Como explica Fernando Nogueira da Costa “a cacofonia [do título] é proposital. Em 2024, só 1,3% da importação norte-americana era de produtos brasileiros, em 18º. lugar no ranking. México (15,5%), China (13,4%) e Canadá (12,6%) são as maiores origens das importações dos EUA. Os vínculos comerciais do Brasil mostram modesta externa abertura brasileira – metade da canadense,Continuar lendo “Pouco importa a importação dos EUA”
Arquivos da categoria: Economia
A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização
Como parte da programação do simpósio “Desafios brasileiros em direção ao novo ciclo de desenvolvimento soberano”, a Fundação Maurício Grabois trouxe três economistas para conversar sobre financeirização, em mesa coordenada por Nereide Saviani. O professor Miguel Bruno, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, trouxe detalhada apresentação sobre a necessidade e possibilidade de o BrasilContinuar lendo “A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização”
Sinal para todos
Nos anos ímpares o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central renova a sua direção. Em São Paulo, os servidores da Autarquia pública ampliaram a sua unidade e têm à disposição a chapa Sinal para Todos, com o seguinte compromisso para o bíênio que se inicia. O nome escolhido para a chapa não é àContinuar lendo “Sinal para todos”
Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”
Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””
Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje
Com informações do Jornal GGN Na sessão solene da Câmara dos Deputados que registrou os 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo aproveitou a oportunidade para justificar a taxa Selic, que atualmente é de 14,25% ao ano. Diante das críticas dos parlamentares, ele atribuiu as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) ao dinamismo daContinuar lendo “Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje”
O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.
Nos anos 1960, economista belga Robert Triffin mostrava o dilema dos EUA diante da sua imposição de o dólar ser a moeda global: desindustrialização e dívida pública crescente. Consequências também visíveis no Brasil, mesmo não sendo o real moeda lastreadora das trocas internacionais. O modelo de Triffin mostra a moeda de reserva global impõe um paradoxo inevitável ao país emissor: a necessidadeContinuar lendo “O lastro em dólares das reservas cambiais e seu paradoxo.”
Financismo continua no comando
Paulo Kliass “A meta de zerar o déficit primário e a tentativa de obter até mesmo saldo positivo nas contas públicas compromete qualquer projeto de mudar a qualidade do processo de crescimento da economia” As notícias divulgadas ao longo do mês de março a respeito da política econômica do terceiro mandato do Presidente Lula infelizmenteContinuar lendo “Financismo continua no comando”
Poder bilionário
Quadro trazido na matéria abaixo mostra onde e como vive o reduzido número, em relação à espécie humana, de bilionários, bem como seu fazer empresarial voltado primordialmente ao aumento da concentração da riqueza socialmente produzida em suas próprias mãos. Como preambula Nogueira da Costa: Do mercado imobiliário à IA, como a riqueza bilionária molda indústriasContinuar lendo “Poder bilionário”
EUA a caminho da recessão?
80% dos dirigentes empresariais estadunidenses passaram a acreditar, nos últimos seis meses, que a economia do país caminha para uma recessão em breve. O anúncio da massiva demissão de funcionários públicos agrava o risco, pois tende a reduzir a massa salarial disponível para consumo, que tem como natural consequência a redução da atividade econômica. VejaContinuar lendo “EUA a caminho da recessão?”
Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública
O professor Fernando Nogueira da Costa mostra no artigo abaixo que a relação dívida/PIB deve marcar um pouco acima do gráfico, agora que o IBGE indicou os números finais do Produto Interno Bruto do ano passado. Mas o destaque do quadro é a tendência de alta da relação, devido ao crescimento da taxa Selic reuniãoContinuar lendo “Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública”