Manchetes do dia – 23.12.2025

BC derruba a economia com Selic no espaço e prevê PIB de apenas 1,6% em 2026 Hora do Povo –  A previsão de menor crescimento em 2026 é derivada da política monetária atual – estabelecida pelo próprio Comitê de Política Monetária do BC – baseada em manter a Selic (taxa básica de juros) nas alturas, sobContinuar lendo “Manchetes do dia – 23.12.2025”

A acumulação financeira sobre o endividamento público e a desigualdade social

Um dos melhores negócios privados, o endividamento público é no Brasil fator importante de acumulação financeira pelos detentores de capital monetário, à base, hoje, de um trilhão por ano. Neste estudo, Fernando Nogueira da Costa mostra “como os juros e o endividamento público se tornaram mecanismos estruturais de reprodução da desigualdade e de dominação política“.Continuar lendo “A acumulação financeira sobre o endividamento público e a desigualdade social”

Leituras de domingo – 12.10.2025

Afronta de Trump provoca erupção de revolta nacional Hora do Povo – A arrogância e truculência de Trump incendiaram corações e mentes do povo. A questão da soberania nacional, há algum tempo, já estava à flor da pele. As manifestações de centenas de milhares de brasileiros, do dia 21 de setembro, devastaram, num piscar de olhos,Continuar lendo “Leituras de domingo – 12.10.2025”

E segue o baile dos juros

Paulo Kliass Ao longo do mês de abril, o volume total de juros pagos aos detentores dos títulos do Tesouro Nacional atingiu o montante de R$ 70 bilhões. O Banco Central (BC) divulgou no final de maio seu boletim periódico mais recente com as informações relativas às contas fiscais do governo federal. A observação doContinuar lendo “E segue o baile dos juros”

Manchetes do dia – 20.5.2025

Os rumos do Banco Central Vermelho –  Paulo Nogueira Batista : Gabriel Galípolo e os demais indicados pelo presidente Lula para o comando do Banco Central ainda não disseram a que vieram. São economistas competentes e, pelo que se sabe, de orientação econômica menos ortodoxa. Mas até agora pouco mudou – talvez nada. Visto deContinuar lendo “Manchetes do dia – 20.5.2025”

Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”

Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””

O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.

Nos anos 1960, economista belga Robert Triffin mostrava o dilema dos EUA diante da sua imposição de o dólar ser a moeda global: desindustrialização e dívida pública crescente. Consequências também visíveis no Brasil, mesmo não sendo o real moeda lastreadora das trocas internacionais. O modelo de Triffin mostra a moeda de reserva global impõe um paradoxo inevitável ao país emissor: a necessidadeContinuar lendo “O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.”

Manchetes do dia – 25.3.2025

O juro “contratado” e o “cavalo de pau” de Fernando Haddad Hora do Povo – Sobre a decisão do Copom de elevar taxa de juros básica (Selic) em um ponto percentual, para 14,25%, igualando-a ao nível atingido no auge da crise de 2016, o ministro justificou alta dos juros do BC e afirmou que “talvezContinuar lendo “Manchetes do dia – 25.3.2025”

O Brasil vem sobrerremunerando o rentismo e pagando cada vez menos salários aos servidores públicos

Como já havia demonstrado o economista Paulo Gala em 2022, o setor público brasileiro tem produtividade alta e emprega relativamente pouco. Agora Paulo Lindsay, da Auditoria Cidadã, demonstra o crescente distanciamento entre as entregas públicas e os salários dos servidores federais. Confiramos os conceitos, dados quantitativos e opiniões de Lidsay: Cabe registrar que o conceitoContinuar lendo “O Brasil vem sobrerremunerando o rentismo e pagando cada vez menos salários aos servidores públicos”

O sistema financeiro nacional na contramão do “desenvolvimento equilibrado do país”

A política de aumento de juros não faz sentido. O Brasil segue uma política monetária que, no curto prazo, tem pouco impacto no controle da inflação, mas que resulta em enormes gastos com juros da dívida pública, recursos que poderiam ser usados de forma mais produtiva Na entrevista abaixo à 247, José Luiz Oreiro apontaContinuar lendo “O sistema financeiro nacional na contramão do “desenvolvimento equilibrado do país””