Os interesses velados do sistema financeiro

O conselheiro José Luiz Oreiro, do Conselho Federal de Economia, explica em artigo o que muitos suspeitavam: como o mercado financeiro procura interferir na autonomia do Banco Central e dirigir sua política para seus interesses privados por rendas do Tesouro público. O artigo precede a última reunião do Copom, mas a sua leitura após conhecidosContinuar lendo “Os interesses velados do sistema financeiro”

Comércio exterior brasileiro: trocar com a China comódites por industrialização

O economista brasileiro Elias Jabbour está em Xangai, China, como assessor econômico do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos BRICS, presidido por Dilma Roussef. Sinólogo experiente, segue estudando a atualidade do país asiático e seu caminho próprio para o socialismo, bem como a utilidade da milenar sabedoria para a independência brasileira. Em conversa sobreContinuar lendo “Comércio exterior brasileiro: trocar com a China comódites por industrialização”

A crescente dependência brasileira dos interesses externos

Fernando Nogueira da Costa mapeia o Investimento Estrangeiro Direto e a participação de empresas multinacionais no Brasil, que é hegemônica não apenas do setor automobilístico. Em muitos casos não há indústria nova, mas a simples alienação de empresas nacionais. Essas aquisições e investimentos estrangeiros trazem benefícios, como acesso a novas tecnologias e mercados, mas tambémContinuar lendo “A crescente dependência brasileira dos interesses externos”

Tirem as mãos da previdência

Paulo Kliass Mais um agradinho ao núcleo do financismo… Nem Temer nem Bolsonaro tiveram a coragem de levar em frente. O assim chamado “novo arcabouço fiscal” completou oito meses de vida há poucos dias. A Lei Complementar nº 200 foi promulgada no dia 30 de agosto do ano passado e foi a malandragem maldosa concebida por FernandoContinuar lendo “Tirem as mãos da previdência”

Os banqueiros suiços seguem de olho na riqueza do Brasil

Quem não se lembra das famosas contas secretas na Suiça, extintas alguns anos atrás? Fernando Nogueira da Costa revela os planos de um antigo obsidiador suiço para crescer no Brasil sem comprar nada, apenas gestar fortunas próprias da desigualdade que impera no país.

Austeridade e fascismo

Colaborou Celso Soares Clara E. Mattei, em seu Como economistas inventaram a austeridade e pavimentaram o caminho para o fascismo (tradução livre), desmistifica as afirmações que se vê mundo afora – e no governo brasileiro também – da utilidade da austeridade para a manutenção da ordem capitalista. Aqui estão dez casos tratados na obra, conformeContinuar lendo “Austeridade e fascismo”

Dualidade e projetamento: o pensamento de Ignácio Rangel

A Live do João da Fundação Maurício Grabois reuniu em 30.4.2024 o economista Nilson Araújo de Souza e o geógrafo Carlos José Espíndola, com mediação de Luiz Alves para analisar a contribuição de Ignácio Rangel ao pensamento econômico e à construção da Pátria brasileira. De plano, Espíndola historiou a participação do jovem Rangel nas fileirasContinuar lendo “Dualidade e projetamento: o pensamento de Ignácio Rangel”

Lula: abandone a austeridade

A Terapia Política traz do economista Paulo Kliass justa crítica à comprometedora austeridade fiscal perseguida pelo Ministro Fernando Haddad. Quem quer o sucesso, mais que do governo, do Brasil, vai encontrar argumentos bastantes para se rebelar contra a submissão ao rentismo e seu “abraços de afogado” ao Tesouro Nacional. No próximo dia 5 de maioContinuar lendo “Lula: abandone a austeridade”

O retrocesso da indústria brasileira

O gráfico mostra que a indústria no Brasil cresceu no século passado mais que a do resto do mundo, especialmente entre os anos 1930 e 80 – a era Vargas – invertendo o sinal a partir de 2005. Fernando Nogueira da Costa analisa o relato de Pedro Cafardo sobre o debate travado entre os acadêmicosContinuar lendo “O retrocesso da indústria brasileira”

Economia brasileira de cabeça para baixo, com mais juros que investimentos produtivos

As companhias brasileiras gastaram mais com despesas financeiras, compostas principalmente pelo pagamento de juros, em vez de ser com as suas atividades de investimento em 2023, mostra levantamento realizado a pedido do Valor com todas as empresas de capital aberto do país. Nas despesas estão juros, impostos e gastos na contratação de linhas. Os investimentos incluem pagamento de aquisições, aplicações financeiras, recursos de venda deContinuar lendo “Economia brasileira de cabeça para baixo, com mais juros que investimentos produtivos”