O melhor do mês – Agosto de 2024

Predileta de público O dinheiro, sua história e a acumulação financeira – livro completo gratuito Um Brasil que quer crescer, mas o neoliberalismo atrapalha. Tem problemas monetários, em um mundo de ultrarricos. E o melhor da música brasileira! Edição de Julho Vacina Sim!

Manchetes do dia – 31.8.2024

É urgente enterrar o “credo neoliberal” Hora do Povo – Dados econômicos mostram que o neoliberalismo representou uma ofensiva do capital financeiro para retomar as taxas de lucro, em queda desde a década de 70 do século XX (gráfico abaixo). Primeiro, Ronald Reagan e Margaret Thatcher quebraram os sindicatos e o Estado de bem-estar social;Continuar lendo “Manchetes do dia – 31.8.2024”

Manchetes do dia – 30.8.2024

Haddad anuncia cortes de R$ 16,9 bilhões na Previdência e BPC no Orçamento de 2025 Hora do Povo – A área econômica do governo Lula detalhou o corte de R$ 25,9 bilhões em despesas no Orçamento de 2025 prometido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de cumprir a meta fiscal. A propostaContinuar lendo “Manchetes do dia – 30.8.2024”

O Banco Central do Brasil é órgão de Estado e assim deve permanecer

Enquanto o Senado tenta transformar o Banco Central em empresa pública, os servidores da autarquia monetária manifestam-se pelo arquivamento do Projeto de Emenda Constitucional nº 65/2023, que recebe remendos que não corrigem a sua natureza ruim. De acordo com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central e associações de servidores, acima das questões remuneratóriasContinuar lendo “O Banco Central do Brasil é órgão de Estado e assim deve permanecer”

Manchetes do dia – 26.8.2024

“Déficit zero” de Haddad é o enterro dos “40 anos em 4” de Lula Hora do Povo – Há 40 anos, o Brasil tinha uma economia maior que a da China e dos Tigres Asiáticos somadas, sua indústria correspondia a 30% do PIB (Produto Interno Bruto). Hoje, a indústria não chega a 11% do PIBContinuar lendo “Manchetes do dia – 26.8.2024”

O Real ontem e hoje

O economista André Lara Resende, um dos “pais” do tridecenal Plano Real, recorda as razões que levaram a conceber o projeto de estabilização do poder de compra da moeda e os riscos que a ortodoxia financeira dominante traz ao desenvolvimento econômico nos dias de hoje. Acompanhe o sequestro da imaginação, publicado em Cidadania&Cultura. Dele, também,Continuar lendo “O Real ontem e hoje”

Manchetes do dia – 22.8.2024

Recurso do BNDES deve ir para investimento e não para o Tesouro, afirmam CNI e Fiesp Hora do Povo – Empresários protestam contra retirada de R$ 15 bilhões do banco de fomento para pagamento de juro da dívida interna, que já consumiu mais de R$ 835 bilhões em doze meses e que o aumento deContinuar lendo “Manchetes do dia – 22.8.2024”

Manchetes do dia – 21.8.2024

Economista critica dependência do Banco Central em projeções enviesadas de mercado Vermelho – A recente variação de 1,37% no IBC-Br em junho, que surpreendeu ao ficar acima das expectativas, reacendeu discussões sobre as constantes revisões nas projeções econômicas do mercado financeiro e a influência dessas projeções nas decisões de política monetária do Banco Central. OContinuar lendo “Manchetes do dia – 21.8.2024”

Manchetes do dia – 20.8.2024

IBC-Br: atividade econômica desacelera no segundo trimestre Hora do Povo – A economia brasileira desacelerou no segundo trimestre deste ano, ao variar em alta de 1,1% frente ao trimestre anterior, período em teve uma expansão maior (+1,5%), conforme o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). No mês de junho, o indicador registrou altaContinuar lendo “Manchetes do dia – 20.8.2024”

Firmus do BC visa capturar expectativas da “economia real”

O Banco Central do Brasil está procurando captar as expectativas das empresas financeiras com um conjunto de variáveis da economia. O que de pronto chama a atenção é que os agentes econômicos consultados representam a economia real, na opinião da autoridade financeira. Ainda em fase experimental, o Firmus se propõe a complementar o já conhecidoContinuar lendo “Firmus do BC visa capturar expectativas da “economia real””