A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização

Como parte da programação do simpósio “Desafios brasileiros em direção ao novo ciclo de desenvolvimento soberano”, a Fundação Maurício Grabois trouxe três economistas para conversar sobre financeirização, em mesa coordenada por Nereide Saviani. O professor Miguel Bruno, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, trouxe detalhada apresentação sobre a necessidade e possibilidade de o BrasilContinuar lendo “A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização”

Sinal para todos

Nos anos ímpares o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central renova a sua direção. Em São Paulo, os servidores da Autarquia pública ampliaram a sua unidade e têm à disposição a chapa Sinal para Todos, com o seguinte compromisso para o bíênio que se inicia. O nome escolhido para a chapa não é àContinuar lendo “Sinal para todos”

Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”

Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””

Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje

Com informações do Jornal GGN Na sessão solene da Câmara dos Deputados que registrou os 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo aproveitou a oportunidade para justificar a taxa Selic, que atualmente é de 14,25% ao ano. Diante das críticas dos parlamentares, ele atribuiu as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) ao dinamismo daContinuar lendo “Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje”

O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.

Nos anos 1960, economista belga Robert Triffin mostrava o dilema dos EUA diante da sua imposição de o dólar ser a moeda global: desindustrialização e dívida pública crescente. Consequências também visíveis no Brasil, mesmo não sendo o real moeda lastreadora das trocas internacionais. O modelo de Triffin mostra a moeda de reserva global impõe um paradoxo inevitável ao país emissor: a necessidadeContinuar lendo “O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.”

Financismo continua no comando

Paulo Kliass “A meta de zerar o déficit primário e a tentativa de obter até mesmo saldo positivo nas contas públicas compromete qualquer projeto de mudar a qualidade do processo de crescimento da economia” As notícias divulgadas ao longo do mês de março a respeito da política econômica do terceiro mandato do Presidente Lula infelizmenteContinuar lendo “Financismo continua no comando”

Poder bilionário

Quadro trazido na matéria abaixo mostra onde e como vive o reduzido número, em relação à espécie humana, de bilionários, bem como seu fazer empresarial voltado primordialmente ao aumento da concentração da riqueza socialmente produzida em suas próprias mãos. Como preambula Nogueira da Costa: Do mercado imobiliário à IA, como a riqueza bilionária molda indústriasContinuar lendo “Poder bilionário”

EUA a caminho da recessão?

80% dos dirigentes empresariais estadunidenses passaram a acreditar, nos últimos seis meses, que a economia do país caminha para uma recessão em breve. O anúncio da massiva demissão de funcionários públicos agrava o risco, pois tende a reduzir a massa salarial disponível para consumo, que tem como natural consequência a redução da atividade econômica. VejaContinuar lendo “EUA a caminho da recessão?”

Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública

O professor Fernando Nogueira da Costa mostra no artigo abaixo que a relação dívida/PIB deve marcar um pouco acima do gráfico, agora que o IBGE indicou os números finais do Produto Interno Bruto do ano passado. Mas o destaque do quadro é a tendência de alta da relação, devido ao crescimento da taxa Selic reuniãoContinuar lendo “Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública”

A curiosa correlação positiva entre os crescimentos do PIB e do pagamento de juros

Três em cada quatro reais equivalentes ao aumento do Produto Interno Bruto brasileiro são distribuídos em forma de juros da dívida pública! Tal fato se assemelha com uma distribuição de lucros adicionais do país, já que os titulares dos capitais produtivos também recebem rendas das empresas que controlam, representativas de outra fatia do PIB. EmContinuar lendo “A curiosa correlação positiva entre os crescimentos do PIB e do pagamento de juros”