Não há pátria no crime, no roubo e na mentira

Uma rápida pesquisa no arquivo da internet (Wayback Machine, nome em inglês) nos levou à edição de 17.6.2003 do HP e à manchete em destaque, cujo inteiro teor da matéria é transcrito abaixo. Carlos Lopes avaliava o então governo estadunidense de Bush como o pior da história até então. Um governo que talvez esteja servindoContinuar lendo “Não há pátria no crime, no roubo e na mentira”

Mundo em transição

Após o debate em São Paulo sobre a crise do capitalismo, foi a vez do Rio de Janeiro receber especialistas para, com mediação de Conceição Cassano, falar sobre a geopolítica em ebulição: EUA em crise, BRICS em alta e o Brasil no jogo. O economista Elias Jabbour explicou que a contradição a ser resolvida noContinuar lendo “Mundo em transição”

Declínio dos EUA e ascensão da China

O desenvolvimento das relações contemporâneas de poder global também foi objeto de estudo no seminário de estudos avançados da Escola João Amazonas, da Fundação Maurício Grabois. O cientista político Luis Fernandes acredita que o período de transição a uma nova configuração do poder global, iniciado com o colapso da URSS e do campo socialista, caminhaContinuar lendo “Declínio dos EUA e ascensão da China”

Os êxitos da China e do Vietnã

Na sequência do seminário de estudos avançados da Escola João Amazonas, da Fundação Maurício Grabois, os professores discorreram sobre ser o socialismo alternativa viável, bem como necessário no contexto da crise sistêmica do capitalismo, sob coordenação de Luana Bonone. O professor-doutor da UFRGS, Diego Pautasso, entende que o socialismo precisa ser pautado na história eContinuar lendo “Os êxitos da China e do Vietnã”

Quantos empregos a economia chinesa pode criar?

Como destaca Nivaldo Santana do relatório “Promover o Pleno Emprego e de Alta Qualidade” do Bureau Político do PCCh, “o emprego é fundamental para o bem-estar das pessoas, para o desenvolvimento da economia e da sociedade e para a estabilidade do país a longo prazo”. Os 13 milhões de novos postos de trabalho na ChinaContinuar lendo “Quantos empregos a economia chinesa pode criar?”

A complexa, tensa e promissora conjuntura planetária

Em 2025, o centenário PCdoB realiza o seu 16º Congresso, voltado a determinar as tarefas estratégicas e táticas para o presente período, de acirrada luta de classes no Brasil e no mundo. A primeira parte do documento de 48 páginas em discussão pelos comunistas envolve a situação internacional, quer seja a “análise da crise sistêmicaContinuar lendo “A complexa, tensa e promissora conjuntura planetária”

A grande esfinge de Gizé

No antigo Egito, nos tempos da civilização kemética, a esfinge tinha “função protetora e era considerada a guardiã das pirâmides e dos túmulos reais”. Eram blocos de calcário esculpidos com corpo de leão e rosto humano. A maior delas está no Vale de Gizé, às margens do Nilo e próximo ao Cairo, hoje capital doContinuar lendo “A grande esfinge de Gizé”

O tarifaço de Trump e a dependência externa da Coca-cola

Como uma das maiores e globalmente mais conhecidas empresas dos EUA está sendo afetada pelo protecionimos instaurado no país por Donald Trump? Solon Saldanha conta em crônica de Virtualidades a dependência externa do fabricante de refrigerante que imita o suco da extinta noz africana de cola. A Coca-Cola fabricada nos EUA utiliza latinhas cujo alumínioContinuar lendo “O tarifaço de Trump e a dependência externa da Coca-cola”

Operação Berezina: como a URSS enganou os nazistas com unidade militar fantasma

Durante meses, o serviço secreto soviético usou comunicações falsas e oficiais nazistas capturados para sustentar uma das mais engenhosas farsas da Segunda Guerra, que drenou recursos alemães com envio de armas, agentes e suprimentos. A RT Brasil relata o episódio que contribuiu para a vitória aliada sobre o fascismo, como uma homenagem ao 80º aniversário.Continuar lendo “Operação Berezina: como a URSS enganou os nazistas com unidade militar fantasma”

A União Soviética na ONU em 1947 e a criação dos dois estados no protetorado inglês na Palestina

O chanceler soviético Andrei Gromyko chefiou a delegação do país à 145º sessão plenária da Organização das Nações Unidas, que teve lugar em Novembro de 1947, cerca de 30 meses após a vitória aliada sobre o nazismo na Europa. Fazendo referência aos sofrimentos impingidos aos judeus, que pereceram aos milhões nas mãos dos hitleristas, oContinuar lendo “A União Soviética na ONU em 1947 e a criação dos dois estados no protetorado inglês na Palestina”