Toda a verdade em 8 páginas

Quando em 1979 entrava setembro e a boa nova andava nas ruas chegava às bancas a 1ª edição da Hora do Povo, cuja capa ilustrava exatamente o futuro vereador carioca Antonio Carlos de Carvalho em seu primeiro passeio após a Anistia, em Copacabana. Muitos são os ingredientes que levaram o revolucionário meio de comunicação aosContinuar lendo “Toda a verdade em 8 páginas”

Na marra, não pode!

Vem do iluminismo francês o apreço humano pela democracia, pelo debate de ideias e pela unidade de ação. Não por menos que a Constituição da República Federativa do Brasil funda-se no Estado Democrático de Direito. O poder que emana do povo e em seu nome é exercido não pode ser atacado senão segundo as regrasContinuar lendo “Na marra, não pode!”

Justiça Militar da União

Era o ano de 2005 quando finalmente pude honrar as minhas obrigações militares, das quais havia sido dispensado por problemas congênitos no longínquo 1977, ganhando então a condição de reservista do Exército brasileiro. A rigor, a bucólica casa da Avenida Brigadeiro albergava a Justiça Militar da União (JMU), que adentrei por concurso público. Não eraContinuar lendo “Justiça Militar da União”

Obrigação do Estado, trabalho do servidor

O Auditório Paulo Kobayashi, na Assembleia Legislativa de São Paulo, ficou lotado na tarde de ontem ao receber representantes de 8 centrais sindicais e dezenas de categorias de servidores públicos federais, estaduais e municipais para debate o desmonte do Estado brasileiro e suas consequências para a sociedade. O encontro estava originalmente programado para acontecer noContinuar lendo “Obrigação do Estado, trabalho do servidor”

Parasitismo desculpável?

A imensa generosidade dos servidores públicos na Cidade de São Paulo, em socorro aos afligidos pela maior enchente em décadas, talvez seja capaz de perdoar o senhor Paulo Guedes por suas lamentáveis palavras. O que não se pode desculpar a um Ministro de Estado é a assediosa referência a seus subordinados provados em concurso público,Continuar lendo “Parasitismo desculpável?”

Santos 474

Foi em janeiro de 1546 que Brás Cubas elevou o povoado de Enguagaçu, a nordeste da Ilha de São Vicente, à condição de Vila do Porto de Santos. Na área foi construída a primeira Santa Casa de Misericórdia das Américas, “de Todos os Santos”, como era conhecida. A ilha encantada com tantos filhos na históriaContinuar lendo “Santos 474”

Sanguessugas

Enquanto a operação Greenfield encontra-se em marcha lenta, em razão do foro privilegiado de um dos investigados, o Ministro da Economia Paulo Guedes reclama à imprensa de possível mobilização dos servidores públicos por reajuste salarial. O gráfico ao lado é ilustrativo das perdas salariais dos servidores especializados da União. Quando se fala em médicos, professoresContinuar lendo “Sanguessugas”

O privilégio de ser servidor público

Rememorando o que se costuma chamar de carreira, aquele período entre o primeiro registro em carteira e a aposentadoria, as duas últimas etapas coroaram uma ascensão que nem de longe foi principalmente salarial. O sopro congênito que desde jovem me penalizou nas atividades de educação física serviu de motivo concreto à minha desejada dispensa doContinuar lendo “O privilégio de ser servidor público”

Caminhos da independência

A história do Brasil também se escreve nas ruas de Santos Dentre os “tantos filhos na história” da “ilha encantada” do Hino da Cidade de Santos, já destacamos o maior deles, José Bonifácio, o fundador do Brasil. Relembramos a saneadora obra do engenheiro fluminense Saturnino de Brito, que em vinte anos fez um sistema deContinuar lendo “Caminhos da independência”

O Patriarca do Brasil

Entre “os filhos na história” de “uma ilha encantada” descritos no Hino da Cidade de Santos destaca-se José Bonifácio de Andrada e Silva, fundador do Estado de São Paulo e Patriarca da Independência, passos decisivos na materialização do sonho de fazermos deste imenso país uma grande Nação. A importância da sua obra para o BrasilContinuar lendo “O Patriarca do Brasil”