Banco Central e a dolarização

Paulo Kliass “A dolarização, propiciada pela Resolução BCB nº 575, auxilia no processo de perda paulatina de soberania nacional, uma vez que os movimentos especulativos no nosso Balanço de Pagamentos tornam-se cada vez mais prováveis” O Banco Central (BC) adotou na semana passada mais uma medida regulamentadora a respeito da possibilidade de abertura e manutençãoContinuar lendo “Banco Central e a dolarização”

Em busca do desenvolvimento perdido

Às vésperas do pleito presidencial de 2026, o economista da UNB José Luiz Oreiro apresenta um manifesto à Nação brasileira, em busca do desenvolvimento perdido. Destacamos aqui alguns trechos endereçados aos Cidadãos da República Federativa do Brasil: O que vivenciamos no ciclo de 2024 a 2026 foi a dolorosa constatação de que o Brasil continuaContinuar lendo “Em busca do desenvolvimento perdido”

Manchetes do dia – 8.6.2026

É hora de discutir o extrativismo financeiro Jornal GGN – Sempre que uma nova riqueza natural surge no horizonte brasileiro — seja o pré-sal, o agronegócio ou as terras raras —, o país é assombrado pelo mesmo fantasma histórico: conseguiremos transformar esse potencial em desenvolvimento real ou repetiremos a velha sina de exportar recursos eContinuar lendo “Manchetes do dia – 8.6.2026”

Austeridade fiscal e juros

Paulo Kliass Lula tem diante de si uma chance de confirmar seu compromisso com o futuro de um Brasil soberano e desenvolvido. A última sexta-feira de maio foi marcada pelo anúncio oficial de medidas na área da política econômica que representam, de forma tão trágica quanto cristalina, quais são efetivamente as verdadeiras prioridades deste governo.Continuar lendo “Austeridade fiscal e juros”

Dinheiro: em se plantando, dá…

Daniel Féo Castro de Araújo Publicado originalmente na Associação Brasileira de Economistas pela Democracia – ABED sob o título Financeirização da agricultura no Brasil   A agricultura brasileira vive hoje uma transformação silenciosa, porém profunda, que redefine não apenas sua dinâmica produtiva, mas o próprio significado do território. Trata-se da financeirização da terra — processoContinuar lendo “Dinheiro: em se plantando, dá…”

Hora do Povo – edição nº 4.041

Toda a verdade em 8 página O presidente Lula tem manifestado preocupação em evitar que a explosão dos preços do petróleo a nível internacional, fruto da agressão dos EUA e Israel ao Irã, prejudiquem a economia brasileira. Neste sentido ele fez o anúncio da liberação de R$ 9 bilhões em investimentos na ampliação da produçãoContinuar lendo “Hora do Povo – edição nº 4.041”

Hora do Povo – edição nº 4.040

Toda a verdade em 8 páginas O Copom do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. A expectativa do país era de no mínimo 0,5 ponto percentual de redução. A decisão de reduzir a taxa Selic para 14,75% nominais, apontando para um juro real – descontada a inflação – ainda acimaContinuar lendo “Hora do Povo – edição nº 4.040”

Leituras de domingo – 8.3.2026

Rentismo, teu nome é solidão Outras Palavras – Crise civilizatória, por Ladislau Dowbor: algumas coisas vão muito além da América Latina, elas nos dizem respeito como seres humanos. Em meio à desigualdade brutal, maiorias vivem o inferno do trabalho massacrante e sem futuro, da pobreza e do impossível desfrute coletivo. Mas também os ricos, aindaContinuar lendo “Leituras de domingo – 8.3.2026”

A elevação dos salários precede os ganhos em complexidade econômica

O Eng. Miguel Manso, diretor de Políticas Públicas da Engenharia pela Democracia e pesquisador da Fundação Maurício Grabois em desenvolvimento nacional, demonstra, em dois artigos, a proeminência da elevação dos salários como alavanca para o aumento da complexidade econômica. O texto completo tem linque logo após a introdução de cada um dos artigos: Invertendo oContinuar lendo “A elevação dos salários precede os ganhos em complexidade econômica”

Enquanto os trabalhadores produzem toda a riqueza, os bancos lucram

Luiz Regadas recebeu 2.2.2026 no Café com Democracia da cearense TV Atitude Popular o professor Nelson Campos, Mestre em Educação pela Universidade Federal do Ceará, para conversar sobre política econômica e o impacto dos juros altos. À pergunta primordial, de quem o Banco Central é independente, Campos explicou que, diferentemente dos três setores da economiaContinuar lendo “Enquanto os trabalhadores produzem toda a riqueza, os bancos lucram”