Como explica Fernando Nogueira da Costa “a cacofonia [do título] é proposital. Em 2024, só 1,3% da importação norte-americana era de produtos brasileiros, em 18º. lugar no ranking. México (15,5%), China (13,4%) e Canadá (12,6%) são as maiores origens das importações dos EUA. Os vínculos comerciais do Brasil mostram modesta externa abertura brasileira – metade da canadense,Continuar lendo “Pouco importa a importação dos EUA”
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A atenção bancária à poupança dos segmentos de alta renda
“De acordo com a ANBIMA, em 2024, o volume total investido por pessoas físicas de alta renda de clientes alcançou R$ 7,3 trilhões em 2024”, cerca de 70% da produção anual de todos os trabalhadores brasileiros. A “classe média de alta renda, como um todo, enriqueceu mais e passou a deter 35% do total em 2024 dianteContinuar lendo “A atenção bancária à poupança dos segmentos de alta renda”
Política tarifária estadunidense abre espaço para ampliação da exportação brasileira à China: a soja é um exemplo
Se a China já era o principal comprador da soja brasileira, os anúncios do novo presidente dos EUA de sobretaxas sobre os produtos chineses facilitou o aumento das exportações do produto ao gigante asiático, em substituição às vendas estadunidenses. É o que mostra o Núcleo de Estudos Tributários na matéria abaixo. No ano passado, oContinuar lendo “Política tarifária estadunidense abre espaço para ampliação da exportação brasileira à China: a soja é um exemplo”
“Se não tem pão, que comam brioches
Paulo Kliass O artigo aborda a opinião de políticos sobre a crise dos alimentos “Se não tem pão, que comam brioche!” Esta frase costuma ser atribuída à Rainha Maria Antonieta, que assim teria se manifestado no dia de sua coroação em 1774. Ela falava a respeito da dificuldade que o povo francês encontrava para comer pão.Continuar lendo ““Se não tem pão, que comam brioches”
Dados econômicos do Brasil são confiáveis
Ricardo Barboza Manipular dados oficiais é uma prática grave, que deixa rastros claros – e não há qualquer indício de que isso esteja ocorrendo no Brasil de hoje Uma desconfiança infundada ronda o debate econômico no Brasil, especialmente entre quem não é especialista, mas acompanha o tema. Sempre que o IBGE divulga dados oficiais, umaContinuar lendo “Dados econômicos do Brasil são confiáveis”
Mudar a política econômica!
Paulo Kliass “É preciso abandonar de vez o compromisso com as metas de zerar o déficit fiscal primário ou mesmo de obter superávit nos próximos exercícios” Faltam 21 meses para o primeiro turno das próximas eleições presidenciais. Isso significa que já se passaram 27 meses desde que Lula chegou à frente de Bolsonaro no pleitoContinuar lendo “Mudar a política econômica!”
Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil
Embora o Índice de Gini tenha tenha permanecido estável entre 2022 e 2023, acima de 0,5 (mais próximo de 1, mais desigual), outros indicadores apontam uma melhora de até 10% na desigualdade de renda e riqueza no Brasil. É que mostram os Indicadores Sociais, em sua publicação mais recente. Como demonstrará em detalhes no artigoContinuar lendo “Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil”
Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias
Pesquisadores da FGV Ibre mostram que o consumo das famílias envolve também serviços gratuitos ou quase, coletivos ou individuais, bem como ajudas beneficentes. Combinadas, elas acrescem algo como 20 pontos percentuais aos tradicionais 60% classificados por economistas. Sob outra ótica, são efeitos dos chamados salários indiretos. É o que mostra o comentário do professor FernandoContinuar lendo “Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias”
Onde está o desequilíbrio das contas públicas?
Marcio Pochmann, no X O economista e presidente do IBGE respondeu de forma simples, deixando a conclusão óbvia ao leitor. Do total do gasto social, destacam-se os programas Bosa Família e Benefício de Prestação Continuada no valor total de R$ 268 bilhões. Os subsídios e benefícios fiscais, por outro lado, respondem por R$ 615 bilhões.Continuar lendo “Onde está o desequilíbrio das contas públicas?”
Os ativos financeiros no Brasil
No artigo abaixo de Fernando Nogueira da Costa está dissecada a Matriz do Patrimônio Financeiro brasileiro, elaborada pelo Banco Central do Brasil. O economista destaque a pequeneza da participação das ações no quadro geral, não obstante ocuparem quase a metade dos ativos financeiros. O título da matéria já traz outra preocupação: a crescente participação estrangeiraContinuar lendo “Os ativos financeiros no Brasil”