O Apito Brasil apresentou nota conjunta do Sinal, Sintbacen, Sindisef/DF e Anafe sobre a pretensa conversão constitucional do Banco Central do Brasil em empresa pública, que transcende a autonomia concedida à autarquia para configurar independência da Autoridade monetária em relação aos Poderes da República. A manifestação reflete a posição do corpo funcional, em linha comContinuar lendo “A PEC 65/2023 representa risco à estabilidade do Sistema Financeiro Nacional e à higidez da atuação do Banco Central”
Arquivos da categoria: Política Monetária, Tributação e Dívida Pública
As expectativas de inflação no Brasil e na Inglaterra
José Luis Oreiro trouxe elementos britânicos à discussão da aferição das expectativas de inflação nos dois países dotados de Banco Central como responsável pela emissão e estabilidade do poder de compra da moeda. Ambos consultam opiniões sobre o comportamento futuro dos preços, mas “o BoE também olha as expectativas de inflação, mas não é sóContinuar lendo “As expectativas de inflação no Brasil e na Inglaterra”
Audiência do Senado discute o arquivamento da PEC 65 e da sua pretensa transformação do BCB em empresa pública
Com informações do Apito Carioca A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal trouxe em audiência pública o debate sobre a conversão do Banco Central de autarquia em empresa pública, como constante do Projeto de Emenda Constitucional nº 65/2023. Se o Congresso Nacional emendar a Constituição da República nos termos apresentados, o Brasil ficariaContinuar lendo “Audiência do Senado discute o arquivamento da PEC 65 e da sua pretensa transformação do BCB em empresa pública”
A discreta desconcentração bancária no Brasil
Com o ligeiro avanço das cooperativas na oferta de crédito e outros serviços financeiros, a participação no total de ativos dos quatro grandes – Banco do Brasil, Caixa Econômica, Itaú e Bradesco – caiu, entre 2022 e 2023, de 56% para 55,3%. Olhando-se o sistema financeiro como um todo, do qual a sociedade espera “promoverContinuar lendo “A discreta desconcentração bancária no Brasil”
Despesa com juros: novo recorde
Paulo Kliass Em doze meses, R$ 776 bilhões drenados do Tesouro para os cofres dos rentistas O Banco Central (BC) divulgou recentemente seu relatório mensal sobre a política fiscal. As informações a respeito da conta do governo federal que consolida as operações associadas ao financiamento da dívida pública confirmam, mais uma vez, que ela se configuraContinuar lendo “Despesa com juros: novo recorde”
Os interesses velados do sistema financeiro
O conselheiro José Luiz Oreiro, do Conselho Federal de Economia, explica em artigo o que muitos suspeitavam: como o mercado financeiro procura interferir na autonomia do Banco Central e dirigir sua política para seus interesses privados por rendas do Tesouro público. O artigo precede a última reunião do Copom, mas a sua leitura após conhecidosContinuar lendo “Os interesses velados do sistema financeiro”
Os banqueiros suiços seguem de olho na riqueza do Brasil
Quem não se lembra das famosas contas secretas na Suiça, extintas alguns anos atrás? Fernando Nogueira da Costa revela os planos de um antigo obsidiador suiço para crescer no Brasil sem comprar nada, apenas gestar fortunas próprias da desigualdade que impera no país.
Juros e inflação: qual o segredo de Tostines?
A descrição do estudo abaixo faz pensar como o mercado financeiro ganha tanto no Brasil, com uma carteira de empréstimos e financiamentos relativamente pequena face à necessidade de investimentos e consumo da gente brasileira. Segue o fio e depois confira as lições do economista Márcio Garcia, titular da PUC-RJ, trazidas no Cidadania&Cultura:
Tributação regressiva ganha sobrevida com foco dos congressistas nas eleições municipais
Mesmo a reforma tributária tendo pouco mexido com os aspectos essenciais da regressividade tributária – trazer o centro da cobrança para renda, que hoje está no consumo, o Núcleo de Estudos Tributários alerta para a sofreguidão com que a regulamentação dos poucos avanços segue no Congresso Nacional.
O Banco Central é uma instituição típica de Estado, não uma empresa
Abusando da autonomia concendida pela LC 179/2021, a diretoria colegiada do Banco Central ajudou senadores a embarcarem na comutação da autarquia em empresa pública, ampliando a independência de ação do órgão, em relação ao governo eleito. O professor Oreiro comenta o muito dos riscos que o país corre com a iniciativa parlamentar. Você pode expressarContinuar lendo “O Banco Central é uma instituição típica de Estado, não uma empresa”