A Associação Brasileira de Economistas pela Democracia vem juntar sua voz a toda a sociedade civil em defesa das instituições democráticas, do respeito ao processo eleitoral e a seus resultados. Ameaças de invalidar a manifestação das urnas no próximo pleito vem se avolumando. Pequenos grupamentos sociais têm se locupletado com a crise política, econômica eContinuar lendo “Economistas conclamam: “Pela democracia, contra o golpe, contra a miséria e a desordem social””
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Neoliberalismo não é [só] uma política econômica, é a dilaceração da civilização humana
Marcus Atalla, no Brasil 247 Não basta apenas trocar a política econômica neoliberal, são necessárias mudanças estruturais e profundas A mais renomada filósofa brasileira, Marilena Chaui constata que o Neoliberalismo é muito mais que uma política econômica. É uma forma de pensar, uma ideologia destrutiva de tudo que a humanidade considera civilizatório. Aniquila todas asContinuar lendo “Neoliberalismo não é [só] uma política econômica, é a dilaceração da civilização humana”
Reducionismo da Economia às Expectativas
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
An Experiment on a Bird in an Air Pump by Joseph Wright of Derby, 1768 Expectativas de inflação são cruciais para a determinação da própria inflação. Quando a inflação esperada é muito baixa, os agentes econômicos não se preocupam em reajustar preços e salários por conta da perda…
O melhor do mês – Abril de 2022
+lida Destaque de crítica Algumas histórias do Brasil, mazelas econômicas do nosso tempo e aonde queremos chegar. Edição de Março Vacina Sim!
As diferenças na dotação de fatores de produção pode explicar as diferenças observadas na complexidade econômica entre os países?
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Nas últimas semanas tenho escrito neste espaço e no blog do Corecon-DF (https://corecondf.org.br/a-misallocation-ou-alocacao-ineficiente-de-recursos-explica-o-desenvolvimento-desigual-algumas-consideracoes-a-partir-da-literatura-de-crescimento-e-desenvolvimento-economico/?doing_wp_cron=1650208246.2216649055480957031250 e https://corecondf.org.br/diferencas-na-taxa-de-poupanca-e-no-capital-humano-explicam-por-que-os-paises-ricos-sao-ricos-e-os-paises-pobres-continuam-pobres/?doing_wp_cron=1650208276.2210750579833984375000) artigos nos quais argumento que a assim chamada “teoria convencional” (leia-se teoria neoclássica) tem uma enorme dificuldade para explicar a magnitude das diferenças internacionais dos níveis de renda per-capita. A teoria convencional procura explicar…
O último apaga a luz do aeroporto!
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
A recente onda migratória de brasileiros que vão para os EUA não é composta apenas por trabalhadores menos qualificados. O número de vistos de trabalho para mão de obra mais especializada tem crescido nos últimos anos, em um processo que pode custar pelo menos US$ 15 mil (cerca…
Diferenças na taxa de poupança e no capital humano explicam por que os países ricos são ricos e os países pobres continuam pobres?
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
É frequente ler-se em artigos de opinião na grande mídia que as diferenças de renda per-capita entre os países ricos e os países pobres se devem aos seguintes conjuntos de causas primárias ou imediatas, a saber: (i) diferenças entre as taxas de poupança; (ii) diferenças no estoque de capital…
Brasil 2022: A Crônica da Servidão Consentida
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
No início de 2006 eu escrevi um artigo com o então Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Rodrigo rocha Loures (pai), e Carlos Artur Krueger Passos, então consultor da FIEP e professor da UFPR intitulado “Desindustrialização: a crônica da servidão consentida” (https://revistas.ufpr.br/ret/article/view/28936/18905) , o qual…
O melhor do mês – Março de 2022
+lida Destaque de crítica Superar o modelo rentístico-dependente no Brasil Centenário do PCdoB e um pouco da história de Santos Edição de Fevereiro Vacina Sim!
O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!
Paulo Gala / Economia & Finanças O professor doutor da FGV Paulo Gala, economista-chefe e CEO em instituições financeiras e fundos de investimentos, traz dados reveladores do setor público brasileiro. De se notar que, no país, a mineração e os serviços de utilidade pública, líderes em produtividade e “acima do gráfico” tanto no Brasil comoContinuar lendo “O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!”