Autonomia do BCB: vetos de Bolsonaro permitem diretor banqueiro e sem dedicação exclusiva ao interesse público

A Lei Complementar nº 179, de 24.2.2021, “Define os objetivos do Banco Central do Brasil e dispõe sobre sua autonomia e sobre a nomeação e a exoneração de seu Presidente e de seus Diretores”. Já tratamos sobre a missão expandida do BCB em Autonomia Independente? e havíamos projetado o modelo cidadão de autoridade monetária emContinuar lendo “Autonomia do BCB: vetos de Bolsonaro permitem diretor banqueiro e sem dedicação exclusiva ao interesse público”

Bancões e Banquetas: Leia a Pesquisa

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
No passado, jornal no dia seguinte só servia para “embrulhar peixe”. Aí, os peixeiros inovadores, para provar o peixe ser fresco, passaram a embrulhar com o jornal do dia! Hoje, jornais impressos estão deixando de ser lidos. E os digitais só têm suas manchetes lidas com vista-d’olhos em smartphones ou tablets.…

Banco Central Utópico: Crítica ao Real

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Andre de Melo Modenesi é professor associado ao Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador do CNPq. Publicou artigo muito didático (Le Monde Diplomatique, 20 de agosto de 2020) sobre a atuação ideal da Autoridade Monetária de acordo com a teoria pós-keynesiana, MMT…

O insaciável apetite dos bancos

Paulo Kliass O Vermelho trouxe novo artigo de Paulo Kliass com análise sobre o setor financeiro no Brasil, ao qual cabe somente um complemento de nossa parte. Em países como os EUA e a China é dever do Banco Central nacional, ao par preservar o poder de compra da moeda e bom funcionamento sistema financeiro,Continuar lendo “O insaciável apetite dos bancos”

R$ 1,2 trilhão liberado. Para quem?

A seção regional gaúcha do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central – Sinal – reuniu especialistas para debater sobre a injeção de liquidez aos bancos, liberada no primeiro dia da calamidade pública. Sob mediação de Luiz Fernando Trasel, Especialista do Banco Central e dirigente sindical, reuniram-se mestres e doutores em Direito e Economia paraContinuar lendo “R$ 1,2 trilhão liberado. Para quem?”

Desigualdade da riqueza financeira no Brasil

Somos assinantes do blogue Cidadania&Cultura. E, graças à iniciativa da Associação dos Funcionários do BNDES, tivemos a honra de ouvir ao vivo seu titular, também da Economia da Unicamp, Fernando Nogueira da Costa. O acadêmico explicou que o desenvolvimento capitalista demanda, além de capital, crédito a quem detenha o primeiro. Enquanto este foi farto noContinuar lendo “Desigualdade da riqueza financeira no Brasil”

Como trabalhar com um chefe destes?

Provavelmente foi figurativa a linguagem. Mas quando o chefe dos servidores públicos diz que cada um tem que trabalhar “com uma granada no bolso”, como assegurar um bom desemprenho dos seus subordinados? Com duzentos reais por mês? O sujeito não fez, nem muito menos passou, em qualquer concurso público, nem aqui nem no Chile. AchaContinuar lendo “Como trabalhar com um chefe destes?”

Desembolsos do BNDES caem ao menor nível desde 1997

Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Fabio Graner (Valor, 13/05/2020) informa: enquanto a taxa Selic, referência de curto prazo na economia, está em queda e atinge as mínimas históricas, a Taxa de Longo Prazo (TLP), referência para os empréstimos do BNDES, sobe há cinco meses consecutivos. Para os contratos a serem assinados em maio,…

Juros mais altos na recessão – conclusão

No artigo introdutório, procuramos demonstrar que o dinheiro, a par de equivalente universal das mercadorias, é ele próprio objeto de intermediação mercantil. Nessa condição, o preço do dinheiro – a taxa de juros – deveria ser regulado pela famosa lei da oferta da procura do capitalismo. Assim, quanto menos dinheiro disponível, mais caro ele é.Continuar lendo “Juros mais altos na recessão – conclusão”

Juros mais altos na recessão – uma introdução

Yuval Harari, o famoso historiador, está correto quando afirma que o dinheiro – o seu valor, não as cédulas e moedas que o representam – é fruto da imaginação humana. Nos tempos modernos, institui-se o ouro como equivalente universal das mercadorias, aqueles itens que os produtores queriam trocar entre si. Imaginem um costureiro produzindo máscarasContinuar lendo “Juros mais altos na recessão – uma introdução”