Trazemos o artigo do Eng. Miguel Manso* sobre o novo anúncio de empenho governamental à instalação de cassinos no Brasil. Ilustra um “ensinamento” de um antigo patrão: “não bastam os tubarões, é preciso pescar todas as sardinhas”. Do bolso do povo. “Tava demorando para que aparecessem os donos das máquinas caça níqueis dos EUA queContinuar lendo “O jogo não é para amadores”
Arquivos do autor:Iso Sendacz
As boas intenções
Há alguns dias circula pelas redes sociais um poema apócrifo sobre as qualidades do “palhaço” que endurece o “diabo”, fazendo uma tosca comparação entre um par de personagens presidenciais. Para não deixar dúvidas, o “palhaço” tem “quartel e esquadra de apoio”, enquanto o “diabo” “bebe que nem um gambá e aguarda condenação”. A indicação deContinuar lendo “As boas intenções”
Fábrica de fazer fábricas
Não é de hoje, no Brasil, que a indústria de bens de capital tem feito mais água que máquinas. Mas um conjunto de comentários nas redes sociais recomenda o registro de alguns aspectos dessa questão chave da nacionalidade. É antiga a discussão sobre a primazia desse setor em relação a todas as demais atividades econômicas.Continuar lendo “Fábrica de fazer fábricas”
Na marra, não pode!
Vem do iluminismo francês o apreço humano pela democracia, pelo debate de ideias e pela unidade de ação. Não por menos que a Constituição da República Federativa do Brasil funda-se no Estado Democrático de Direito. O poder que emana do povo e em seu nome é exercido não pode ser atacado senão segundo as regrasContinuar lendo “Na marra, não pode!”
O espectro político
A segmentação do espectro político está bem ilustrada na figura representativa do parlamento revolucionário francês do final do século 18: a bancada burguesa estabelecida à direita da mesa, oposta à dos proletários, ocupando as cadeiras à esquerda dos dirigentes da assembleia. O elemento essencial para a classificação do indivíduo é o seu compromisso de classe,Continuar lendo “O espectro político”
Justiça Militar da União
Era o ano de 2005 quando finalmente pude honrar as minhas obrigações militares, das quais havia sido dispensado por problemas congênitos no longínquo 1977, ganhando então a condição de reservista do Exército brasileiro. A rigor, a bucólica casa da Avenida Brigadeiro albergava a Justiça Militar da União (JMU), que adentrei por concurso público. Não eraContinuar lendo “Justiça Militar da União”
A falácia do investimento estrangeiro num país devastado
Reproduzimos o artigo de Álvaro Miranda*, publicado em 20.02.2020 no GGN, por expressar uma obviedade que muito tem sido mascarada pela imprensa e certos formadores de opinião antinacionais. Os “investidores” estrangeiros enxergam as empresas brasileiras da mesma forma que veem os títulos públicos: um ativo financeiro, que é de interesse conforme a taxa de retorno.Continuar lendo “A falácia do investimento estrangeiro num país devastado”
Conselho Participativo Municipal
Quando em 2013 nos foi confiada pelos vizinhos do Bom Retiro a missão de participar do primeiro Conselho Municipal da então Subprefeitura da Sé – região central da capital paulista – tinha início uma experiência participativa deste e de outros mil cidadãos paulistanos. A pomposa posse no Anhembi, no aniversário da cidade, contou, além daContinuar lendo “Conselho Participativo Municipal”
Santos Dumont
Uma das atrações dos filmes e séries televisivas é a identidade do espectador da obra com o que é mostrado na tela. Assim, todos os que já cruzaram os céus em seus deslocamentos entre os recantos desta Terra – ou sonham faze-lo – hão de apreciar a produção da HBO que conta a história deContinuar lendo “Santos Dumont”
Acabou a brincadeira!
O início do período momesco não coincide com qualquer recesso na luta antifascista, exatamente porque as forças milicianas distribuem, além de tiros contra as autoridades eleitas, suas linhas obscuras sobre o episódio em Sobral, em que uma ação envolvendo mascarados armados e um Senador da República que representa o Estado do Ceará a nível nacionalContinuar lendo “Acabou a brincadeira!”