Revolta paulista de 1924

O Centro de Documentação e Memória da Unesp resgata o levante tenentista em São Paulo, deflagrado a 5 de Julho de 1924, a partir da tese de Maria Clara Spada de Castro, Revolta de 1924 em São Paulo: para além dos tenentes, defendida na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), A data, precursoraContinuar lendo “Revolta paulista de 1924”

A dialética da independência do Brasil

Carlos Pereira, na Hora do Povo O Brasil ainda não se libertou do colonialismo Há 36 anos, em novembro de 1989, foi assinado o Consenso de Washington, contendo dez orientações impostas pelo FMI e Banco Mundial. Era o auge da política imperialista de exploração dos povos, do neoliberalismo, da financeirização. Hoje o imperialismo está decadenteContinuar lendo “A dialética da independência do Brasil”

A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália

Quem traz essa memória impar da Força Expedicionária Brasileira na Itália, que abaixo reproduzimos, é o Momento Espírita, sob o título “A diplomacia da compaixão”. “Então, nos vêm à mente eventos da Segunda Guerra Mundial, que envolveram nossos pracinhas na Campanha no norte da Itália. Embora para as tropas aliadas tivesse sido estabelecida uma administraçãoContinuar lendo “A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália”

Os comunistas, a Revolução de 1930 e o projeto nacional brasileiro

Na página da Fundação Maurício Grabois, Carlos Lopes apresentou “análise sobre interpretações, disputas e revisões críticas do papel do Partido Comunista do Brasil no ciclo histórico que redefiniu o desenvolvimento do país”. O diretor da Hora do Povo situa o evento histórico: A Revolução de 1930 é o acontecimento mais importante de nossa história apósContinuar lendo “Os comunistas, a Revolução de 1930 e o projeto nacional brasileiro”

Luiz Gama – o advogado da liberdade

Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu livre em 1830, filho da “icônica Luiza Mahin” e um fidalgo português, que o vendeu como escravo aos dez anos, para saldar um dívida de jogo. Quem resgata a história é a Farofa Filosófica: Sua importância histórica é monumental: Luiz Gama usou o Direito como a principal arma contraContinuar lendo “Luiz Gama – o advogado da liberdade”

A escrava

Pioneira feminina no professorado, a maranhense Maria Firmina dos Reis, nascida pouco após a independência do Brasil, nos legou este conto às vésperas da abolição da escravatura e da Proclamação da República. Em um salão onde se achavam reunidas muitas pessoas distintas, e bem colocadas na sociedade e depois de versar a conversação sobre diversosContinuar lendo “A escrava”

Considerações sociais sobre o desenvolvimento capitalista no Brasil a partir da Revolução de 30

Detalhado estudo de Fernando Nogueira da Costa procura tratar da evolução sistêmica e social do capitalismo brasileiro, bem como dos mecanismos de acumulação de capital no país entre 1930 e os dias atuais. É evidente que a avaliação do professor sobre os dias atuais envolve premissas cujo cumprimento a ação pública depende das ações públicasContinuar lendo “Considerações sociais sobre o desenvolvimento capitalista no Brasil a partir da Revolução de 30”

Brasil e o mundo: a jornada de uma Nação rumo à Paz e Soberania

O Copilot da Microsoft extraiu deste Brasil e o mundo alguns conceitos sobre a construção do sonho de Tiradentes – transformar este imenso país em uma grande Nação. Ficou assim, com um ajuste no parágrafo final (grifos pela IA, linques pelo editor): Desde o início do século XX, o Brasil tem trilhado um caminho repletoContinuar lendo “Brasil e o mundo: a jornada de uma Nação rumo à Paz e Soberania”

A trajetória de Hersch Schechter

Em Jornalismo e Revolução no Século XX, Dina Lida Kinoshita conta a história de Hersch Schechter. Logo no prefácio, Esther Kuperman define o personagem biografado na obra: Contar a história de Hersh Schechter é falar sobre a melhor parte da Humanidade. Ele foi um ser humano imprescindível. Sua generosidade em oferecer seu tempo ao projetoContinuar lendo “A trajetória de Hersch Schechter”

Tiradentes, as lutas de libertação nacional e o imperialismo de hoje

“Tiradentes não se acabou nem se acaba. Prossegue em nós, latejando. Pelos séculos continuará clamando na carne dos netos de nossos netos, cobrando de cada qual sua dignidade, seu amor á liberdade” (Darcy Ribeiro) Em 2021, André Cardoso, do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social, e Juliane Furno, economista-chefe do Instituto para Reforma das Relações entreContinuar lendo “Tiradentes, as lutas de libertação nacional e o imperialismo de hoje”