Basta! A liberdade veste Gaviões

Entre os muitos e belos sambas que disputam o enredo Basta! dos Gaviões da Fiel para o próximo carnaval, está a obra de Obra de Luciano Costa, Felipe Yaw, Fadico, Fionda, Lequinho, Mentirinha, Leonel Querino, Sandro Almeida, Marcelo Valente, Rodrigo Dias, Altemar Magrão e Marcelo Adnet – Intérprete Nego. Sou eu, um filho dessa pátria-mãeContinuar lendo “Basta! A liberdade veste Gaviões”

A história da filosofia em cordel

O NetMundi.org – Filosofia na Rede trouxe o original cordel de José Guilherme Soares Teles contando a história da “mãe de todas as ciências”. Como o portal traz a autorização do autor para baixar a História da Filosofia, reproduzimos aqui a primeira parte, em homenagem ao que Drummond define como o gênero poético que “éContinuar lendo “A história da filosofia em cordel”

Casa Arrumada

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…Continuar lendo “Casa Arrumada”

José Sendacz, um justo

Muito do que somos devemos a José Sendacz, um pai na mais ampla concepção do termo. Enquanto esperamos o nascer do sol deste dia dedicado a todos eles no Brasil, pudemos reler suas considerações sobre Janusz Korczak. A matéria da revista e a conferência n’ A Hebraica trazem muito do que ele acreditava e procuravaContinuar lendo “José Sendacz, um justo”

Janusz Korczak: Escritor, Mártir, Pedagogo

25 anos depois José Aron Sendacz A Hebraica em Revista nº 6 – junho de 1967 Completará neste mês, um quanto de século do desaparecimento de uma das mais belas, das mais nobres personalidades no campo da educação infantil. Em 1942 os nazis gaseificaram um dos mais humanísticos batalhadores pelos direitos da criança, matam oContinuar lendo “Janusz Korczak: Escritor, Mártir, Pedagogo”

Uma reflexão para o cair da tarde*

No Brasil, um brasileiro acordou e desligou o despertador fabricado na China, que marcava 8 horas da manhã. Calçou seu chinelo feito no Paraguai, tomou um banho quente no chuveiro elétrico também chinês e enxugou-se em uma toalha da Indonésia. Fez café na cafeteira importada do Japão e procurou trabalho no seu computador feito naContinuar lendo “Uma reflexão para o cair da tarde*”

Jetsons

A animação favorita da minha infância, nos 1960, certamente foi o desenho da Hanna Barbera: Os Jetsons. Quando visitei a Universal, no final do século passado, foi com Jorge que tirei uma foto, hoje perdida em algum canto do mundo do papel… Outras séries de TV como Nacional Kid, Flinstones e o nosso querido VigilanteContinuar lendo “Jetsons”

Origami

Ainda no século 20 saía à tarde da Duratex em direção à sala de aula defronte ao Centro Cultural para aprender com a Mestra Mari* como dobrar papel, eu que já tinha antiga experiência em fazer pacotes para presente. Fiz ali três cursos básicos de Origami. Segundo ela, origami é “a forma de interpretar atravésContinuar lendo “Origami”

1954: Viagem à Polônia

22 anos depois de chegar ao Brasil, José Aron Sendacz voltou à sua terra natal, como integrante da delegação oficial brasileira aos dez anos da instalação do governo nacional naquele país, outrora ocupado pelo invasor alemão. Se relatório de viagem foi publicado em Um Homem do Mundo. Aqui reproduzimos segmentado em capítulos e com ilustraçõesContinuar lendo “1954: Viagem à Polônia”

Viagem à Polônia (I)

José Aron Sendacz, julho e agosto de 1954 Quando numa 5ª feira, no Aeroporto de Orly – Paris – embarquei num avião polonês com o objetivo de romper a assim chamada “cortina de ferro”, compenetrei-me profundamente sobre minha tarefa. Após 24 anos é a primeira vez que eu faço uma viagem dessas. No ano deContinuar lendo “Viagem à Polônia (I)”