Manchetes do dia – 8.6.2026

Jornal GGN – Sempre que uma nova riqueza natural surge no horizonte brasileiro — seja o pré-sal, o agronegócio ou as terras raras —, o país é assombrado pelo mesmo fantasma histórico: conseguiremos transformar esse potencial em desenvolvimento real ou repetiremos a velha sina de exportar recursos e importar prosperidade? E agora consolidou-se a forma mais sofisticada e rentável de espoliação da nossa história: o extrativismo financeiro.

Vermelho – Com alta de 0,7% em abril, a produção industrial brasileira apresentou o quarto mês seguido de crescimento. No acumulado desses meses, a indústria avançou 4,4%, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo IBGE. Em comparação com o patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), a indústria está em um patamar 4,7% superior. Já em relação ao recorde, alcançado em maio de 2011, está 12,9% abaixo.

Hora do Povo – Entidades manifestam “confiança de que o governo brasileiro seguirá conduzindo esse processo com reA União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e a Bioenergia Brasil rebatem, por meio de nota, o questionamento apresentado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos a respeito do acesso do etanol americano ao mercado brasileiro. Entidades manifestam “confiança de que o governo brasileiro seguirá conduzindo esse processo com responsabilidade, firmeza e competência diplomática, em defesa dos interesses estratégicos do país”.

Hora do Povo – A União Europeia (UE) oficializou a sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto entra em vigor a partir do próximo dia 3.9.26, mas Argentina, Paraguai e Uruguai seguem autorizados a exportar ao velho continente. A exclusão destes produtos agropecuários brasileiros combina com reclamos dos agricultores europeus, principalmente franceses, que são contrários ao tratado por entenderem que o Brasil levaria vantagem em custos de produção.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

O Brasil posto de joelhos

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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