Trabalhador público, privado ou aposentado: quem ganha mais?

A Receita Federal publica anualmente os grandes números do Imposto de Renda da Pessoa Física. Os dados mais recentes referem-se ao ano-calendário 2018, declarados ano passado. Aqui estudamos as rendas de 28 milhões de brasileiros sujeitos ao tributo, excetuando-se dois milhões de microempreendedores individuais, pessoas sem natureza de ocupação definida e as declarações de espólioContinuar lendo “Trabalhador público, privado ou aposentado: quem ganha mais?”

Agenda de Guedes afundou o país e será um desastre no pós-pandemia, diz Oreiro

Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Professor Oreiro. Banco de Imagens da Câmara dos Deputados “Qual é o plano que Guedes tem para o pós-pandemia? Exatamente o mesmo que ele tinha antes da pandemia, ou seja, a agenda privatização-ajuste fiscal-abertura comercial. O problema é que essa agenda não estava dando certo antes da pandemia, por…

Como você imagina Santos daqui a 20 anos?

A Associação Comercial de Santos, em parceria com a Associação de Empresários da Construção Civil da Baixada Santista, trouxe o ex-prefeito de Maringá, Paraná, para estruturar o Conselho de Desenvolvimento de Santos. O Condesan, hoje hospedado da sede da ACS, promete ser um organismo com ampla participação da sociedade santista. O assessor Sílvio Barros apresentouContinuar lendo “Como você imagina Santos daqui a 20 anos?”

Ajuda imergencial

O ato ou efeito de imergir apresenta-se como o antônimo de emergência, daí a licença poética do título. Se o auxílio foi estabelecido pelo Congresso Nacional em R$ 600, menos que o salário mínimo, que razão há para retardar em 30 a 90 dias o saque em dinheiro da parcela? Nos tempos da gripezinha, eramContinuar lendo “Ajuda imergencial”

Colapso das finanças públicas?

Paulo Nogueira Batista Junior* A chave para superar as dificuldades fiscais está em buscar a retomada do crescimento econômico, lançando mão das políticas monetária e cambial, dos bancos públicos e da própria política fiscal para impulsionar a economia. Com a crise provocada pela pandemia, esperava-se deterioração marcada das contas públicas no Brasil. Mesmo assim, osContinuar lendo “Colapso das finanças públicas?”

Litoral Paulista nos anos 1960

Os petroleiros do litoral paulista trouxeram o pesquisador Antonio Fernandes Neto para contar sobre a vida dos trabalhadores da Baixada Santista há 60 anos. Neto, como é conhecido, relembrou que o ambiente econômico no Brasil pré-64 era adverso, com desemprego e inflação elevados e escassez de alimentos. Se de um lado os trabalhadores conquistavam umContinuar lendo “Litoral Paulista nos anos 1960”

Presidente Peter Pan

Voltam à imprensa comentários sobre o sonho de Bolsonaro de deixar o Brasil parecido com “42, 52 anos atrás”, dois anos depois da promessa eleitoral famosa. Ao Presidente da República correspondia o tempo da puberdade, antes ainda de seus atos de terrorismo de baixa potência e da sua quase inócua carreira parlamentar, em que, mêsContinuar lendo “Presidente Peter Pan”

As lições do topo do mundo

O alpinista equatoriano Ivan Vallejos nos conta uma história que vale para os dias de hoje e para toda a vida. “Em maio de 1999, na primeira escalada no Everest, um colega alpinista, Pascal, da Bélgica, chegou ao topo da montanha mas, lamentavelmente, morreu na descida. Em maio de 2002, meu companheiro de expedição, ChrisContinuar lendo “As lições do topo do mundo”

A engenharia e o bem público

Mais uma vez o Centro Democrático dos Engenheiros produziu interessante conhecimento, ao trazer o presidente da Academia Paulista de Direito, Desembargador da Justiça paulista Alfredo Attié. Em nome do CDE, Luiz Proost referiu-se a artigo seu na APD e definiu a engenharia como a produção de soluções objetivas aos problemas da vida, com economia eContinuar lendo “A engenharia e o bem público”

Perpétua Almeida: Eletrobras, uma energia indispensável

Publicado originalmente em Blog do Renato:
O Brasil perdeu 7,8 milhões de empregos, entre março e maio; o número de vagas formais caiu ao menor nível da história e, pela primeira vez, mais da metade da população economicamente ativa está desocupada — 87,7 milhões de brasileiros. Essa é a dimensão da segunda grande tragédia do…