
Fernando Nogueira da Costa comenta matéria de Lucianne Carneiro no Valor que aborda os setores institucionais da economia – empresas não financeiras, empresas financeiras, governo, famílias e organizações sem fim lucrativo – e sua participação, neste século, na composição do PIB do Brasil.
O estudo em tela mostra como as famílias têm se comportado para além do papel de consumidores, produzindo elas próprias algo torno da quinta parte do PIB – no início do século 21 era ainda maior.
Como o indicador remete à produção, mostra-se natural que as empresas financeiras respondam por mais da metade do resultado final e é sobre elas que se deposita a esperança de um crescimento mais acelerado no Brasil.
Mas cabe anotar, para que os especialistas adequem os seus cálculos, que que produz nas empresas são os membros das famílias, apenas organizados de forma diferente daquele que têm no núcleo doméstico.

Um comentário em “Os cinco setores institucionais na formação do PIB brasileiro”