Nilson Araújo de Souza, na Hora do Povo “Espera-se que a sensibilidade de Lula seja maior do que a pressão da banqueirada e a subserviência de sua equipe econômica” A política econômica da Faria Lima, esposada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, está tentando tirar o pobre do orçamento e, como consequência, levando o presidenteContinuar lendo “Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento”
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O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?
Certos economistas, apelidados por Fernando Nogueira da Costa de “lobistas”, anotam na imprensa que o patamar recorde de ocupação da mão-de-obra, cuja busca da plenitude é missão do Banco Central, exigiria contenção por meio de aperto monetário, ou seja, elevação dos juros básicos da economia. O aumento dos salários acima da inflação – não oContinuar lendo “O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?”
“É notável a estabilidade da concentração patrimonial ao longo do tempo”
Pedro Fandiño, Celia Kerstenetzky e Tais Simões, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostram no estudo abaixo comentado que, “apesar das mudanças profundas pela qual passou o Brasil desde o século XVII”, o tamanho da desigualdade no Brasil permanece razoavelmente estável, em dissonância com a tendência internacional de sua redução.
Austeridade e popularidade
Paulo Kliass “A experiência tem comprovado que os resultados sociais e políticos provocados pela combinação austericida de juros elevados com estrangulamento orçamentário só beneficia os setores do parasitismo financeiro” A proximidade do processo das eleições municipais acabou por deixar um pouco à margem nos grandes meios de comunicação o debate a respeito da perda deContinuar lendo “Austeridade e popularidade”
Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário
Oreiro e outros economistas antevêem um crescimento do PIB brasileiro entre 2 e 3% no corrente ano. O movimento não deve pressionar a inflação se tomadas medidas de investimentos públicos e privados na produção. Assim, é certo que canalizar dispendios com juros da dívida pública para atividades econômicas que melhorem a oferta de mercadorias faráContinuar lendo “Crescimento esperado da economia brasileira não é inflacionário”
Cai a pobreza, mas aumenta a desigualdade no Brasil
Sem dúvida é boa a notícia que Marsílea Gombata trouxe no Valor. A extrema pobreza foi reduzida em 40% em 2023, primeiro ano do atual governo Lula. Ainda acomete 1,7% da população, ante 2,8% no ano anterior. No entanto, verifica-se no primeiro quadro que a concentração de renda cresceu no país, com os mais ricosContinuar lendo “Cai a pobreza, mas aumenta a desigualdade no Brasil”
Os cinco setores institucionais na formação do PIB brasileiro
Fernando Nogueira da Costa comenta matéria de Lucianne Carneiro no Valor que aborda os setores institucionais da economia – empresas não financeiras, empresas financeiras, governo, famílias e organizações sem fim lucrativo – e sua participação, neste século, na composição do PIB do Brasil. O estudo em tela mostra como as famílias têm se comportado paraContinuar lendo “Os cinco setores institucionais na formação do PIB brasileiro”
Pouco mais de um brasileiro por milhão tem ao menos um bilhão
Não, não há qualquer confusão quantitativa no título. No Brasil, a Forbes aponta módicos 280 bilionários, 30 deles no Nordeste, em uma população superior a 215 milhões (estimativa do IBGE), como mostra o Núcleo de Estudos Tributários.
Sistema financeiro nacional é orientado ao rentismo e seu fortalecimento
Na classe social mais endinheirada, três quartas partes da renda não provém do trabalho, mais exatamente não do próprio, mas de “outras origens”, a saber a renda do capital monetário ou empresarial. Renda que conta com os serviços do sistema financeiro, orientado ao rentismo no Brasil. Conheça o arrazoado completo de Zlbersztajn, trazido e comentadoContinuar lendo “Sistema financeiro nacional é orientado ao rentismo e seu fortalecimento”
Atividade econômica no Brasil puxada pelo comércio e, principalmente, por serviços
O Banco Central calcula mensalmente o indicador de atividade econômica, IBC-BR, procurando acompanhar mais amiúde o movimento dos setores da economia brasileira. Se no curto prazo há algumas diferenças com relação ao PIB, calculado a cada trimestre, em período mais longo os índices convergem entre si. Note-se que na nota comemorativa da liderança nordestina noContinuar lendo “Atividade econômica no Brasil puxada pelo comércio e, principalmente, por serviços”