
Pedro Cafardo expressa suas dúvidas em coluna do Valor resumidas em duas perguntas: “será que o Brasil precisa necessariamente passar por uma industrialização pesada para enriquecer? O protagonismo dos serviços pode nos tirar do bloco da renda média?”
Fernando Nogueira da Costa tece suas considerações a respeito:
Ele analisa um ponto para o qual chamo a atenção há anos: o setor terciário (“serviços”) é largamente predominante na economia brasileira, tanto em geração de renda para pessoas físicas, quanto de ocupação. Mas, por definição — serviço é o encontro de um produtor diretamente com o consumidor –, determina a baixa produtividade na economia brasileira pós-industrial, isto é, importadora de bens industriais.
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Um comentário em “Crescimento econômico brasileiro: indústria e/ou serviços?”