Viagem à Polônia (IV)

José Aron Sendacz, julho e agosto de 1954 No dia seguinte, acompanhado por vários colaboradores da redação e companheiros do BGF, fomos ao monumento aos heróis do Levante do Gueto, onde cumpri minha missão em nome do ICIB, colocando uma coroa de flores em nome dos judeus brasileiros. Às 6 da tarde, juntamente com minhaContinuar lendo “Viagem à Polônia (IV)”

Viagem à Polônia (V)

José Aron Sendacz, julho e agosto de 1954 Chegamos a Gdansk, antiga Danzig, sexta-feira às 8 hs da manhã e fomos em seguida visitar Olivos. De Olivos fomos para Copot visitar um Lar Infantil. O orfanato que visitamos é na verdade um lar para órfãos de guerra, mas na época de férias as crianças queContinuar lendo “Viagem à Polônia (V)”

Viagem à Polônia (VII)

José Aron Sendacz, julho e agosto de 1954 Nesse mesmo dia, após tantas e maravilhosas horas de prazer intelectual, passei por algumas horas de profundo horror. Viajamos para Oswiencim (N. T.: Aushwitz em alemão). Às 3 da tarde lá chegamos e o que eu lá vi, é muito difícil de descrever por meio de palavras.Continuar lendo “Viagem à Polônia (VII)”

Antifa!

O que têm de comum essas quatro imagens, além da aparição do Exmo. Sr. Presidente da República Federativa do Brasil? O hoje Senador Romário respondeu uma vez a um repórter esportivo que comentava ter sido o milésimo gol dele no mesmo canto que o do Pelé: “ele já me imitava desde aquela época”. A reproduçãoContinuar lendo “Antifa!”

Fiel à vida e ao Brasil

O orgulho de ver a espontânea manifestação da fiel torcida, que fez desaparecer o agressivo grupo favorável a mais mortes pelo vírus trouxe consigo uma dúvida: e o isolamento social que esses valentes brasileiros romperam? Com a palavra, Miguel Manso*: “Seria ideal que os membros da fiel torcida Gaviões tivessem ido de máscara e desfilandoContinuar lendo “Fiel à vida e ao Brasil”

O navio singra

Em Primeiro de Maio de 1886 os operários de Chicago se levantaram contra a jornada de até 17 horas por dia. Em 1938, o jovem José Aron Sendacz* escrevia sobre a emancipação da classe operária dos grilhões que ainda a prendiam a um passado de superexploração. E, em pleno século 21, as relações de trabalhoContinuar lendo “O navio singra”

Acabou a brincadeira!

O início do período momesco não coincide com qualquer recesso na luta antifascista, exatamente porque as forças milicianas distribuem, além de tiros contra as autoridades eleitas, suas linhas obscuras sobre o episódio em Sobral, em que uma ação envolvendo mascarados armados e um Senador da República que representa o Estado do Ceará a nível nacionalContinuar lendo “Acabou a brincadeira!”

Por que lutamos?

A cognição humana serve, ou deveria servir, para da História tirar lições engrandecedoras do saber coletivo da espécie. Não é o que parece acontecer no Brasil de hoje, onde um cidadão se sente à vontade para ostentar o ódio nazista no braço em local público e a polícia, acionada pelos frequentadores do bem, entendeu queContinuar lendo “Por que lutamos?”