O padre brasileiro que inventou a máquina de escrever

Escrever dava trabalho há dois séculos. A toda hora, era preciso molhar a pena no tinteiro ou mudar de lápis. Muitas vezes nem os taquígrafos, que se gabavam de registrar sinais no papel com a mesma velocidade da fala, conseguiam decifrar suas anotações. Não por acaso criar uma máquina de escrever era sonho de váriosContinuar lendo “O padre brasileiro que inventou a máquina de escrever”

Dez heróis da Pátria na história

A página “Portugués acelerado“ traz muitos elementos, em castelhano, aos visitantes e imigrantes que querem conhecer e se integrar à vida no Brasil. Neste Dia da Pátria selecionamos e traduzimos a escolha do editor de dez dos muitos abnegados brasileiros que contribuíram para que o mundo fosse um lugar para todos vivermos. Que sigamos soberanosContinuar lendo “Dez heróis da Pátria na história”

Antes da industrialização, onde estava o Brasil?

Paulo Gala e Felipe Augusto historiam a industrialização da era Vargas, comparando indicadores das vésperas da Revolução de 30 com aqueles que antecederam a primazia do neoliberalismo na economia brasileira. Eles respondem à questão “O que aconteceu com o Brasil durante o período em que ele se industrializou, urbanizou e construiu capacidade estatal?” A respostaContinuar lendo “Antes da industrialização, onde estava o Brasil?”

A origem chimanga do trabalhismo e o lenço vermelho maragato

O Trabalhismo brasileiro possui uma trajetória fascinante marcada pela absorção e transformação de símbolos históricos. Embora suas raízes ideológicas e institucionais estejam profundamente fincadas na tradição chimanga, a imagem pública do movimento acabou imortalizada por um elemento emprestado de seus antigos adversários: o lenço vermelho maragato. Como ensina Luiz Müller no artigo abaixo, os conflitos deContinuar lendo “A origem chimanga do trabalhismo e o lenço vermelho maragato”

Revolta paulista de 1924

O Centro de Documentação e Memória da Unesp resgata o levante tenentista em São Paulo, deflagrado a 5 de Julho de 1924, a partir da tese de Maria Clara Spada de Castro, Revolta de 1924 em São Paulo: para além dos tenentes, defendida na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), A data, precursoraContinuar lendo “Revolta paulista de 1924”

A dialética da independência do Brasil

Carlos Pereira, na Hora do Povo O Brasil ainda não se libertou do colonialismo Há 36 anos, em novembro de 1989, foi assinado o Consenso de Washington, contendo dez orientações impostas pelo FMI e Banco Mundial. Era o auge da política imperialista de exploração dos povos, do neoliberalismo, da financeirização. Hoje o imperialismo está decadenteContinuar lendo “A dialética da independência do Brasil”

A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália

Quem traz essa memória impar da Força Expedicionária Brasileira na Itália, que abaixo reproduzimos, é o Momento Espírita, sob o título “A diplomacia da compaixão”. “Então, nos vêm à mente eventos da Segunda Guerra Mundial, que envolveram nossos pracinhas na Campanha no norte da Itália. Embora para as tropas aliadas tivesse sido estabelecida uma administraçãoContinuar lendo “A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália”

Os comunistas, a Revolução de 1930 e o projeto nacional brasileiro

Na página da Fundação Maurício Grabois, Carlos Lopes apresentou “análise sobre interpretações, disputas e revisões críticas do papel do Partido Comunista do Brasil no ciclo histórico que redefiniu o desenvolvimento do país”. O diretor da Hora do Povo situa o evento histórico: A Revolução de 1930 é o acontecimento mais importante de nossa história apósContinuar lendo “Os comunistas, a Revolução de 1930 e o projeto nacional brasileiro”

Luiz Gama – o advogado da liberdade

Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu livre em 1830, filho da “icônica Luiza Mahin” e um fidalgo português, que o vendeu como escravo aos dez anos, para saldar um dívida de jogo. Quem resgata a história é a Farofa Filosófica: Sua importância histórica é monumental: Luiz Gama usou o Direito como a principal arma contraContinuar lendo “Luiz Gama – o advogado da liberdade”

A escrava

Pioneira feminina no professorado, a maranhense Maria Firmina dos Reis, nascida pouco após a independência do Brasil, nos legou este conto às vésperas da abolição da escravatura e da Proclamação da República. Em um salão onde se achavam reunidas muitas pessoas distintas, e bem colocadas na sociedade e depois de versar a conversação sobre diversosContinuar lendo “A escrava”