EUA: a calmaria que precede a crise financeira

Eleutério Prado traduziu ao português, em seu Economia e Complexidade, o artigo do professor de Economia na Brown University e ex-consultor sênior de políticas do Fundo Monetário Internacional Şebnem Kalemli-Özcan. É conhecido o caráter cíclico das crises do desenvolvimento capitalista, em que períodos de expansão da produção são necessariamente seguidos por outros de contração daContinuar lendo “EUA: a calmaria que precede a crise financeira”

Reforma tributária em debate no Canal M65

Estivemos mais uma vez no Canal M65, desta vez conversando com Carlos Albérico sobre a isenção do imposto de renda até R$ 5 mil e a taxação dos superricos que, ao lado do fim da jornada 6×1, compõem a pauta do plebiscito popular no Brasil. De plano procuramos sintetizar os princípios da reforma tributária necessária,Continuar lendo “Reforma tributária em debate no Canal M65”

Empresa nacional vs Empresa estrangeira

Paulo Kliass Lula assumiu finalmente a bandeira da soberania nacional, mas discurso ainda não foi acompanhado de nenhuma medida prática A postura tresloucada de Donald Trump no cenário internacional terminou por oferecer ao governo Lula e às forças progressistas de forma geral o argumento que faltava para colocar na agenda política o tema da soberaniaContinuar lendo “Empresa nacional vs Empresa estrangeira”

A desigualdade de renda no Brasil e a regressividade tributária

Como resultado da sua formação, Brasil é um dos países com maior desigualdade de renda no mundo. Segundo o Ipea (2023), o 1% mais rico da população concentra 28,3% da renda total Esta é uma das notórias observações de Maria Luiza Vilela Francisco, no Observatório de Desigualdades. A autora do artigo abaixo também fala daContinuar lendo “A desigualdade de renda no Brasil e a regressividade tributária”

Estagdesigualdade no Brasil de hoje

O arranjo macroeconômico brasileiro contemporâneo gera algo possível de ser classificado como “estagdesigualdade”: uma combinação de estagnação relativa do fluxo de renda (baixo dinamismo do PIB) com concentração crescente do estoque da riqueza financeira propiciada por juros reais disparatados diante os do resto do mundo. O professor Fernando Nogueira da Costa explica esse fenômeno econômico,Continuar lendo “Estagdesigualdade no Brasil de hoje”

A correlação positiva entre a taxa de juros e a recuperação judicial

Bernardino Brito trouxe às redes sociais o gráfico histórico dos juros básicos – taxa Selic – e a quantidade de empresas que ingressaram em recuperação, curvas semelhanres, defasadas entre si por uns poucos meses. Há duas maneiras de equilibrar a oferta e a demanda: de um lado os juros contém esta pela atratividade da poupançaContinuar lendo “A correlação positiva entre a taxa de juros e a recuperação judicial”

BC independente reduz desigualdade de renda?

Mesmo diante de um Índice de Gini de 0,82 no Brasil, com um Banco Central já com razoável grau de independência (ver gráfico), há quem defenda que juros de 15% ajudam a diminuir desigualdade social no país. A análise do doutor em economia da Unicamp Fernando Nogueira da Costa mostra que não, pois “proteger oContinuar lendo “BC independente reduz desigualdade de renda?”

Juros e cada vez mais juros

Paulo Kliass O mais adequado seria aproveitar a circunstância e avançar na pauta de alterações na estratégia da política econômica O Banco Central (BC) acaba de divulgar sua mais recente publicação contendo as informações relativas à situação fiscal do governo federal. Trata-se da Nota Sobre as Estatísticas Fiscais, com os dados do mês de agosto eContinuar lendo “Juros e cada vez mais juros”

Estagflação americana

Apontamentos de Paulo Kruegmann sobre os riscos de estagflação e suas consequências na economia estadunidense foram trazidos, em duas partes, por Economia e Complexidade. O fenômeno é caracterizado pela combinação do crescimento dos preços e do desemprego. Entre sinais de desaceleração econômica e evidências crescentes de que as tarifas e as deportações estão elevando osContinuar lendo “Estagflação americana”

Ata do Copom indica juros altos por longo período

De acordo com Paulo Gala “a ata reconhece a moderação da atividade econômica, a queda da inflação e a melhora das expectativas, mas alerta que a ancoragem dessas expectativas ainda não está totalmente consolidada”. O economista avalia que “não haverá cortes na Selic em 2025, sendo mais provável uma redução apenas a partir do segundoContinuar lendo “Ata do Copom indica juros altos por longo período”