O capitalismo atual gerou um mundo de parasitas que extraem renda por meio de um conjunto de mecanismos de intermediação financeira, de pedágios sobre qualquer transação, permitindo fortunas absurdamente elevadas nas mãos de gente que se diz “investidor”, mas que na realidade seria melhor descrita como sugadores que travam a economia e que a estãoContinuar lendo “Como se alimentam as maiores fortunas do planeta?”
Arquivos da categoria: Economia
Tributação de dividendos – alta renda isenta de Imposto de Renda
Do bilhão de reais que os já bilionários Moreira Sales receberam do Itau Unibanco como dividendos, zero vai para o Tesouro Nacional como tributo sobre a renda das pessoas físicas beneficiárias do lucro auferido pelo conglomerado financeiro em 2024. Poucos países dão tal privilégio a uma minoria de contribuintes. A proposta governamental para tributar éContinuar lendo “Tributação de dividendos – alta renda isenta de Imposto de Renda”
Estratégias e ilusões do capitalismo industrial
Como apresenta Raul Carrion O marxista português Daniel Vaz de Carvalho, que analisa o fracasso do neoliberalismo e o fim da globalização neoliberal – cujo “toque de finados” está sendo executado por Donald Trump. No artigo, são analisadas as ilusões que têm surgido, mesmo em setores da esquerda, em relação ao restabelecimento do capitalismo industrial,Continuar lendo “Estratégias e ilusões do capitalismo industrial”
Visões da desigualdade
Fernando Nogueira da Costa traz a resenha de Diogo Viana para a obra de Milanovic que, a exemplo do que tratou oi francês Thomas Piketty em seu best-seller “O capital no século XXI” (2012), examina “o caráter global do fenômeno, ampliando a análise das diferenças de renda e propriedade, que costumavam ser examinadas só dentro dosContinuar lendo “Visões da desigualdade”
Privilégio tributário silencioso: ausência da taxa de fiscalização do Banco Central
A inteligência artificial produziu o resumo abaixo do artigo de Pablo Luciano e Lademir Gomes da Rocha, ambos Procuradores do Banco Central do Brasil, publicado no Consultor Jurídico. Clique aqui para ler o original. O artigo argumenta que a ausência de uma taxa de fiscalização sobre as instituições financeiras pelo Banco Central representa um “privilégioContinuar lendo “Privilégio tributário silencioso: ausência da taxa de fiscalização do Banco Central”
Pouco importa a importação dos EUA
Como explica Fernando Nogueira da Costa “a cacofonia [do título] é proposital. Em 2024, só 1,3% da importação norte-americana era de produtos brasileiros, em 18º. lugar no ranking. México (15,5%), China (13,4%) e Canadá (12,6%) são as maiores origens das importações dos EUA. Os vínculos comerciais do Brasil mostram modesta externa abertura brasileira – metade da canadense,Continuar lendo “Pouco importa a importação dos EUA”
A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização
Como parte da programação do simpósio “Desafios brasileiros em direção ao novo ciclo de desenvolvimento soberano”, a Fundação Maurício Grabois trouxe três economistas para conversar sobre financeirização, em mesa coordenada por Nereide Saviani. O professor Miguel Bruno, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, trouxe detalhada apresentação sobre a necessidade e possibilidade de o BrasilContinuar lendo “A crise do neoliberalismo e tendências atuais da financeirização”
Sinal para todos
Nos anos ímpares o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central renova a sua direção. Em São Paulo, os servidores da Autarquia pública ampliaram a sua unidade e têm à disposição a chapa Sinal para Todos, com o seguinte compromisso para o bíênio que se inicia. O nome escolhido para a chapa não é àContinuar lendo “Sinal para todos”
Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”
Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””
Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje
Com informações do Jornal GGN Na sessão solene da Câmara dos Deputados que registrou os 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo aproveitou a oportunidade para justificar a taxa Selic, que atualmente é de 14,25% ao ano. Diante das críticas dos parlamentares, ele atribuiu as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) ao dinamismo daContinuar lendo “Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje”