O jornalista e sociólogo Carlos Eduardo Pestana Magalhães, membro da Comissão Justiça e Paz e do Grupo Tortura Nunca Mais. argumenta que “para possuir forças armadas eficazes, um país como o Brasil deve desenvolver uma base industrial robusta”. Sem isso, como no caso do Brasil, onde a quase totalidade dos armamentos é importado, na maioriaContinuar lendo “Sem base industrial sólida não existem Forças Armadas”
Arquivos da categoria: Brasil
A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália
Quem traz essa memória impar da Força Expedicionária Brasileira na Itália, que abaixo reproduzimos, é o Momento Espírita, sob o título “A diplomacia da compaixão”. “Então, nos vêm à mente eventos da Segunda Guerra Mundial, que envolveram nossos pracinhas na Campanha no norte da Itália. Embora para as tropas aliadas tivesse sido estabelecida uma administraçãoContinuar lendo “A generosidade bem brasileira dos pracinhas na Itália”
Gastar bem para governar melhor
Em tempo de juro trilionário imposto ao governo da República e à sociedade pela autoridade monetária, o Conselheiro do TCESP Dimas Ramalho comenta sobre a importância de os órgãos públicos avaliarem a efetividade das políticas que conduzem. Por décadas, o sucesso de uma gestão foi medido quase exclusivamente por sua capacidade de cumprir ritos burocráticosContinuar lendo “Gastar bem para governar melhor”
Defesa nacional no Mutirão pela Soberania
A nova rodada do Mutirão pela Soberania Nacional teve lugar em 20.3.2026, na sede da Federação Única dos Petroleiros, no Rio de Janeiro. A construção da Conferência da Soberania começou no Clube de Engenharia, tratando de Soberania Digital. Coube ao Engenheiro Henrique Luduvice, ex-presidente do Confea, a coordenação dos trabalhos do dia. Agrupados em quatroContinuar lendo “Defesa nacional no Mutirão pela Soberania”
Os poderes da República diante da fraude do Banco Master
João Gualberto traz em seu blogue reflexões sobre favorecimentos pessoais, muitas vezes resvalando no crime organizado, em ações que se esperam republicanas, mas desviam-se dos seus propósitos constitucionais. Assim o autor conclui: Creio ser essa a verdadeira revolução brasileira, punir os corruptos e controlar os altos salários do poder público. Tirar os poderes de quemContinuar lendo “Os poderes da República diante da fraude do Banco Master”
Brasil, 40 anos: a sociedade fraturada
A Fundação Maurício Grabois organizou um seminário em quatro episódios sobre a tese de doutoramento na Economia da Unicamp de Marília Tunes, intitulada Brasil: um país sem destino? , com o objetivo de subsidiar a atualização do programa partidário do PCdoB. Os dez capítulos da obra agrupam-se em três partes, tratando sobre a regressão brasileiraContinuar lendo “Brasil, 40 anos: a sociedade fraturada”
Fafá de Belém e as Diretas Já
Em 1984, com o cenário político marcado pelo suprapartidarismo e pelo protagonismo da sociedade na luta pela redemocratização, os artistas deram as caras e emprestaram criatividade e a própria imagem à campanha das Diretas Já, movimento popular que pedia a volta das eleições diretas no Brasil. Fafá de Belém. cuja estreia foi nos palcos doContinuar lendo “Fafá de Belém e as Diretas Já”
Brasil, 40 anos: regressão social
A Fundação Maurício Grabois organizou um seminário em quatro episódios sobre a tese de doutoramento na Economia da Unicamp de Marília Tunes, intitulada Brasil: um país sem destino? , com o objetivo de subsidiar a atualização do programa partidário do PCdoB. Os dez capítulos da obra agrupam-se em três partes, tratando sobre a regressão brasileiraContinuar lendo “Brasil, 40 anos: regressão social”
Privatização dos rios
Paulo Kliass Indígenas ocupam balsas em protesto no Rio Tapajós: “Governo recua: grande vitória do movimento liderado pelos povos indígenas” A amplitude da influência do paradigma neoliberal em nosso País é de tal ordem que muitas vezes perdemos a referência daquilo que seja justo do ponto de vista político, correto em termos de políticas públicasContinuar lendo “Privatização dos rios”
Dizem que escrever é uma arte, escrever corretamente é um desafio, especialmente no nosso vernáculo.
Francisco Cesar Calmon defende o íntegro uso do idioma pátrio para deixar as coisas bem explicadas: “o dever de todo revolucionário na atualidade é pregar a revolução”. Calmon entende que é momento de “retomar a luta ideológica contra o capitalismo e o imperialismo”. Mesmo ausente a situação revolucionária, prega-se a necessidade da revolução, faz-se oContinuar lendo “Dizem que escrever é uma arte, escrever corretamente é um desafio, especialmente no nosso vernáculo.”