“Nossa força está na unidade e luta por um Brasil mais democrático, soberano e justo” No dia 7 de Abril reuniram-se os trabalhadores brasileiros em sua Conferência Nacional – Conclat 2022. À abertura dos pronunciamentos, Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil, proferiu o sintético libelo pelo reconhecimento dos valoresContinuar lendo “O que quer o Brasil que trabalha?”
Arquivos da categoria: Sindical
Conclat 2022 – Emprego, direitos, democracia e vida
Nos anos 1980 reuniam-se os trabalhadores na Praia Grande para apontar rumos para si e para o Brasil. Participamos do encontro de 1983, na delegação do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo. Quando agora as centrais se unem para buscar direitos que vem sendo subtraídos aos brasileiros, é oportuna a chamada à Conferência de 2022.Continuar lendo “Conclat 2022 – Emprego, direitos, democracia e vida”
Geração de empregos é prioridade na reconstrução do país
Publicado originalmente em Blog do Renato:
O secretário nacional sindical do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Nivaldo Santana, afirmou em entrevista ao?Portal PCdoB?nesta terça-feira (16) que é possível romper com o ciclo recorde de desemprego que se agrava desde 2016. O dirigente comentou análise publicada na Folha de S.Paulo nesta terça que coloca o Brasil…
Nivaldo Santana: Principal luta do sindicalismo é frente contra Bolsonaro
Publicado originalmente em Blog do Renato:
O secretário nacional Sindical do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Nivaldo Santana, afirmou que a principal luta do sindicalismo nos dias de hoje é ajudar a construir uma frente ampla social e política para derrotar Jair Bolsonaro e abrir novas perspectivas para o Brasil e para os ?trabalhadores e…
80% dos novos empregos são informais, sem direitos nem renda garantida
Publicado originalmente em Blog do Renato:
O número de pessoas trabalhando no Brasil (89 milhões) cresceu 8,6%, no trimestre encerrado em julho de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado. Mas 80% das vagas criadas desde 2020, quando começou a pandemia, são informais, sem direitos, segundo dados da Pnad Continua do Instituto…
Câmara acaba com o piso salarial de cinco categorias, que reagem
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Salário mínimo para formados em Agronomia, Arquitetura, Engenharia, Química e Veterinária, em vigor há 55 anos, é extinto por medida provisória que tem o objetivo de facilitar a abertura de empresas; categorias querem reverter a decisão no Senado A Câmara dos Deputados revogou o piso salarial para os formados…
Valorização do trabalho e fortalecimento do mercado interno (parte 4)
Getúlio Vargas adotou diversas medidas para valorizar o trabalho, como ferramenta para o fortalecimento do mercado interno, segundo Carlos Alberto Pereira. Como resgate da contribuição nacional-desenvolvimentista, são elas: A – Criação do Ministério do Trabalho – novembro de 1930 – chamado Ministério da Revolução, Um ministério para zelar e ampliar os direitos dos trabalhadores. UmContinuar lendo “Valorização do trabalho e fortalecimento do mercado interno (parte 4)”
CSP-Conlutas debate sobre autonomia do BC e privatização do petróleo e da água
Logo mais, às 19 horas, estaremos com Wilson Ribeiro, da CSP-Conlutas, conversando sobre a autonomia do Banco Central do Brasil. Ao nosso lado, Ary Girota e Israel Luz discorrerão sobre a independência mineral brasileira. Coletamos o que já tratamos a respeito do nosso tema, aos leitores que desejem se preparar mais para assistir. O adventoContinuar lendo “CSP-Conlutas debate sobre autonomia do BC e privatização do petróleo e da água”
Maria, Maria Pimentel, tem força, raça e sempre um sorriso
A Roda de Conversa do jornalista Osvaldo Bertolino trouxe em 12 de Fevereiro a dirigente sindical dos gráficos e da Federação Sindical Mundial Maria Pimentel, para falar do seu papel à frente da luta pelos direitos dos trabalhadores, sem os quais não é possível a emancipação feminina. Maria Pimentel percorreu longa estrada, sempre generosamente entregandoContinuar lendo “Maria, Maria Pimentel, tem força, raça e sempre um sorriso”
Não Há Vagas
Ferreira Gullar, 1963 O preço do feijãonão cabe no poema. O preçodo arroznão cabe no poema.Não cabem no poema o gása luz o telefonea sonegaçãodo leiteda carnedo açúcardo pão O funcionário públiconão cabe no poemacom seu salário de fomesua vida fechadaem arquivos. Como não cabe no poemao operárioque esmerila seu dia de açoe carvãonas oficinasContinuar lendo “Não Há Vagas”