolsonaro para submeter o Brasil a interesses estrangeiros desnudado pro Solon Saldanha em seu Virtualidades: ele “aceita ser um mero preposto, sem dignidade, sem autonomia real, comprovando que ele próprio e todo o seu grupo político são patriotas de ocasião e nada verdadeiros”. O candidato Flávio Bolsonaro, que nas eleições deContinuar lendo “O Brasil posto de joelhos”

Manchetes do dia – 20.5.2026

Capital Fictício versus Produtivo Cidadania e Cultura – A ideia de “dupla forma de capital fictício” no Brasil — financeira e fundiária — pode ser entendida como dois mecanismos distintos de capitalização de rendas futuras. Eles se reforçam mutuamente. Ambos transformam fluxos esperados de renda em estoques de riqueza negociáveis no presente. Dividendos da Petrobrás HoraContinuar lendo “Manchetes do dia – 20.5.2026”

Renda: trabalho x capital

O professor de economia da Unicamp Fernando Nogueira da Costa vai além da constatação de o capital apropriar-se de uma parte substancial da produção mercantil, extraída do trabalho dos produtores de forma cada vez mais concentrada. Nas suas palavras: A desigualdade no Brasil não é apenas um fenômeno de “quem ganha mais”, mas sim umaContinuar lendo “Renda: trabalho x capital”

Relatório sobre distribuição de renda – 2025

Quanto mais rico o brasileiro, maior fatia da renda nacional se apropria: O professor Fernando Nogueira da Costa faz extensa avaliação do conteúdo do Relatório de Distribuição de Renda produzido pelo Ministério da Fazenda. Do quadro acima deduz-se que, tendo os dois quartis mais pobres apenas 13,6% da renda nacional, o terceiro quartil se apropriaContinuar lendo “Relatório sobre distribuição de renda – 2025”

Onde a riqueza financeira está ultraconcentrada?

Fernando Nogueira da Costa explicita algumas diferenças entre as gestoras de fundos de investidores institucionais e fortuna pessoal dos bilionários. De comum, o rápido crescimento, ainda que a taxas distintas entre os grupos. Os bilionários têm USD 25 trilhões, enquanto os 500 maiores fundos gestores detém ativos de USD 140 trilhões. Em resumo, os bilionários detêm aContinuar lendo “Onde a riqueza financeira está ultraconcentrada?”

Brasil, 40 anos: regressão social

A Fundação Maurício Grabois organizou um seminário em quatro episódios sobre a tese de doutoramento na Economia da Unicamp de Marília Tunes, intitulada Brasil: um país sem destino? , com o objetivo de subsidiar a atualização do programa partidário do PCdoB. Os dez capítulos da obra agrupam-se em três partes, tratando sobre a regressão brasileiraContinuar lendo “Brasil, 40 anos: regressão social”

Manchetes do dia – 26.1.2026

O livro de Haddad e os caminhos contra o extermínio do emprego Jornal GGN – Luís Nassif: quais as implicações dessa revolução tecnológica sobre a economia e sobre a democracia? O primeiro impacto é o da acumulação de riqueza, processo em andamento e não apenas entre as empresas de tecnologia. A financeirização ampla da economiaContinuar lendo “Manchetes do dia – 26.1.2026”

Leituras de domingo – 25.1.2026

O cinema brasileiro não ficou bom agora, ele sempre foi Vermelho – Thiago Modernesi: foi o Cinema Novo, a partir do final dos anos 1950, que cravou o Brasil no mapa cultural mundial com uma estética única e um espírito questionador. Diretores como Glauber Rocha (Deus e o Diabo na Terra do Sol), Nelson PereiraContinuar lendo “Leituras de domingo – 25.1.2026”