Diego Pautasso e Isis Maia no Bonifácio Em 1980, o PIB brasileiro era maior que o chinês. 42 anos depois, além de erradicar a pobreza extrema, a China produz mais por habitante do que o Brasil. O desenvolvimento é condição – embora não suficiente – para a erradicação da pobreza. Este não é força espontânea,Continuar lendo “Desenvolvimento é a força motriz da erradicação da pobreza na China”
Arquivos da categoria: Economia global
As diferenças na dotação de fatores de produção pode explicar as diferenças observadas na complexidade econômica entre os países?
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
Nas últimas semanas tenho escrito neste espaço e no blog do Corecon-DF (https://corecondf.org.br/a-misallocation-ou-alocacao-ineficiente-de-recursos-explica-o-desenvolvimento-desigual-algumas-consideracoes-a-partir-da-literatura-de-crescimento-e-desenvolvimento-economico/?doing_wp_cron=1650208246.2216649055480957031250 e https://corecondf.org.br/diferencas-na-taxa-de-poupanca-e-no-capital-humano-explicam-por-que-os-paises-ricos-sao-ricos-e-os-paises-pobres-continuam-pobres/?doing_wp_cron=1650208276.2210750579833984375000) artigos nos quais argumento que a assim chamada “teoria convencional” (leia-se teoria neoclássica) tem uma enorme dificuldade para explicar a magnitude das diferenças internacionais dos níveis de renda per-capita. A teoria convencional procura explicar…
Diferenças na taxa de poupança e no capital humano explicam por que os países ricos são ricos e os países pobres continuam pobres?
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
É frequente ler-se em artigos de opinião na grande mídia que as diferenças de renda per-capita entre os países ricos e os países pobres se devem aos seguintes conjuntos de causas primárias ou imediatas, a saber: (i) diferenças entre as taxas de poupança; (ii) diferenças no estoque de capital…
Salário-mínimo sobe para mil euros na Espanha
De acordo com Clemente Ganz, no Vermelho, a partir deste ano nenhum trabalhador na Espanha recebe menos de mil euros de salários, que são catorze a cada doze meses. As centrais que já haviam pactuado o valor com os sindicatos patronais agora firmaram com o governo acordo semelhante, estendendo aos demais trabalhadores o piso remuneratório.Continuar lendo “Salário-mínimo sobe para mil euros na Espanha”
O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas
Do livro resultante do seminário internacional sobre auditoria da dívida pública já havíamos trazido a contribuição de Daniel Libreros, sobre como o endividamento tornou-se um dos mais lucrativos negócios privados. Agora resumimos a participação do historiador Olmos Gaona, que mostra às páginas 33-35 como a cabeça financeira do país globalmente hegemônico no final do séculoContinuar lendo “O “plano Brady” e a conversão das dívidas prescritas”
A “internacional financeira”
Eduardo Bomfim, no Bonifácio No atual milênio, a concentração e centralização do capital financeiro especulativo atingiu tal dimensão e gigantismo, que este passou a controlar não apenas os fluxos globais das riquezas, mas, estendeu-se aos diversos segmentos vitais às identidades dos povos do mundo, investindo, em especial nas novas gerações, incentivando, maciçamente, no que HobsbawmContinuar lendo “A “internacional financeira””
Desenvolvimento é a força motriz da erradicação da pobreza na China
Isis Paris Maia e Diego Pautasso, no Bonifácio O desenvolvimento é condição – embora não suficiente – para a erradicação da pobreza. Este não é força espontânea, mas depende do projeto nacional e do consequente lugar do país no sistema internacional. Do contrário, a mobilidade social resume-se a intencionalidades. Dessa forma, a compreensão das políticasContinuar lendo “Desenvolvimento é a força motriz da erradicação da pobreza na China”
Perspectivas das Finanças Públicas na Década dos 20s
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
O desafio de estabilizar a dívida no nível atual, de cerca de 82% do Produto Interno Bruto (PIB), requer que a União converta o déficit primário, estimado em 1,6% do PIB em 2021, em superávit de 1% do PIB em cinco anos e, nesse período, venda 5,3% do…
O que esperar da Argentina?
É recorrente no Brasil olhar a grama do vizinho. Sergio Fausto e a Fundação FHC tem trazido, ao menos duas vezes ao ano, avaliações sobre como andam as coisas na Argentina. Desta feita, o Senador Martin Lousteau foi o convidado. Lousteau recordou o avanço de seu país nos tempos de Peron, quando o interesse dosContinuar lendo “O que esperar da Argentina?”
Somente os Ricos apreciam esta Recuperação Econômica (por Karen Petrou)
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
Karen Petrou é sócia-gerente da Federal Financial Analytics e autora de?“Engine of Inequality: The Fed and the Future of Wealth in America”. Publicou artigo no The New York Times,12 de Julho de 2021. A autora defende uma tese à primeira vista paradoxal para os críticos da elevação dos…