Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias

Pesquisadores da FGV Ibre mostram que o consumo das famílias envolve também serviços gratuitos ou quase, coletivos ou individuais, bem como ajudas beneficentes. Combinadas, elas acrescem algo como 20 pontos percentuais aos tradicionais 60% classificados por economistas. Sob outra ótica, são efeitos dos chamados salários indiretos. É o que mostra o comentário do professor FernandoContinuar lendo “Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias”

Onde está o desequilíbrio das contas públicas?

Marcio Pochmann, no X O economista e presidente do IBGE respondeu de forma simples, deixando a conclusão óbvia ao leitor. Do total do gasto social, destacam-se os programas Bosa Família e Benefício de Prestação Continuada no valor total de R$ 268 bilhões. Os subsídios e benefícios fiscais, por outro lado, respondem por R$ 615 bilhões.Continuar lendo “Onde está o desequilíbrio das contas públicas?”

Os ativos financeiros no Brasil

No artigo abaixo de Fernando Nogueira da Costa está dissecada a Matriz do Patrimônio Financeiro brasileiro, elaborada pelo Banco Central do Brasil. O economista destaque a pequeneza da participação das ações no quadro geral, não obstante ocuparem quase a metade dos ativos financeiros. O título da matéria já traz outra preocupação: a crescente participação estrangeiraContinuar lendo “Os ativos financeiros no Brasil”

Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento

Nilson Araújo de Souza, na Hora do Povo “Espera-se que a sensibilidade de Lula seja maior do que a pressão da banqueirada e a subserviência de sua equipe econômica” A política econômica da Faria Lima, esposada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, está tentando tirar o pobre do orçamento e, como consequência, levando o presidenteContinuar lendo “Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento”

O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?

Certos economistas, apelidados por Fernando Nogueira da Costa de “lobistas”, anotam na imprensa que o patamar recorde de ocupação da mão-de-obra, cuja busca da plenitude é missão do Banco Central, exigiria contenção por meio de aperto monetário, ou seja, elevação dos juros básicos da economia. O aumento dos salários acima da inflação – não oContinuar lendo “O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?”

“É notável a estabilidade da concentração patrimonial ao longo do tempo”

Pedro Fandiño, Celia Kerstenetzky e Tais Simões, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostram no estudo abaixo comentado que, “apesar das mudanças profundas pela qual passou o Brasil desde o século XVII”, o tamanho da desigualdade no Brasil permanece razoavelmente estável, em dissonância com a tendência internacional de sua redução.

Austeridade e popularidade

Paulo Kliass “A experiência tem comprovado que os resultados sociais e políticos provocados pela combinação austericida de juros elevados com estrangulamento orçamentário só beneficia os setores do parasitismo financeiro” A proximidade do processo das eleições municipais acabou por deixar um pouco à margem nos grandes meios de comunicação o debate a respeito da perda deContinuar lendo “Austeridade e popularidade”

Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário

Oreiro e outros economistas antevêem um crescimento do PIB brasileiro entre 2 e 3% no corrente ano. O movimento não deve pressionar a inflação se tomadas medidas de investimentos públicos e privados na produção. Assim, é certo que canalizar dispendios com juros da dívida pública para atividades econômicas que melhorem a oferta de mercadorias faráContinuar lendo “Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário”

Cai a pobreza, mas aumenta a desigualdade no Brasil

Sem dúvida é boa a notícia que Marsílea Gombata trouxe no Valor. A extrema pobreza foi reduzida em 40% em 2023, primeiro ano do atual governo Lula. Ainda acomete 1,7% da população, ante 2,8% no ano anterior. No entanto, verifica-se no primeiro quadro que a concentração de renda cresceu no país, com os mais ricosContinuar lendo “Cai a pobreza, mas aumenta a desigualdade no Brasil”

Os cinco setores institucionais na formação do PIB brasileiro

Fernando Nogueira da Costa comenta matéria de Lucianne Carneiro no Valor que aborda os setores institucionais da economia – empresas não financeiras, empresas financeiras, governo, famílias e organizações sem fim lucrativo – e sua participação, neste século, na composição do PIB do Brasil. O estudo em tela mostra como as famílias têm se comportado paraContinuar lendo “Os cinco setores institucionais na formação do PIB brasileiro”