O Brasil posto de joelhos

Ilustração de Saldanha com recursos de IA

O plano de “Tariflávio” Bolsonaro para submeter o Brasil a interesses estrangeiros desnudado pro Solon Saldanha em seu Virtualidades: ele “aceita ser um mero preposto, sem dignidade, sem autonomia real, comprovando que ele próprio e todo o seu grupo político são patriotas de ocasião e nada verdadeiros”.

O candidato Flávio Bolsonaro, que nas eleições de outubro representará a extrema-direita na disputa pela Presidência da República, foi à Casa Branca buscar apoio junto a Donald Trump e, em troca, sinalizou disposição para subordinar interesses estratégicos do Brasil aos dos Estados Unidos.

O que o atual senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ofereceu em troca não foi apenas um estreitamento nas relações bilaterais entre os dois países. O que fez foi abrir mão de recursos, de decisões e do destino do nosso país.

Veja a análise completa do comentarista:

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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