Economistas conclamam: “Pela democracia, contra o golpe, contra a miséria e a desordem social”

A Associação Brasileira de Economistas pela Democracia vem juntar sua voz a toda a sociedade civil em defesa das instituições democráticas, do respeito ao processo eleitoral e a seus resultados. Ameaças de invalidar a manifestação das urnas no próximo pleito vem se avolumando. Pequenos grupamentos sociais têm se locupletado com a crise política, econômica eContinuar lendo “Economistas conclamam: “Pela democracia, contra o golpe, contra a miséria e a desordem social””

Neoliberalismo não é [só] uma política econômica, é a dilaceração da civilização humana

Marcus Atalla, no Brasil 247 Não basta apenas trocar a política econômica neoliberal, são necessárias mudanças estruturais e profundas A mais renomada filósofa brasileira, Marilena Chaui constata que o Neoliberalismo é muito mais que uma política econômica. É uma forma de pensar, uma ideologia destrutiva de tudo que a humanidade considera civilizatório. Aniquila todas asContinuar lendo “Neoliberalismo não é [só] uma política econômica, é a dilaceração da civilização humana”

Reducionismo da Economia às Expectativas

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
An Experiment on a Bird in an Air Pump by Joseph Wright of Derby, 1768 Expectativas de inflação são cruciais para a determinação da própria inflação. Quando a inflação esperada é muito baixa, os agentes econômicos não se preocupam em reajustar preços e salários por conta da perda…

As diferenças na dotação de fatores de produção pode explicar as diferenças observadas na complexidade econômica entre os países?

Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Nas últimas semanas tenho escrito neste espaço e no blog do Corecon-DF (https://corecondf.org.br/a-misallocation-ou-alocacao-ineficiente-de-recursos-explica-o-desenvolvimento-desigual-algumas-consideracoes-a-partir-da-literatura-de-crescimento-e-desenvolvimento-economico/?doing_wp_cron=1650208246.2216649055480957031250 e https://corecondf.org.br/diferencas-na-taxa-de-poupanca-e-no-capital-humano-explicam-por-que-os-paises-ricos-sao-ricos-e-os-paises-pobres-continuam-pobres/?doing_wp_cron=1650208276.2210750579833984375000) artigos nos quais argumento que a assim chamada “teoria convencional” (leia-se teoria neoclássica) tem uma enorme dificuldade para explicar a magnitude das diferenças internacionais dos níveis de renda per-capita. A teoria convencional procura explicar…

O último apaga a luz do aeroporto!

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
A recente onda migratória de brasileiros que vão para os EUA não é composta apenas por trabalhadores menos qualificados. O número de vistos de trabalho para mão de obra mais especializada tem crescido nos últimos anos, em um processo que pode custar pelo menos US$ 15 mil (cerca…

Diferenças na taxa de poupança e no capital humano explicam por que os países ricos são ricos e os países pobres continuam pobres?

Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
É frequente ler-se em artigos de opinião na grande mídia que as diferenças de renda per-capita entre os países ricos e os países pobres se devem aos seguintes conjuntos de causas primárias ou imediatas, a saber: (i) diferenças entre as taxas de poupança; (ii) diferenças no estoque de capital…

Brasil 2022: A Crônica da Servidão Consentida

Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
No início de 2006 eu escrevi um artigo com o então Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Rodrigo rocha Loures (pai), e Carlos Artur Krueger Passos, então consultor da FIEP e professor da UFPR intitulado “Desindustrialização: a crônica da servidão consentida” (https://revistas.ufpr.br/ret/article/view/28936/18905) , o qual…

O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!

Paulo Gala / Economia & Finanças O professor doutor da FGV Paulo Gala, economista-chefe e CEO em instituições financeiras e fundos de investimentos, traz dados reveladores do setor público brasileiro. De se notar que, no país, a mineração e os serviços de utilidade pública, líderes em produtividade e “acima do gráfico” tanto no Brasil comoContinuar lendo “O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!”