
O plano de “Tariflávio” Bolsonaro para submeter o Brasil a interesses estrangeiros desnudado pro Solon Saldanha em seu Virtualidades: ele “aceita ser um mero preposto, sem dignidade, sem autonomia real, comprovando que ele próprio e todo o seu grupo político são patriotas de ocasião e nada verdadeiros”.
O candidato Flávio Bolsonaro, que nas eleições de outubro representará a extrema-direita na disputa pela Presidência da República, foi à Casa Branca buscar apoio junto a Donald Trump e, em troca, sinalizou disposição para subordinar interesses estratégicos do Brasil aos dos Estados Unidos.
O que o atual senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ofereceu em troca não foi apenas um estreitamento nas relações bilaterais entre os dois países. O que fez foi abrir mão de recursos, de decisões e do destino do nosso país.
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