Os ativos financeiros no Brasil

No artigo abaixo de Fernando Nogueira da Costa está dissecada a Matriz do Patrimônio Financeiro brasileiro, elaborada pelo Banco Central do Brasil. O economista destaque a pequeneza da participação das ações no quadro geral, não obstante ocuparem quase a metade dos ativos financeiros. O título da matéria já traz outra preocupação: a crescente participação estrangeiraContinuar lendo “Os ativos financeiros no Brasil”

Brasil diante do sistema capitalista globalizado e financeirizado

Fernando Nogueira da Costa A economia brasileira, em muitos aspectos, “é caracterizada por um processo de desnacionalização“. O professor de economia procura, no artigo abaixo. “identificar os elementos, interconexões e propósito do sistema capitalista globalizado, obtemos uma compreensão mais profunda do seu funcionamento, permitindo o desenvolvimento de estratégias mais eficazes para enfrentar os desafios” colocados para o Brasil.

Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento

Nilson Araújo de Souza, na Hora do Povo “Espera-se que a sensibilidade de Lula seja maior do que a pressão da banqueirada e a subserviência de sua equipe econômica” A política econômica da Faria Lima, esposada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad, está tentando tirar o pobre do orçamento e, como consequência, levando o presidenteContinuar lendo “Faria Lima quer tirar o pobre do orçamento”

Uma visão do capitalismo contemporâneo

A partir de debate sobre o capitalismo contemporâneo, Fernando Nogueira da Costa procura sistematizar o funcionamento das modernas relações de produções hegemônicas no mundo, com o objetivo de “ensinar essa complexidade com simplicidade”. O professor titular de economia agrupa os agentes econômicos em cinco categorias – famílias, empresas não financeiras, governos, bancos e o restoContinuar lendo “Uma visão do capitalismo contemporâneo”

O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?

Certos economistas, apelidados por Fernando Nogueira da Costa de “lobistas”, anotam na imprensa que o patamar recorde de ocupação da mão-de-obra, cuja busca da plenitude é missão do Banco Central, exigiria contenção por meio de aperto monetário, ou seja, elevação dos juros básicos da economia. O aumento dos salários acima da inflação – não oContinuar lendo “O aumento do emprego precisa vir acompanhado de aumento dos juros?”

Sobre a intermediação financeira

Em nosso livro O dinheiro, sua história e a acumulação financeira já havíamos apontado o rentismo, quer seja, a acumulação do dinheiro a partir de si mesmo e não da produção de novas mercadorias distintas do equivalente universal, como a fase terminal do desenvolvimento capitalista. O que Fernando Nogueira da Costa traz no artigo abaixoContinuar lendo “Sobre a intermediação financeira”

Por que esses juros tão grandes?

Em tempos em que “o bom senso e o pragmatismo indicam uma elevação da meta de inflação”, o professor de economia da UNB José Luis Oreiro explica que interesses particulares daqueles que tem o poder de representar a sociedade na política monetária têm levado o Estado a manter os juros acima do ponto de equilíbrio.Continuar lendo “Por que esses juros tão grandes?”

A formação bruta de capital fixo no Brasil

A formação bruta de capital fixo (FBCF) corresponde ao acréscimo ao estoque de meios de produção de uma economia ou, como o próprio nome sugere, é o resultado da produção não consumida de imediato, que permite a realização de novos ciclos produtivos, ainda que sujeito à depreciação ao longo do tempo. Sua correlação com oContinuar lendo “A formação bruta de capital fixo no Brasil”

“É notável a estabilidade da concentração patrimonial ao longo do tempo”

Pedro Fandiño, Celia Kerstenetzky e Tais Simões, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostram no estudo abaixo comentado que, “apesar das mudanças profundas pela qual passou o Brasil desde o século XVII”, o tamanho da desigualdade no Brasil permanece razoavelmente estável, em dissonância com a tendência internacional de sua redução.

Austeridade e popularidade

Paulo Kliass “A experiência tem comprovado que os resultados sociais e políticos provocados pela combinação austericida de juros elevados com estrangulamento orçamentário só beneficia os setores do parasitismo financeiro” A proximidade do processo das eleições municipais acabou por deixar um pouco à margem nos grandes meios de comunicação o debate a respeito da perda deContinuar lendo “Austeridade e popularidade”