Atividade econômica no Brasil puxada pelo comércio e, principalmente, por serviços

O Banco Central calcula mensalmente o indicador de atividade econômica, IBC-BR, procurando acompanhar mais amiúde o movimento dos setores da economia brasileira. Se no curto prazo há algumas diferenças com relação ao PIB, calculado a cada trimestre, em período mais longo os índices convergem entre si. Note-se que na nota comemorativa da liderança nordestina noContinuar lendo “Atividade econômica no Brasil puxada pelo comércio e, principalmente, por serviços”

Manchetes do dia – 28.6.2024

Prévia da inflação desmonta alarme falso do BC Hora do Povo – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em 0,39%, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado mensal do indicador, que é considerado a prévia da inflação oficial do país, corresponde a uma desaceleração frente aContinuar lendo “Manchetes do dia – 28.6.2024”

Manchetes do dia – 27.6.2024

Manutenção dos juros faz custo para as empresas chegar a R$ 78 bilhões Vermelho - A continuidade da taxa básica de juros em 10,5% ao ano sob o pretexto inflacionário desagradou diversos setores, inclusive da indústria e do comércio. A gestora Paramis Capital calculou o custo financeiro dessa taxa Selic alta em R$ 78 bilhões aoContinuar lendo “Manchetes do dia – 27.6.2024”

Hora do Povo – Edição nº 3.959

Toda a verdade em 8 páginas O presidente criticou a decisão do BC de manter os juros altos. “Esse juro tem que ser tratado como gasto”, defendeu. Segundo ele, “só de juros no ano passados, foram pagos R$ 790 bilhões. De desoneração, foi deixado de receber R$ 536 bilhões”. “É uma pena que o CopomContinuar lendo “Hora do Povo – Edição nº 3.959”

Manchetes do dia – 21.6.2024

Unânime, BC afronta o Brasil e mantém juro em 10,5% Hora do Povo - A decisão da manutenção da taxa de juros nominal em 10,50% foi confirmada em votação unânime do colegiado de diretores do BC. Ou seja, a paulada veio com o apoio dos quatro membros que foram indicados pelo governo Lula. Com a decisão, a taxa de juros reaisContinuar lendo “Manchetes do dia – 21.6.2024”

Manchetes do dia – 20.6.2024

 “Gastança” que tem que ser cortada são os R$ 776 bilhões de juros Hora do Povo - O mercado financeiro – leia-se, meia dúzia de bancos e donos de títulos que ganham com a alta dos juros, – quer cortar os benefícios sociais da Previdência Social e as verbas de Saúde e Educação para aumentar aindaContinuar lendo “Manchetes do dia – 20.6.2024”

Hora do Povo – Edição nº 3.958

Toda a verdade em 8 páginas O presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Marcio Pochmann, fez duras críticas ao receituário neoliberal que ainda está em vigor no Brasil e que, segundo ele, se mantido, abre caminho para o crescimento do fascismo no país. A mensagem em rede social está sendo interpretada comoContinuar lendo “Hora do Povo – Edição nº 3.958”

Manchetes do dia – 19.6.2024

Lula e a grande luta contra o fakenews da gastança, por Luís Nassif Jornal GGN - Onde está a gastança? O orçamento total das Universidades Federais para 2024 está em R$ 6,2 bilhões. Indague desses gênios do senso comum onde está a gastança e ninguém conseguirá identificar. Para 2024, o pagamento de juros da dívida públicaContinuar lendo “Manchetes do dia – 19.6.2024”

Manchetes do dia – 18.6.2024

“Insistir no receituário neoliberal fortalecerá o fascismo no Brasil”, adverte Marcio Pochmann Hora do Povo - O presidente do IBGE criticou os cortes sociais pretendidos por Fernando Haddad e disse que, mantidos os juros atuais, o que vai acontecer “é a destruição do setor público com aprofundamento do subdesenvolvimento e da dependência externa”. Assim que HaddadContinuar lendo “Manchetes do dia – 18.6.2024”

A discreta desconcentração bancária no Brasil

Com o ligeiro avanço das cooperativas na oferta de crédito e outros serviços financeiros, a participação no total de ativos dos quatro grandes – Banco do Brasil, Caixa Econômica, Itaú e Bradesco – caiu, entre 2022 e 2023, de 56% para 55,3%. Olhando-se o sistema financeiro como um todo, do qual a sociedade espera “promoverContinuar lendo “A discreta desconcentração bancária no Brasil”