Mudar a política econômica!

Paulo Kliass “É preciso abandonar de vez o compromisso com as metas de zerar o déficit fiscal primário ou mesmo de obter superávit nos próximos exercícios” Faltam 21 meses para o primeiro turno das próximas eleições presidenciais. Isso significa que já se passaram 27 meses desde que Lula chegou à frente de Bolsonaro no pleitoContinuar lendo “Mudar a política econômica!”

Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil

Embora o Índice de Gini tenha tenha permanecido estável entre 2022 e 2023, acima de 0,5 (mais próximo de 1, mais desigual), outros indicadores apontam uma melhora de até 10% na desigualdade de renda e riqueza no Brasil. É que mostram os Indicadores Sociais, em sua publicação mais recente. Como demonstrará em detalhes no artigoContinuar lendo “Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil”

Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias

Pesquisadores da FGV Ibre mostram que o consumo das famílias envolve também serviços gratuitos ou quase, coletivos ou individuais, bem como ajudas beneficentes. Combinadas, elas acrescem algo como 20 pontos percentuais aos tradicionais 60% classificados por economistas. Sob outra ótica, são efeitos dos chamados salários indiretos. É o que mostra o comentário do professor FernandoContinuar lendo “Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias”

Onde está o desequilíbrio das contas públicas?

Marcio Pochmann, no X O economista e presidente do IBGE respondeu de forma simples, deixando a conclusão óbvia ao leitor. Do total do gasto social, destacam-se os programas Bosa Família e Benefício de Prestação Continuada no valor total de R$ 268 bilhões. Os subsídios e benefícios fiscais, por outro lado, respondem por R$ 615 bilhões.Continuar lendo “Onde está o desequilíbrio das contas públicas?”

Os ativos financeiros no Brasil

No artigo abaixo de Fernando Nogueira da Costa está dissecada a Matriz do Patrimônio Financeiro brasileiro, elaborada pelo Banco Central do Brasil. O economista destaque a pequeneza da participação das ações no quadro geral, não obstante ocuparem quase a metade dos ativos financeiros. O título da matéria já traz outra preocupação: a crescente participação estrangeiraContinuar lendo “Os ativos financeiros no Brasil”

Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento

Nilson Araújo de Souza, na Hora do Povo “Espera-se que a sensibilidade de Lula seja maior do que a pressão da banqueirada e a subserviência de sua equipe econômica” A política econômica da Faria Lima, esposada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, está tentando tirar o pobre do orçamento e, como consequência, levando o presidenteContinuar lendo “Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento”

O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?

Certos economistas, apelidados por Fernando Nogueira da Costa de “lobistas”, anotam na imprensa que o patamar recorde de ocupação da mão-de-obra, cuja busca da plenitude é missão do Banco Central, exigiria contenção por meio de aperto monetário, ou seja, elevação dos juros básicos da economia. O aumento dos salários acima da inflação – não oContinuar lendo “O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?”

“É notável a estabilidade da concentração patrimonial ao longo do tempo”

Pedro Fandiño, Celia Kerstenetzky e Tais Simões, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostram no estudo abaixo comentado que, “apesar das mudanças profundas pela qual passou o Brasil desde o século XVII”, o tamanho da desigualdade no Brasil permanece razoavelmente estável, em dissonância com a tendência internacional de sua redução.

Austeridade e popularidade

Paulo Kliass “A experiência tem comprovado que os resultados sociais e políticos provocados pela combinação austericida de juros elevados com estrangulamento orçamentário só beneficia os setores do parasitismo financeiro” A proximidade do processo das eleições municipais acabou por deixar um pouco à margem nos grandes meios de comunicação o debate a respeito da perda deContinuar lendo “Austeridade e popularidade”

Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário

Oreiro e outros economistas antevêem um crescimento do PIB brasileiro entre 2 e 3% no corrente ano. O movimento não deve pressionar a inflação se tomadas medidas de investimentos públicos e privados na produção. Assim, é certo que canalizar dispendios com juros da dívida pública para atividades econômicas que melhorem a oferta de mercadorias faráContinuar lendo “Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário”