Cresce a concentração de renda no Brasil

Como veiculado na Folha de São Paulo (abaixo) e no Valor (veja em Cidadania&Cultura), a fatia do bolo dos 1% mais ricos do Brasil não para de crescer. É verdade corolária que os demais 99% estamos relativa e absolutamente mais pobres. Como observa o titular de economia da Unicamp, Fernando Nogueira da Costa, faz-se primordialmenteContinuar lendo “Cresce a concentração de renda no Brasil”

Perspectivas da economia brasileira para 2025 e 2026

O professor da UnB José Luis Oreiro faz análise dos números da economia brasileira a partir de 2019, mostrando resultados bastante melhores no atual que no anterior governo. O crescimento médio do PIB entre 2023 e o início deste ano é superior a 3,2% aa, tendo ficado abaixo de 1,5%, em média, entre 2019 eContinuar lendo “Perspectivas da economia brasileira para 2025 e 2026”

O novo piso da pobreza, segundo o Banco Mundial

Quase um quarto da população brasileira é pobre, segundo o novo parâmetro do Banco Mundial. A linha de corte de USD 8,30 de renda diária é um valor muito próximo do salário-mínimo vigente no Brasil, valor que não abastece mensalmente a vida de mais de 40 milhões de brasileiros. Fernando Nogueira da Costa traz maisContinuar lendo “O novo piso da pobreza, segundo o Banco Mundial”

“Pacote” de Haddad aumenta impostos e restringe programas sociais

Com informações da Hora do Povo “Recuo” no IOF foi compensado por novas taxações e cortes de gastos na área social O governo federal publicou um novo decreto que recua da proposta anterior e reduz as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), elevadas em maio deste ano, com o objetivo de cumprir metas fiscais. Continuar lendo ““Pacote” de Haddad aumenta impostos e restringe programas sociais”

Retrato da mão-de-obra desperdiçada

Em uma série de análises, o professor da Unicamp Fernando Nogueira da Costa disseca os números recentes da economia brasileira. No quadro acima e na matéria abaixo, ele mostra os índices de desemprego e subutilização da mão-de-obra, nos menores patamares decenais para um primeiro trimestre do ano civil. De se notar, no entanto, que maisContinuar lendo “Retrato da mão-de-obra desperdiçada”

Pouco importa a importação dos EUA

Como explica Fernando Nogueira da Costa “a cacofonia [do título] é proposital. Em 2024, só 1,3% da importação norte-americana era de produtos brasileiros, em 18º. lugar no ranking. México (15,5%), China (13,4%) e Canadá (12,6%) são as maiores origens das importações dos EUA. Os vínculos comerciais do Brasil mostram modesta externa abertura brasileira – metade da canadense,Continuar lendo “Pouco importa a importação dos EUA”

A atenção bancária à poupança dos segmentos de alta renda

“De acordo com a ANBIMA, em 2024, o volume total investido por pessoas físicas de alta renda de clientes alcançou R$ 7,3 trilhões em 2024”, cerca de 70% da produção anual de todos os trabalhadores brasileiros. A “classe média de alta renda, como um todo, enriqueceu mais e passou a deter 35% do total em 2024 dianteContinuar lendo “A atenção bancária à poupança dos segmentos de alta renda”

Política tarifária estadunidense abre espaço para ampliação da exportação brasileira à China: a soja é um exemplo

Se a China já era o principal comprador da soja brasileira, os anúncios do novo presidente dos EUA de sobretaxas sobre os produtos chineses facilitou o aumento das exportações do produto ao gigante asiático, em substituição às vendas estadunidenses. É o que mostra o Núcleo de Estudos Tributários na matéria abaixo. No ano passado, oContinuar lendo “Política tarifária estadunidense abre espaço para ampliação da exportação brasileira à China: a soja é um exemplo”

“Se não tem pão, que comam brioches

Paulo Kliass O artigo aborda a opinião de políticos sobre a crise dos alimentos “Se não tem pão, que comam brioche!” Esta frase costuma ser atribuída à Rainha Maria Antonieta, que assim teria se manifestado no dia de sua coroação em 1774. Ela falava a respeito da dificuldade que o povo francês encontrava para comer pão.Continuar lendo ““Se não tem pão, que comam brioches”

Dados econômicos do Brasil são confiáveis

Ricardo Barboza Manipular dados oficiais é uma prática grave, que deixa rastros claros – e não há qualquer indício de que isso esteja ocorrendo no Brasil de hoje Uma desconfiança infundada ronda o debate econômico no Brasil, especialmente entre quem não é especialista, mas acompanha o tema. Sempre que o IBGE divulga dados oficiais, umaContinuar lendo “Dados econômicos do Brasil são confiáveis”