Antônio Temóteo, no UOL A taxa média de juros cobrada pelas instituições financeiras no empréstimo pessoal não consignado, popularmente conhecido como CDC (crédito direto ao consumidor), chegou a 79,5% ao ano em julho, segundo dados do BCB (Banco Central). Apesar disso, pelo menos cinco bancos e financeiras cobram taxas anuais de 500% a 1.000%. EssasContinuar lendo “Bancos e financeiras cobram juros de até 1.000% ao ano no crédito pessoal”
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Queda do Spread, Elevação do Endividamento Familiar e Queda do Poder Aquisitivo: Configuração Conjuntural
Publicado originalmente em Blog Cidadania & Cultura:
A margem cobrada pelos bancos nas operações de crédito recuou, em maio deste ano, ao menor patamar para o mês desde 2013. O chamado spread bancário médio, diferença entre a taxa praticada pelas instituições financeiras nas concessões de empréstimos e a taxa de captação de recursos, ficou em…
Identificando os verdadeiros vilões [das altas taxas de juros no Brasil]
Ganhou repercussão na mídia especializada o “trabalho para discussão” publicado pelo Banco do Central do Brasil, em língua estrangeira, de autoria do economista e servidor da autarquia Thiago Trafane Oliveira Santos. Em nota de seu colega e ex-presidente do BCB Gustavo Loyola, teve o título traduzido como ‘Altas taxas de juros de empréstimos no Brasil:Continuar lendo “Identificando os verdadeiros vilões [das altas taxas de juros no Brasil]”
Elevação dos juros com a economia em recessão é burrice
A Hora do Povo consultou o economista Nilson Araújo de Souza para trazer aos leitores suas lições sobre a inflação atual do Brasil e a subida dos juros pelo Banco Central. Segundo o professor, “basta anunciar que a tendência dos juros básicos é de alta que começa a apontar para um impacto negativo na atividadeContinuar lendo “Elevação dos juros com a economia em recessão é burrice”
O Copom e o Negacionismo Econômico no Brasil
Publicado originalmente em José Luis Oreiro:
José Luis Oreiro* Há muito tempo venho insistindo em meus artigos de que o debate econômico no Brasil se processa como se nosso país tivesse caído numa falha de espaço-tempo (peço as devidas vênias aos Físicos por me intrometer na sua seara), tendo sido transportado para um universo paralelo…
Teto de gastos prejudica o desenvolvimento e não rebaixa juros nem inflação
O grupo Além das Urnas, criado em 2018 para acompanhar o desempenhos dos titulares de Poder delas advindos, trouxe o Professor de Economia da UNB José Luis Oreiro e o também economista Gabriel Galípolo, hoje presidente do Banco Fator, para discutir as políticas monetária e fiscal do Brasil de hoje. A conclusão que intitula esteContinuar lendo “Teto de gastos prejudica o desenvolvimento e não rebaixa juros nem inflação”