Crédito caro leva à inadimplência 8,9 milhões de empresas em 2025 Hora do Povo – Os juros elevados e o crédito restrito levaram a inadimplência a atingir novo recorde em 2025 com 8,9 milhões de empresas. Um acréscimo de dois milhões de negativadas sobre 2024 (6,9 milhões). Um aumento de 28,7%. Juntas, elas somaram maisContinuar lendo “Manchetes do dia – 4.3.2026”
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Manchetes do dia – 2.3.2026
R$ 63,6 bilhões foram gastos com juros da dívida só em janeiro Hora do Povo – A despesa com juros do setor público consolidado em janeiro deste ano foi de R$ 63,6 bilhões. Em janeiro de 2025 essa despesa atingiu R$ 40,4 bilhões, um acréscimo de 57%. O resultado do setor público consolidado traz osContinuar lendo “Manchetes do dia – 2.3.2026”
A elevação dos salários precede os ganhos em complexidade econômica
O Eng. Miguel Manso, diretor de Políticas Públicas da Engenharia pela Democracia e pesquisador da Fundação Maurício Grabois em desenvolvimento nacional, demonstra, em dois artigos, a proeminência da elevação dos salários como alavanca para o aumento da complexidade econômica. O texto completo tem linque logo após a introdução de cada um dos artigos: Invertendo oContinuar lendo “A elevação dos salários precede os ganhos em complexidade econômica”
Dívida pública e concentração de renda
Fernando Nogueira da Costa disseca, entre outros aspectos contidos no artigo completo abaixo, causas e consequências econômicas e sociais de um dos “melhores negócios privados” no Brasil, que demanda enfrentamento público. Se um sistema complexo como o capitalista financeiro emerge de interações entre seus diversos componentes, em uma Economia de Endividamento Público e Bancário (comoContinuar lendo “Dívida pública e concentração de renda”
Manchetes do dia – 23.12.2025
BC derruba a economia com Selic no espaço e prevê PIB de apenas 1,6% em 2026 Hora do Povo – A previsão de menor crescimento em 2026 é derivada da política monetária atual – estabelecida pelo próprio Comitê de Política Monetária do BC – baseada em manter a Selic (taxa básica de juros) nas alturas, sobContinuar lendo “Manchetes do dia – 23.12.2025”
A acumulação financeira sobre o endividamento público e a desigualdade social
Um dos melhores negócios privados, o endividamento público é no Brasil fator importante de acumulação financeira pelos detentores de capital monetário, à base, hoje, de um trilhão por ano. Neste estudo, Fernando Nogueira da Costa mostra “como os juros e o endividamento público se tornaram mecanismos estruturais de reprodução da desigualdade e de dominação política“.Continuar lendo “A acumulação financeira sobre o endividamento público e a desigualdade social”
Leituras de domingo – 12.10.2025
Afronta de Trump provoca erupção de revolta nacional Hora do Povo – A arrogância e truculência de Trump incendiaram corações e mentes do povo. A questão da soberania nacional, há algum tempo, já estava à flor da pele. As manifestações de centenas de milhares de brasileiros, do dia 21 de setembro, devastaram, num piscar de olhos,Continuar lendo “Leituras de domingo – 12.10.2025”
E segue o baile dos juros
Paulo Kliass Ao longo do mês de abril, o volume total de juros pagos aos detentores dos títulos do Tesouro Nacional atingiu o montante de R$ 70 bilhões. O Banco Central (BC) divulgou no final de maio seu boletim periódico mais recente com as informações relativas às contas fiscais do governo federal. A observação doContinuar lendo “E segue o baile dos juros”
Manchetes do dia – 20.5.2025
Os rumos do Banco Central Vermelho – Paulo Nogueira Batista : Gabriel Galípolo e os demais indicados pelo presidente Lula para o comando do Banco Central ainda não disseram a que vieram. São economistas competentes e, pelo que se sabe, de orientação econômica menos ortodoxa. Mas até agora pouco mudou – talvez nada. Visto deContinuar lendo “Manchetes do dia – 20.5.2025”
Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”
Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””