Fernando Nogueira da Costa traz de Martin Wolf, no Financial Times, cinco características relevantes do mundo atual: demografia, mudança climática, avanço tecnológico, difusão do conhecimento e crescimento econômico.
Arquivos da categoria: Economia
A política econômica atual e a classe trabalhadora – comentários adicionais
À aula ministrada à CTB seguiu-se rico debate com os participantes. Cabe aqui o registro, ampliado, das considerações finais apresentadas no evento, com referências a alguns dos assuntos tratados em classe nas publicações deste Brasil e o mundo. Autonomia do Banco Central e política monetária Bancos Centrais de países de economia tão distinta como osContinuar lendo “A política econômica atual e a classe trabalhadora – comentários adicionais”
A política econômica atual e a classe trabalhadora
Transcrevemos abaixo o texto-base da aula ministrada em 25.1.2024 à CTB, no primeiro episódio do ensino à distância da Escola da Central. A complexidade da conjuntura econômica brasileira atual levou à extensão do texto, após cuja exposição seguiu-se debate com os participantes. Como chegamos à atual situação, em que os cinco maiores bilionários do planetaContinuar lendo “A política econômica atual e a classe trabalhadora”
Grandes fortunas, pequenos impostos – nova edição
O Auditor Fiscal Charles Alcântara já havia tratado do tema em 2021. Fernando Nogueira da Costa confirma a regressividade tributária que segue beneficiando os mais ricos do Brasil, analisando as declarações de renda feitas em 2023. Menos desigualdade, mais Brasil é o título do estudo da reforma tributária que se necessita, desonerando o consumo eContinuar lendo “Grandes fortunas, pequenos impostos – nova edição”
As fábulas e as finanças
Fernando Nogueria da Costa, em seu blogue Cidadania e Cultura, correlaciona antigas histórias da moral humana com o açodo acumulativo monetário dos dias de hoje. São fábulas muito conhecidas, cuja aplicação ao mundo financeiro do capitalismo cai como uma luva. À sequência, Costa traz mais fábulas, desta vez focadas no comportamento e no relacionamento humano.
Houve bolha imobiliária no Brasil após a crise de 2008?
Em 2013, o economista Cássio Roberto Leite Netto dissertava para o mestrado em Ciências Contábeis na USP sobre as “condicionantes de formação de preços dos imóveis residenciais nos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro e a possibilidade de formação de bolhas imobiliárias“. O estouro vivido anos antes nos EUA pode ter-lhe sido motivadorContinuar lendo “Houve bolha imobiliária no Brasil após a crise de 2008?”
Revigoramento da indústria em São Paulo
Detalhando as considerações iniciais sobre a indústria paulista apresentadas há alguns dias, cabe estimar qual o impacto econômico que a expansão do parque produziria no Estado de São Paulo, com base em mais informações da Fundação Seade. A população do Estado foi registrada no censo de 2022 como composta de 44 milhões de pessoas, distribuídasContinuar lendo “Revigoramento da indústria em São Paulo”
2008: bolha imobiliária e subprimes nos EUA
O economista Paulo Gala resume, em dez pontos, como foi o estouro da crise financeira de 2008 nos EUA, com reflexos negativos em todo o mundo capitalista. Se é natural a superprodução em períodos de ascenção do modo de produção, o evento já se deu na fase do capitalismo financeiro. O desenvolvimento capitalista pode serContinuar lendo “2008: bolha imobiliária e subprimes nos EUA”
A concentração bancária nos EUA
Embora ainda menor que os principais bancos chineses, imperssiona como, em pouco mais de um século, o JP Morgan Chase partiu de um banco sem capital, exceto a confiança popular dos acometidos pelo terremoto californiano de 1904 no senho JP, a dono de parcela substantiva da economia estadunidense. O relato de Fernando Nogueira da Costa,Continuar lendo “A concentração bancária nos EUA”
O comércio exterior do Brasil
A Secex do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior registra mensalmente os números monetários das transações de exportação e importação do país, agregados pelos setores agropecuário, extrativo e industrial de transformação. Os valores alcançados de janeiro a novembro de 2023, em milhões de dólares dos EUA e da ordem de 17% do PIB, confirmamContinuar lendo “O comércio exterior do Brasil”