Para crianças de 8 a 120 anos Quando, nos anos 1980, a Editora Paulina trouxe de Marina Sendacz a História da Borboleta, duas outras foram contadas pelas tintas da artista plástica: Ploft, o pinguim de geladeira e O ponto amarelo. As pranchas integram o novo livro, que aguarda a vacinação de todos para o lançamentoContinuar lendo “Marina Sendacz: duas histórias”
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A Rosa do Povo
Carta a Stalingrado Contam os mais vividos que todos os dias Eron Domingues abria o Reporter Esso reafirmando que “Stalingrado continua de pé”, animando a certeza dos brasileiros da vitória dos Aliados sobre o nazifascismo. A 31 de janeiro de 1943 o 6º Exército alemão se rendia em Stalingrado. Carlos Drummond de Andrade escreveu esteContinuar lendo “A Rosa do Povo”
As dicas estão de volta
A gente brasileira presente no livro de Elder Vieira: “Os anos verdes de Lindaura”
Nathanael Braia* “Os anos verdes de Lindaura” é o título desse livro de contos curtos de Elder Vieira*. Um “livro da gente brasileira”, como a ele se refere o autor em sua primeira obra em prosa. São 87 contos nos quais desfilam personagens com jeito, linguagem, anseios, angústias, contradições, humor, sonhos, dilemas e saudades daContinuar lendo “A gente brasileira presente no livro de Elder Vieira: “Os anos verdes de Lindaura””
Língua-mãe
Quem saboreou o significado de o frigir dos ovos, certamente vai apreciar este novo conto transcrito das redes sociais, sem autoria identificada. Uma nova homenagem ao português falado no Brasil. Com “s”. Tudo bem, “bowl” é uma palavra arredondada, quase esférica. Mas, podendo dizer a saborosa e recipiente “cumbuca”, a sonora e amigável “pote”, aContinuar lendo “Língua-mãe”
O Guedes machadiano
O portal Migalhas, especializado em rápidas notas sobre os mundos político e jurídico, trouxe uma pérola machadiana, que bem se aplica ao presente ministro. Guedes 1885 No tempo de Machado de Assis já houve um Guedes. Vejamos, ipsis litteris, como o escritor, em crônica datada de 19 de julho de 1885, apresenta-nos o Guedes daquele tempo. ParaContinuar lendo “O Guedes machadiano”
Não Há Vagas
Ferreira Gullar, 1963 O preço do feijãonão cabe no poema. O preçodo arroznão cabe no poema.Não cabem no poema o gása luz o telefonea sonegaçãodo leiteda carnedo açúcardo pão O funcionário públiconão cabe no poemacom seu salário de fomesua vida fechadaem arquivos. Como não cabe no poemao operárioque esmerila seu dia de açoe carvãonas oficinasContinuar lendo “Não Há Vagas”
O que significa “no frigir dos ovos”?
autoria desconhecida, conforme recebido nas redes sociais “Não é à toa que os estrangeiros acham nossa língua muito difícil. Como a língua portuguesa é rica em expressões! Veja o quanto o vocabulário “alimentar” está presente nas nossas metáforas do dia-a-dia. Aí vai. Pergunta:– Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras deContinuar lendo “O que significa “no frigir dos ovos”?”
A história da filosofia em cordel
O NetMundi.org – Filosofia na Rede trouxe o original cordel de José Guilherme Soares Teles contando a história da “mãe de todas as ciências”. Como o portal traz a autorização do autor para baixar a História da Filosofia, reproduzimos aqui a primeira parte, em homenagem ao que Drummond define como o gênero poético que “éContinuar lendo “A história da filosofia em cordel”
Casa Arrumada
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…Continuar lendo “Casa Arrumada”