
Em seu Economia e Complexidade, o professor Eleutério Prado procura ir além da resposta “sim” que imagina ser o conceito da maioria das pessoas, com o que concordamos.
Fenômeno próprio do desenvolvimento capitalista, a financeirização pode ser a fase última do hoje hegemônico modelo de relações de produção.
Ele assim conclui o estudo (grifos nossos), baseado também no debate indicado mais abaixo:
Em resumo, “os problemas que se apresentam agora” na história contemporâmea – dizem eles – “são problema do capitalismo; não se afiguram, portanto, como problemas criados pelas finanças num capitalismo que seria saudável de outra forma”.[9] Portanto, a própria tese de que a atividade de finanças se tornou excessiva a partir dos anos 1980 parece advir ainda da necessidade de justificar o capitalismo, mesmo que seja mitologicamente.
O contraditório entre estudiosos da economia.
