Estivemos com Carlos Albérico no excelente canal M65, conversando sobre política monetária e desenvolvimento nacional no Observatório da Democracia. Pudemos recapitular a história do dinheiro e situar o Brasil como Nação capitalista dependente no cenário global Procuramos também explicar o funcionamento da autoridade monetária brasileira e os riscos associados à sua conversão em empresa pública,Continuar lendo “Política monetária e desenvolvimento nacional”
Arquivos da categoria: Economia
Política Industrial a serviço de uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil trouxe à sua base, em parceria com a Fitmetal e a Federação Sindical Mundial, uma nota técnica que dá materialidade à decisão fundacional da CTB, depois ampliada para a Conclat, de prover o Brasil de um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento. Diogo Santos, economista responsável pelo textoContinuar lendo “Política Industrial a serviço de uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil”
O trabalhador e a crise estrutural do capitalismo
A Escola Nacional João Amazonas, da Fundação Maurício Grabois, traz mais uma Live do João, envolvendo a disputa da subjetividade do trabalhador em tempos atuais e ulterior do desenvolvimento capitalista. Sob a mediação do professor Hildo Montysuma, do núcleo de filosofia da Escola, o encontro teve como palestrante Nivaldo Santana, Secretário Nacional Sindical do PCdoB,Continuar lendo “O trabalhador e a crise estrutural do capitalismo”
O Brasil no capitalismo do século 21
Os economistas Márcio Pochmann, da Unicamp, e Luciana Caetano da Silva, da UFAL, organizaram um curso sobre o livro homônimo, de autoria de ambos, que “coloca em evidência o contraste entre o período do capitalismo urbano-industrial, marcado pela modernização da estrutura produtiva no Brasil, sob o comando do estado nacional, e o neoliberalismo, marcado peloContinuar lendo “O Brasil no capitalismo do século 21”
Tributação regressiva ganha sobrevida com foco dos congressistas nas eleições municipais
Mesmo a reforma tributária tendo pouco mexido com os aspectos essenciais da regressividade tributária – trazer o centro da cobrança para renda, que hoje está no consumo, o Núcleo de Estudos Tributários alerta para a sofreguidão com que a regulamentação dos poucos avanços segue no Congresso Nacional.
O Banco Central é uma instituição típica de Estado, não uma empresa
Abusando da autonomia concendida pela LC 179/2021, a diretoria colegiada do Banco Central ajudou senadores a embarcarem na comutação da autarquia em empresa pública, ampliando a independência de ação do órgão, em relação ao governo eleito. O professor Oreiro comenta o muito dos riscos que o país corre com a iniciativa parlamentar. Você pode expressarContinuar lendo “O Banco Central é uma instituição típica de Estado, não uma empresa”
Crescimento do PIB é mediano, de má qualidade e não-sustentável
Como destacado nas manchetes do dia e explcado em detalhe pelo professor Oreiro mostrará em detalhe, o crescimento do PIB foi puxado pelo agronegócio, setor que emprega relativamente pouco e paga menos impostos para compor o gasto público em serviços e investimentos. De fato, o consumo das famílias caiu e a exportação comandou a altaContinuar lendo “Crescimento do PIB é mediano, de má qualidade e não-sustentável”
Riqueza financeira no Brasil
O estudo retratado por Fernando Nogueira da Costa mostra o Brasil como a única economia entre as mais desenvolvidas ou em desenvolvimento a diluir a riqueza financeira no topo da pirâmide (95 famílias mais ricas do país). Hipótese a pesquisar é o destino dessa distribuição de renda: à população em geral ou aos comandantes doContinuar lendo “Riqueza financeira no Brasil”
Consenso de Tóquio e as bolhas especulativas
Oreiro compartilha suas impressões sobre a obra de Koo, em que avalia a situação das bolhas especulativas nas economias de alta renda e os impactos da política monetária após o seu estouro. A ilustração mostra o caso espanhol.
BRICS e G7 no comércio internacional
Fernando Nogueira da Costa traz o levantamento do International Trade Center sobre o comércio global. De se notar que a China, que há cinquenta anos produzia menos que o Brasil, é destaque tanto na ponta compradora como vendedora.