1º de Maio de luta é pela redução dos juros, por um mínimo suficiente e pela reindustrialização

Carlos Pereira, na Hora do Povo O presidente Lula foi eleito para promover as mudanças necessárias por um projeto nacional de desenvolvimento. Para isso, precisa da força dos trabalhadores. Começando por reduzir os juros, antes que a esperança se transforme em desilusão. No que depender do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e seu fiel escudeiro,Continuar lendo “1º de Maio de luta é pela redução dos juros, por um mínimo suficiente e pela reindustrialização”

Manchetes do dia – 23.4.2025

Hugo Motta defende “gastar energia com o país”, não com PL da impunidade Hora do Povo – “Eu penso que o Brasil tem muitos desafios, muitos problemas a serem resolvidos pela frente, que passa também pelo parlamento, e é nessa agenda que temos que focar”. “É gastarmos energia com aquilo que realmente venha representar avançosContinuar lendo “Manchetes do dia – 23.4.2025”

Privilégio tributário silencioso: ausência da taxa de fiscalização do Banco Central

A inteligência artificial produziu o resumo abaixo do artigo de Pablo Luciano e Lademir Gomes da Rocha, ambos Procuradores do Banco Central do Brasil, publicado no Consultor Jurídico. Clique aqui para ler o original. O artigo argumenta que a ausência de uma taxa de fiscalização sobre as instituições financeiras pelo Banco Central representa um “privilégioContinuar lendo “Privilégio tributário silencioso: ausência da taxa de fiscalização do Banco Central”

Hora do Povo – edição nº 3.995

Toda a verdade em 8 páginas No que chamou de “Dia da Libertação” dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump concretizou sua ameaça de guerra comercial ao planeta inteiro, estabelecendo uma sobretaxa abrupta e unilateral que começa com 10% sobre as exportações do Brasil, Reino Unido e a maior parte da América Latina. Vai aContinuar lendo “Hora do Povo – edição nº 3.995”

Manchetes do dia – 11.4.2025

Banco Central empurra Brasil rumo a gasto recorde de R$ 1 trilhão com juros Vermelho – Segundo a própria estimativa do Banco Central, cada ponto percentual a mais na Selic representa cerca de R$ 50 bilhões a mais em gastos com juros. Ou seja, só as últimas altas da taxa já custaram ao país algoContinuar lendo “Manchetes do dia – 11.4.2025”

Não à independência do BC!

Paulo Kliass Ocorre que esse novo desenho de um órgão ainda mais independente atende tão somente aos desejos desse povo do oligopólio privado da banca. Em meio às turbulências causadas pela iniciativa de Donald Trump e seu tarifaço global, algumas iniciativas na política local acabaram passado meio desapercebidas dos grandes meios de comunicação. Em especial,Continuar lendo “Não à independência do BC!”

Manchetes do dia – 10.4.2025

Juros seguem sangrando o país: R$ 78,3 bi só em fevereiro Hora do Povo – O gasto do setor público consolidado (União, Estados/município e estatais) com o pagamento de juros  atingiu R$ 924,0 bilhões (7,78% do PIB), no acumulado em doze meses até fevereiro de 2025. Um aumento de R$ 177,1 bilhões frente ao queContinuar lendo “Manchetes do dia – 10.4.2025”

Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”

Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””

Hora do Povo – edição nº 3.994

Toda a verdade em 8 páginas Pesquisa realizada pela Genial/Quaest e divulgada nesta quarta-feira (2) mostra que 56% dos brasileiros avaliam que a situação econômica do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 26% consideram que a economia está do mesmo jeito e 16% avaliam que ela melhorou. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16Continuar lendo “Hora do Povo – edição nº 3.994”

Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje

Com informações do Jornal GGN Na sessão solene da Câmara dos Deputados que registrou os 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo aproveitou a oportunidade para justificar a taxa Selic, que atualmente é de 14,25% ao ano. Diante das críticas dos parlamentares, ele atribuiu as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) ao dinamismo daContinuar lendo “Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje”