Comércio exterior brasileiro: trocar com a China comódites por industrialização

O economista brasileiro Elias Jabbour está em Xangai, China, como assessor econômico do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos BRICS, presidido por Dilma Roussef. Sinólogo experiente, segue estudando a atualidade do país asiático e seu caminho próprio para o socialismo, bem como a utilidade da milenar sabedoria para a independência brasileira. Em conversa sobreContinuar lendo “Comércio exterior brasileiro: trocar com a China comódites por industrialização”

A crescente dependência brasileira dos interesses externos

Fernando Nogueira da Costa mapeia o Investimento Estrangeiro Direto e a participação de empresas multinacionais no Brasil, que é hegemônica não apenas do setor automobilístico. Em muitos casos não há indústria nova, mas a simples alienação de empresas nacionais. Essas aquisições e investimentos estrangeiros trazem benefícios, como acesso a novas tecnologias e mercados, mas tambémContinuar lendo “A crescente dependência brasileira dos interesses externos”

Tirem as mãos da previdência

Paulo Kliass Mais um agradinho ao núcleo do financismo… Nem Temer nem Bolsonaro tiveram a coragem de levar em frente. O assim chamado “novo arcabouço fiscal” completou oito meses de vida há poucos dias. A Lei Complementar nº 200 foi promulgada no dia 30 de agosto do ano passado e foi a malandragem maldosa concebida por FernandoContinuar lendo “Tirem as mãos da previdência”

Os banqueiros suiços seguem de olho na riqueza do Brasil

Quem não se lembra das famosas contas secretas na Suiça, extintas alguns anos atrás? Fernando Nogueira da Costa revela os planos de um antigo obsidiador suiço para crescer no Brasil sem comprar nada, apenas gestar fortunas próprias da desigualdade que impera no país.

Lula: abandone a austeridade

A Terapia Política traz do economista Paulo Kliass justa crítica à comprometedora austeridade fiscal perseguida pelo Ministro Fernando Haddad. Quem quer o sucesso, mais que do governo, do Brasil, vai encontrar argumentos bastantes para se rebelar contra a submissão ao rentismo e seu “abraços de afogado” ao Tesouro Nacional. No próximo dia 5 de maioContinuar lendo “Lula: abandone a austeridade”

O melhor do mês – Abril de 2024

Predileta de público O dinheiro, sua história e a acumulação financeira – livro completo gratuito Economia brasileira atual, renda pessoal no mundo e no Brasil e a energia do Brasil. Também um pouco da História da ditadura Edição de Março Vacina Sim!

Manchetes do dia – 30.4.2024

Atividades desoneradas têm o pior resultado de emprego e massa salarial Hora do Povo - “As atividades desoneradas perderam participação no total do emprego a partir de 2014, de forma que ao longo da década de vigor da lei, essas atividades apresentaram queda tanto no número absoluto de empregos quanto em termos relativos no emprego total.Continuar lendo “Manchetes do dia – 30.4.2024”

Economia brasileira de cabeça para baixo, com mais juros que investimentos produtivos

As companhias brasileiras gastaram mais com despesas financeiras, compostas principalmente pelo pagamento de juros, em vez de ser com as suas atividades de investimento em 2023, mostra levantamento realizado a pedido do Valor com todas as empresas de capital aberto do país. Nas despesas estão juros, impostos e gastos na contratação de linhas. Os investimentos incluem pagamento de aquisições, aplicações financeiras, recursos de venda deContinuar lendo “Economia brasileira de cabeça para baixo, com mais juros que investimentos produtivos”

A distribuição regional da economia brasileira no século 21

Após a apresentação do livro e as aulas dos capítulos históricos de O Brasil no capitalismo do século 21, o curso da Unicamp concluiu com a professora e co-autora Luciana Caetano ensinando a dinâmica espacial e o enfraquecimento do encadeamento intersetorial brasileiros. A permanência das antigas oligarquias agrárias na estrutura de poder no Brasil, combinadaContinuar lendo “A distribuição regional da economia brasileira no século 21”

Rendimento cresce, mas Brasil segue bastante desigual

Pesquisa do IBGE mostra o patamar mais alto de rendimento individual na série histórica brasileira, mas o Brasil segue sendo muito desigual. É o que destaca Fernando Nogueira da Costa em seu blogue: O 1% da população do país com maior rendimento domiciliar tinha um rendimento médio equivalente a 39,2 vezes o rendimento dos 40%Continuar lendo “Rendimento cresce, mas Brasil segue bastante desigual”