Paulo Kliass, no Vermelho Em pouco mais de um ano, a Selic sofreu um incremento de quase 500%. Para ficarmos em uma linguagem tão grata ao financês, não há sociedade que resista impunemente a tal arrocho da política monetária. Mais uma vez, na semana passada, a fina flor da tecnocracia do financismo no comando daContinuar lendo “Copom segue contra o Brasil”
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O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!
Paulo Gala / Economia & Finanças O professor doutor da FGV Paulo Gala, economista-chefe e CEO em instituições financeiras e fundos de investimentos, traz dados reveladores do setor público brasileiro. De se notar que, no país, a mineração e os serviços de utilidade pública, líderes em produtividade e “acima do gráfico” tanto no Brasil comoContinuar lendo “O setor público brasileiro tem produtividade bem alta e emprega relativamente pouco!”
BC prevê juros a 12,25% este ano
Hora do Povo Se a inflação se prevê em 5,5% para 2022 e o juro médio, digamos, fique em 11% (9,35% após imposto exclusivo na fonte), nesse cenário o juro real não será menor que 3,65%. Sobre uma base superior a R$ 5,6 trilhões, a transferência de recursos públicos seria de R$ 204 bilhões acimaContinuar lendo “BC prevê juros a 12,25% este ano”
Salário-mínimo sobe para mil euros na Espanha
De acordo com Clemente Ganz, no Vermelho, a partir deste ano nenhum trabalhador na Espanha recebe menos de mil euros de salários, que são catorze a cada doze meses. As centrais que já haviam pactuado o valor com os sindicatos patronais agora firmaram com o governo acordo semelhante, estendendo aos demais trabalhadores o piso remuneratório.Continuar lendo “Salário-mínimo sobe para mil euros na Espanha”
Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias (RNDBF) e Consumo de Poupança Prévia
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Em termos reais o gráfico ilustra bem a Era Socialdesenvolvimentista (2003-2014) face à volta da Velha Matriz Neoliberal (2016-2022) Uma estimativa mensal da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias (RNDBF), desenvolvida pelo Banco Central, substituirá a estimativa da Massa Salarial Ampliada Disponível (MSAD), uma medida de renda considerando,…
A dívida pública como [um dos melhores] negócio privado
Quando da exposição que fizemos à RBA Litoral sobre as perspectivas do Brasil para 2022, a dívida pública e o dispêndio anual de juros sobre ela, mais relevante que a própria folha de salários da União, suscitou a questão trazida por um ouvinte, assinante também desta página: “por qual razão tivemos essa elevação da dívidaContinuar lendo “A dívida pública como [um dos melhores] negócio privado”
Desindustrialização e dolarização no Brasil
O professor titular do Instituto de Economia da Unicamp, Fernando Nogueira da Costa, tratou em seu blogue Cidadania&Cultura, que assinamos, sobre a nova regulamentação do mercado de câmbio no Brasil e a participação brasileira na feira chinesa de importação. Os temas ganham conexão por serem, ambos, relacionados à posição do Brasil na cadeia global deContinuar lendo “Desindustrialização e dolarização no Brasil”
1% mais rico tem 35 vezes a renda dos 50% mais pobres
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Alessandra Saraiva e Lucianne Carneiro (Valor, 22/11/21) informam: em 2020, o rendimento médio mensal das pessoas do grupo de 1% com melhor rendimento foi de R$ 15.816 por mês, em média, o que correspondeu a 34,9 vezes o rendimento dos 50% com os menores rendimentos (rendimento médio de…
Perspectivas das Finanças Públicas na Década dos 20s
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
O desafio de estabilizar a dívida no nível atual, de cerca de 82% do Produto Interno Bruto (PIB), requer que a União converta o déficit primário, estimado em 1,6% do PIB em 2021, em superávit de 1% do PIB em cinco anos e, nesse período, venda 5,3% do…
Inversão da Curva de Juros: Curva de Futuros ou Longos menos Inclinada face à Curva de Juros Curtos
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
O que se lê costumeiramente no jornalismo econômico? Apenas o truísmo da palavrinha-mágica – credibilidade –, sustentando a forma correta de estimular a economia ser pela credibilidade da política monetária. “Eu vou lá e reduzo os juros, porque eu quero dar um impulso à economia. Provavelmente, o que vai ocorrer…